Agencia de viagem forma

Agencia de viagem forma

Apogeu é um sistema totalmente online que irá aumentar suas vendas, reduzir seus custos e atender todas as necessidades de sua agência de forma integrada, rápida, segura e completa. Por ser online, pode ser utilizado de qualquer dispositivo com acesso a internet. Sem custo de instalação e sem necessidade de treinamento presencial, agilizando assim sua implantação. O Apogeu oferece a sua agência o mais completo pacote de soluções, contendo os módulos de comércio eletrônico, vendas, gestão e auto-atendimento. Todos integrados, garantindo a qualidade da informação do início ao fim do processo.

e-Commerce

    Com o E-commerce sua agência se torna competitiva no mercado, pois passa a oferecer todos os serviços de forma online e para o todo mundo. Além do aumento de vendas e a redução de custos, sua agência passa a estar disponível 24 horas por dia e em qualquer lugar do planeta. Seu cliente compra sua viagem de forma rápida e dinâmica, com busca online de valores e disponibilidade diretamente com os fornecedores. Poderá cadastrar pacotes e eventos personalizados, oferecer produtos de outras operadoras, tudo automaticamente em seu e-Commerce.

Vendas – FRONT OFFICE

    Módulo para atendimento interno a clientes permite realizar orçamentos de forma prática, com consulta online de valores e disponibilidade. Ágil e completo para o melhor atendimento de seu cliente. Algumas funcionalidades: • Consulta online com fornecedores • Envio de orçamento por e-mail • Controle de reservas e emissões • Controle de metas por agente • Integração com o sistema de gestão (Back-Office).

Gestão – BACK OFFICE

    Modulo de gestão administrativa e financeira, que possibilita o controle geral das informações de forma fácil, rápida e segura. Possui uma grande diversidade de relatórios que facilitam a administração de sua agência. Principais funcionalidades: • Faturamento de clientes automatizado • Nota fiscal eletrônica integrada a prefeitura • Emissão de boletos • Remessa e retorno de cobrança • Controle financeiro por categoria, projeto e centro de custos • Gestão de comissões • Gestão de fees • Controle de reembolsos • Conciliação de faturas de fornecedores • Conciliação de cartões de crédito • Relatórios personalizados.

Auto Atendimento – SELF BOOKING

    Módulo para atendimento de empresas, onde o cliente solicita sua viagem através do sistema, tornando o processo ágil, prático e seguro. Otimiza o tempo do agente de viagem e mantém o histórico das informações do seu cliente. Funcionalidades: • Gestão de regras de viagem por cliente • Relatórios por cliente/viagem • Emissão direta nas solicitações dentro das regras. Benefícios: • Economia para seu cliente • Redução de custo no atendimento • Maior controle das informações

Porque Apogeu? Baixo CUSTO,100% WEB, NÃO REQUER INSTALAÇÃO, DISPONIBILIZAÇÃO IMEDIATA PARA USO, FÁCIL DE USAR, COMPLETO, SEGURO, RÁPIDO, SEMPRE DISPONÍVEL, INTEGRADO COM FORNECEDORES .

Source: http://apogeu.tur.br/Produtos.aspx


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Agencia de viagem forma

Pensando em fazer a primeira viagem, seja ela nacional ou internacional, a primeira coisa que pensamos é: Será que eu compro um pacote/excursão em uma agência de viagens ou eu mesmo programo a minha viagem por completo?

Pois bem, a resposta invariavelmente vai ser: depende! Aliás, hoje em dia quando o assunto é viagens essa resposta tem ficado muito frequente.

Vamos começar logo pela parte mais importante, os prós e os contras de cada uma.

→ Programar a viagem através de uma Agência de Viagens

Foto retirada do site portaleducação.com.br

- todo mundo sabe que uma das principais vantagens de se comprar um dos milhões “pacote/excursão” de viagem que são oferecidos diariamente por aí, é a facilidade. Nesse caso, a facilidade fica por conta de que você só precisa escolher o destino e selecionar qual o pacote mais te agradou. Nenhuma dificuldade, não é? E depois disso, teoricamente você não precisa mais se preocupar com nada.

- outra grande vantagem é a presença de um guia que vai substituir todas as pesquisas e leituras que você deveria ter feito durante o periodo pré-viagem. O guia vai contar um pouco da história daquele lugar, vai falar sobre os maiores acontecimentos em determinados pontos turisticos e com certeza vai contar alguma curiosidade que você não sabia sobre a cidade ou o país visitado.

- todos os deslocamentos já estão incluidos no “pacote”, ou seja, muito provavelmente terá um ônibus ou uma van a disposição para te levar pra cima e pra baixo, assim você não vai precisar “se estressar “em enteder como funciona o metro e muito provavelmente nao vai saber como se anda de trem (principalmente se a viagem for pra Europa).

- a principal desvantagem desse tipo de viagens é o fato de você ter hora pra tudo, pra tudo mesmo. Tudo é seguido de acordo com o cronograma, faça chuva ou faça sol. Alguns passeios tem hora pra começar e terminar e se você não conseguiu ver tudo ou queria ficar o resto do dia naquele determinado lugar, infelizmente você vai ter que deixar pra uma próxima vez, pq o cronograma inicial precisa seguir em frente!

- mas ainda existe uma coisa “pior” que isso, que são os atrasos nos passeios. Sabe aquela coisa de o guia falar “Vocês devem voltar ao ônibus até as 10 horas.”  e já são 10:20, 10:30 e metade do ônibus ainda não apareceu? Pois então, brasileiro tem muito esse costume de não respeitar horário. E a solução pra isso? Alguns Guias não perdoam e no horário marcado vão embora, mas outros resolvem esperar. Só que o maior problema dessa espera é que as demais atrações vão sendo riscadas do cronograma, ou seja, muito provavelmente você não irá visitá-las, ao menos não nessa viagem.

→ Viajar de forma independente

Foto retirada do site lopes.com.br

- um dos principais atrativos dessa “modalidade” de viagem é que você pode escolher e programar a tua viagem conforme a tua vontade. E se no meio do caminho resolver mudar de idéia, virar as programações de ponta cabeça, não tem problema, é tudo por tua conta.

- se um dia você quiser estrapolar um pouco a programação, chutar o balde e beber todas, nada impede que no dia seguinte você tire um dia de folga e fique no hotel. Eu acho que esse tipo de exagero em uma viagem uma tremenda bobagem, pq desperdiçar um dia em Londres, Paris ou Barcelona pq ta de ressaca é o fim do mundo, literalmente.

- uma das coisas mais legais desse tipo de viagem, é que você pode deixar uma tarde livre ou até mesmo um dia com programação mais folgada. Isso nos permite descobrir coisas pelo caminho, que infelizmente livros, guias, revistas e blogs de viagem não vão te apresentar.

- já uma desvantagem é que se você não se programar e não pesquisar muuuito, o barato pode custar caro (isso quando comparado com os pacotes de viagem, pq por exemplo, ao reservar um quarto em um hotel, você não terá o mesmo “poder” de negociação que uma agência de viagens teria para baratear o custo/quarto).

- sem um bom planejamento, você pode deixar de conhecer lugares super interessantes, simplesmente pq não sabia. E olha que você descobrir que algo super legal existe e que você não vai poder visitar pq faltou tempo, não é nada legal, pode ter certeza.

- a pior desvantagem nesse caso, nem chega a ser propriamente uma desvantagem, chega a ser azar mesmo. Sabe aquela coisa de voo cancelado, reserva de hotel que não foi feita ou qualquer coisa desse tipo que você deixou de conferir? Você não vai ter a quem recorrer e vai ter que dar um jeito sozinho. É sempre muito bom se informar o que deve ser feito em determinadas situações, pq vc vai ter que resolver o problema sozinho.

→ Outras considerações

Foto retirada do site jeffersonworldtrip.blogspot.com

Depois de saber as princiais diferenças entre esses dois “estilos de viagem”, existem mais algumas coisinhas que eu acho importante levar em consideração, como por exemplo:

- não saber um segundo idioma, principalmente o inglês, com certeza vai te limitar mais na hora de viajar. Pq imagine, você gostaria muito de ir a Grécia, mas é impossivel aprender grego, então ai que entra o segundo idioma, se ele for o inglês, muito melhor. Hoje em dia quem se vira bem em inglês vai em qualquer parte do mundo!

- eu jamais faria uma excursão para os Estados Unidos e pra Europa, acho que não vale a pena. A quantidade de lugares a serem visitados x o número de dias oferecidos pra mim não compensaria. Imagine comprar um pacote/excursão de 10 dias incluíndo Londres, Paris, Bruxelas e Amsterdam. Só Paris e Londres, cada uma, merecem no minino esses 10 dias. Eu sei que muitas pessas acham um absurdo passar 10 dias em Londres, pq “só” tem o Big Ben, a London Eye e o Palácio de Buckingham pra “tirar uma foto”. Bom, eu não penso dessa forma. Pra mim, Londres é uma cidade que temos que visitar muitas e muitas vezes. Ela tem muito mais a oferecer do apenas algumas fotos em frente a 2 ou 3 pontos turisticos.

- comprar passagem aérea por conta em trechos internos na Europa não é tarefa fácil. Os europeus são muito organizados. Os britânicos então, nem se fala. Em janeiro, a maioria deles já tem tudo programado, inclusive a viagem de natal. Então, na Europa o esquema das pasagens funciona um pouco diferente daqui do Brasil. Quanto antes você comprar, maiores as chances de conseguir preços inacreditáveis. Cito como exemplo, a viagem que eu fiz entre Edimburgo e Atenas no meu aniver do ano passado. Esse voo era a novidade mais aguardada pelos escoceses e assim que eu soube quando começariam a venda das passagens, eu fiquei de olho. Consegui comprar a minha passagem ida e volta por 52,00 libras incluindo taxas. Mas pra isso tem que ficar ligado, pesquisando sempre no site das cias aéreas e fazendo simulações de datas, pq as vezes nas datas que queremos viajar os valores estao altissimos, mas no final de semana anterior ou seguinte, os preços caem pela metade.

- um lugar que eu tenho muita vontade de conhecer e que eu iria somente se fosse com pacote/excursão seria para alguns países do Oriente Médio. Porque? Pq a cultura, a culinária e o modo de vida são completamente diferentes do que estamos acostumados. Só pra citar um exemplo, lembro das minahs conversas com meus colegas árabes sobre a tal liberdade que eles ficavam chocados ao ver lá em Edimburgo, como um simples beijo ou andar de mãos dadas na rua, onde isso nos países deles, é completamene inaceitável. Isso sem levar em consideração as roupas que são e não são permitidas, o fato de uma mulher viajar sozinha também pode parecer muito estranho pra maioria deles. Eu sei que algumas coisas estão mudando, mas as mudanças por lá andam a passos de tartaruga e nesse caso, ao menos em uma primeira viagem, eu acho que eu me sentiria muito melhor se viajasse escolhendo um pacote e encarando horas e mais horas de viagem com o mesmo grupo de pessoas.

- alguns destinos pedem viagens de forma independente, como é o caso de quase todos os países Europeus, os Estados Unidos, Canadá, Austrália, Chile, Africa do Sul, por exemplo. Eu nunca estive nos Estados Unidos, Canadá ou na Australia, mas a quantidade de informações que temos hoje em dia disponiveis na internet tornam a viagem muito mais fácil. Lógico que viajar de forma independente exige 2 ou 3 vezes mais pesquisas e planejamento do que comprar um pacote de excursão, mas tenho plena certeza de que o aproveitamente será muito melhor. No meu caso por exemplo, nas minhas viagens de final de semana enquanto estava morando na Escócia, eu visitei países como Portugal, Espanha, França, Suiça, Holanda, Finlândia, Noruega, entre outros, não tive a menor dificuldade em organizar essas viagens. Fiz tudo sozinha, comprei minha passagem, reservei meu hotel, programei os passeios, comprei os tickets pela internet, reservei shows e musicais e nunca, nunca mesmo tive qualquer problema. Já no caso da minha viagem a Croácia, Bósnia e Montenegro, eu fiquei meio assim. Na Croácia foi dificil encontrar informações em portugues, mas em ingles até que eu encontrei bastante coisa e consegui me virar. Agora, pra visitar a Bósnia e Montenegro a coisa complicou. Eram pouquissimas as informações, e ainda pra completar eu tinha lido alguns relatos sobre campos minados na Sérvia (a Servia ficou de fora dessa viagem pq eles ainda exigem visto de brasileiros) e na Bósnia e achei melhor não arriscar. É claro que não é como dizem ser em Argélia (se não me engano) ou no Sudão por exemplo, que se pisar em alguns lugar onde alguém nao tenha pisado antes, o risco de acontecer alguma coisa é muito grande. Mas eu fiquei impressionada com isso e sei lá, ainda tem muita coisa pra fazer nessa vida que achei que não valia a pena arriscar. Dois outros fatores que também me fez optar por contratar passeios em agencias de turismo local, foram: idioma e o fato de eu estar viajando sozinha. O idioma, pq eu não sabia se eles falam inglês ou não e o fato de estar viajando sozinha, pq eu sei que o turismo ainda não é o forte desses países, e poderia ser estranho uma mulher viajando sozinha por essas bandas. Mas a coisa por lá tá melhorando!

- alguns destinos, mesmo a gente encontrando muita informação na internet ainda são considerados diferentes e que pode causar uma certa estranhessa inicial, como por exemplo a viagem que eu fiz para a Islândia. Eu sabia que o país era 99% seguro, que eu não precisaria me preocupar com o fato de estar viajando sozinha, mas e o resto? O lugar é totalmente diferente, ou melhor, a palavra certa pra definir esse país seria exótico! Eu não tive duvida e pra não arriscar, eu preferi fazer todos os passeios com agências locais quando o destino era fora de Reykjavik. Na cidade em si eu fiz tudo sozinha, eu mesma programei os meus passeios, defini o que iria visitar e quando iria visitar, mas pra todas as outras partes do país, eu não me senti muito a vontade em pegar um onibus de linha e sair desbravando a Islândia de forma independente.

A mensagem que eu quis transmitir nesse post é que, não é necessário ter um estilo de viagem definido, é possível alternar, misturar, modificar e inovar sempre que necessário. E independentemente de qual for a forma ou o seu estilo de viagem, não deixe de viajar nunca! A gente sempre aprende muito em uma viagem!

Para acessar os outros post da coluna Utilidade, é só clicar aqui .

Source: http://contandoashoras.com/2012/08/16/utilidade-agencia-de-viagem-viajar-independente/


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Agencia de viagem forma

A agкncia de viagem ViaBr Turismo estб presente hб mais de uma dйcada no mercado. Nosso principal diferencial consiste na prestaзгo de consultoria aos clientes, auxiliando-os a identificar dentre diversas opзхes de destinos, roteiros, hotйis e passeios, quais os que melhor se adйquam ao seu perfil e аs suas necessidades.

Entendemos que cada cliente й ъnico e possui necessidades especнficas. Por isso, prezamos por um atendimento personalizado de alta qualidade, obtido graзas a uma equipe de consultores altamente capacitados e antenados com o que hб de melhor no mercado de turismo. Desta forma, nossa agкncia de viagem й capaz de satisfazer aos mais altos padrхes de exigкncia, seja para indicar um pacote pronto ou para elaborar um roteiro exclusivo sob medida.

Serviзos

Dentre os serviзos prestados pela ViaBr, destacam-se:

- Consultoria de Viagens para indicar ao cliente os destinos, hotйis e passeios mais adequados ao seu perfil;

- Intermediaзгo na venda de pacotes turнsticos internacionais e nacionais;

- Intermediaзгo na venda de hospedagem em resorts e hotйis de charme;

- Consultoria de Viagens para elaboraзгo de roteiros sob medida (forfait), adequados аs necessidades dos clientes;

- Consultoria de Viagens para organizaзгo de viagens em grupo para participaзгo em eventos.

Identidade Organizacional

PROPOSTA DE VALOR

A proposta de valor da ViaBr й, tal como uma consultoria de viagens, nгo indicar o mesmo ‘caminho’ para todos os clientes, e sim o ‘caminho certo’ para cada um. Isso significa considerar que cada cliente й ъnico e possui necessidades especнficas, as quais devem ser atendidas de maneira diferenciada.

FILOSOFIA

A filosofia que orienta a ViaBr й que a prova de seu valor somente serб encontrada nos resultados, de maneira que se o cliente se sair bem, o consultor de viagens se saiu bem e a empresa se saiu bem.

MISSГO

A ViaBr tem como missгo atuar como uma consultoria de viagens, possibilitando transformar em realidade o desejo dos seus clientes e diferenciando-se pela qualidade do atendimento personalizado oferecido por uma equipe capacitada e orientada com o que hб de melhor no mercado de turismo.

VISГO

Ser referкncia nacional em serviзos de turismo, sendo reconhecida pelos clientes como uma consultoria de viagens comprometida, competente, нntegra e voltada para a satisfaзгo de suas necessidades atravйs da excelкncia na prestaзгo dos serviзos.

Source: http://www.viabrturismo.com.br/quemsomos.php


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Agencia de viagem forma

Planeia ir a uma agência de viagens comprar as suas férias? Saiba quais são os seus direitos e deveres caso alguma coisa corra mal.

Quer ir de férias, mas não quer ter o trabalho de estar a organizar o seu descanso? Prefere pagar a uma agência de viagens para tratar de tudo por si e no final, só ter que pagar pelo serviço? O problema é que deixar as suas férias nas mãos de uma empresa pode, em alguns casos, significar o fim de sonhos e o princípio de pesadelos, quando alguma coisa corre mal. Em 2010, por exemplo, houve mais de 1000 queixas para o Provedor do Cliente da Associação Portuguesa de Agências de Viagem e Turismo .

#image.jpg Nada pode estragar as suas férias, nem mesmo a agência de viagens. Saiba como se defender caso algo corra mal

Extravio de bagagens, cancelamentos à última da hora, mudanças inesperadas de hotel ou alterações de percurso são apenas alguns dos exemplos das principais queixas que chegam ao provedor do cliente da APAVT. Por isso, e no sentido de proteger quem opta por comprar viagens e alojamento em agências de viagens, foi publicado recentemente um decreto-lei que visa intensificar “os instrumentos de fiscalização” e garantir “aos consumidores uma maior transparência e mais informação”. conforme pode ler-se no documento.

Antes de vender uma viagem, a agência deve informar, por escrito ou de outra forma, os clientes que estejam a equacionar viajar para o estrangeiro sobre a necessidade de ter alguma documentação em ordem, para que nada possa correr mal, nomeadamente: documento de identificação civil, passaportes, vistos e prazos legais para a sua obtenção, as formalidades sanitárias e a documentação exigida para assistência médica.

Quando for obrigatório contrato escrito, a agência deve informar o cliente de todas as cláusulas a incluir no mesmo de forma adequada. Ou seja, deve entregar um programa de viagem que inclua toda a documentação obrigatória, a descrição da viagem e o preço, sem conter elementos enganadores nem induzir o consumidor em erro.

Desta forma, a agência fica vinculada a cumprir o programa. As únicas excepções podem ocorrer, apenas, caso esteja previsto no programa a possibilidade de alterações nas condições e que tenha sido comunicada essa informação ao cliente antes da celebração do contrato, “cabendo o ónus da prova desta comunicação à agência de viagens”.

Além da obrigação do contrato conter o nome e os contactos da agência organizadora e vendedora, da entidade que garante a responsabilidade da agência e a identificação do número da apólice de seguro de responsabilidade civil (obrigatório), deverão constar outras informações obrigatórias:

  • O preço da viagem, os termos e prazos em que é legalmente admitida a sua alteração, os impostos ou taxas que terá de pagar, mas que não estejam incluídos no preço da viagem;
  • O acordo a que chegaram relativamente ao modo de pagamento: o montante a desembolsar inicialmente, a data de liquidação do remanescente e as consequências da falta de pagamento;
  • A origem, o itinerário e o destino da viagem, datas de estada, os meios de transporte incluídos, datas e locais de partida e de regresso e, sempre que possível, as horas;
  • Classificação do alojamento utilizado, a sua localização e o nível de conforto e demais características principais, número e regime ou plano de refeições fornecidas;
  • Caso o preço, ou até a realização da viagem, esteja dependente de um número limite de participantes, o contrato terá de ter presente a data limite para notificar o cliente do cancelamento e dos motivos.

As agências não podem alterar os preços das viagens organizadas, com excepção de o contrato prever essas mudanças e determinar as regras de cálculo de alteração. Ainda assim, o preço só pode ser alterado até 20 dias antes da data de partida prevista para a viagem. Passados esses 20 dias, o cliente não é obrigado ao pagamento de acréscimos de preço.

Assim que descobre que não irá conseguir cumprir com as suas obrigações contratuais, a agência deverá notificar o cliente. No caso de dizer respeito a alguma obrigação essencial (preço ou data de partida, por exemplo), o cliente poderá rescindir o contrato sem penalizações. Mas se optar por acatar as alterações, terá de aceitar por escrito uma alteração ao contrato com a eventual mudança de preços.

O cliente tem sete dias, após a recepção da notificação, para comunicar a sua vontade à agência de viagens.

Se, por algum destes motivos, o cliente rescindir o contrato ou se a agência cancelar a viagem por razões alheias ao comprador, este tem direito a ser reembolsado de todas as quantias pagas ou trocar a viagem, devendo ser reembolsado da diferença de preço.

No entanto, se a opção de cancelamento for do cliente, sem qualquer alteração do programa previsto, este continua a ter o direito de rescisão. À agência cabe-lhe o reembolso do montante antecipadamente pago, deduzindo os encargos iniciais do contrato, a rescisão e uma parte do preço, que não poderá ser superior a 15 por cento.

Depois da viagem comprada e das malas feitas, nada pode correr mal. Caso algum dos serviços previstos no contrato não seja cumprido, a agência terá de garantir, sem aumentos de preços, serviços idênticos aos contratados.

Se não existirem condições para a continuação da viagem, a agência deve fornecer, sem aumentos de preços, um meio de transporte equivalente que possibilite o regresso ao local de partida ou a outro local acordado. Nestes casos, o cliente tem direito à restituição da diferença entre o preço das prestações devidas e o das efectivamente fornecidas, bem como a indemnização.

Qualquer problema que exista na execução do contrato relativamente a prestações de serviços fornecidas por terceiros (por exemplo: se fizer parte do plano de viagens uma deslocação de autocarro, mas não existir nenhum disponível), a reclamação deve ser comunicada à agência, no prazo máximo de 30 dias após o final da viagem.

Se houver alguma deficiência relativamente ao alojamento, deverá contactar imediatamente a agência para que possam assegurar, em tempo útil, a prestação de serviços equivalentes aos contratados. Quando isto não for possível, o cliente pode contratar com terceiros, serviços de alojamento e transporte não incluídos no contrato, a expesas da agência de viagens.

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Source: http://saldopositivo.cgd.pt/ferias-tudo-sobre-as-agencias-de-viagens/

13.11.2018

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