Aereo trip

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A Embraer iniciou o treinamento dos pilotos da Trip Linhas Aéreas para a operação dos jatos Embraer 175. O primeiro avião tem previsão de entrega para o início de 2009. O contrato assinado em junho, para cinco pedidos firmes, tem valor de US$ 167,5 milhões. referido a preço de tabela. A Trip tem ainda opções para outras dez aeronaves e direitos de compra de mais 15, com a venda podendo atingir US$ 1 bilhão, caso todas as opções e direitos de compra sejam confirmados.

Os jatos Embraer 175 da Trip serão configurados em classe única. A distância entre os assentos será de 79 cm (31 polegadas), oferecendo aos 86 passageiros grande conforto para percorrer até 3.704 km (2 mil milhas náuticas) sem escalas.

No dia 5 de janeiro de 2009, os mecânicos da companhia aérea começam a participar do processo. No mesmo mês, a equipe de pilotos da Trip partirá para Orlando, na Flórida, nos Estados Unidos, para o treinamento em simuladores de vôo. O programa começou no dia 25 de novembro, na sede da Embraer, em São José dos Campos, com o treinamento dos comissários de bordo.

Source: http://www.aereo.jor.br/2008/12/15/embraer-treina-pilotos-da-trip-linhas-aereas/


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Aereo founder Chet Kanojia.

Back in 2011, I noticed a company mentioned by analyst Rich Greenfield at BTIG called Bamboom. T he oddly named company was testing a new technology in New York City that would allow you to watch TV on your iPad or phone without a cable subscription. That seemed like a pretty big deal to me and I wrote about the company for FORBES magazine in July of that year pointing out that this could be the technology that finally made cord cutting a reality.

I wasn’t the only one who thought Bamboom was a powerfully disruptive idea. Barry Diller also caught wind of the company and quickly invested in it the next year. They changed the name to Aereo and have been angering the media status quo ever since. The company, founded by Chaitanya “Chet” Kanojia, has come a long way. Today the Supreme Court will hear arguments about the legality of Aereo and decide (in the words of The New Times’ media columnist David Carr ) ”whether the service is a consumer-friendly reskinning of the broadcast universe or just one more example of an Internet pirate trying to loot copyrighted content.”

The broadcast networks, who brought the suit, charge cable companies millions for the right to transmit their shows. They are arguing that Aereo is acting like a cable company and needs to pay them. But the technology Kanojia created cleverly relies on farms of tiny TV antennas. So when you sign up for Aereo’s monthly service, you’re really just renting an antenna and watching the shows as if you were using old fashioned rabbit ears in your home.

Whether this argument will hold water with the Supreme Court remains to be seen. As my colleague Peter DeCherney pointed out today. a lot of the discussion will center around our definition of “home.” The court has said that people have a right to record and watch TV shows in their own homes. But with so much of our stuff stored in the cloud, who’s to say that home isn’t wherever we have our iPads?

If the court decides in favor of Aereo, expect big changes in the media landscape. Two broadcasters have threatened to leave the public airways if Aereo is deemed legal. That would mean Fox Fox would become a cable channel that you would only be able to access with a cable subscription like AMC or Bravo. As Carr points out, that would kill a whole industry of local stations that rely on those transmissions to support things like local news broadcasts. The networks would also lose millions of viewers as there are still plenty of people who don’t have cable and watch using over-the-air antennas. (Fox has since dialed back its threat.)

If Aereo loses, the company will likely disappear from the landscape but that won’t stop some of the changes Aereo set in motion. No matter what the broadcasters want, we are slowly moving toward a nation of people who watch TV online and that in and of itself will require the broadcast networks to rethink themselves. A decision in the case is expected this summer.

Source: http://www.forbes.com/sites/dorothypomerantz/2014/04/22/aereos-long-strange-trip-to-the-supreme-court/


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Aereo trip

Apesar da deterioração das condições de mercado, representada especialmente pela aceleração da valorização do dólar (moeda à qual as companhias aéreas tem até 60% de seus custos atrelados) ante o real (somente entre junho e julho a alta foi de 4,5% e supera 18% em 12 meses), as companhias aéreas associadas à Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) – Avianca, Azul, Gol, Tam e Trip – fizeram a lição de casa gerencial e, durante um mês tradicionalmente de produtividade intensa, apresentaram números recorde de oferta, demanda e passageiros transportados no mercado doméstico na série histórica monitorada pela Abear, desde outubro de 2012. Quase sete milhões de viagens nacionais foram realizadas em julho.

“Dezembro, janeiro e julho são normalmente os melhores meses para a aviação comercial. Bem da verdade que o meio do ano concentra em 31 dias o movimento que no final do ano tende a se dissipar em 61 dias. Mas ainda assim é notável que consigamos fazer frente à velocidade com que as dificuldades vem se avolumando. E daqui até o fim de 2013 esses desafios serão ainda maiores”, põe em perspectiva o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz. “Razão pela qual cresce a importância de um esforço conjunto, incluindo companhias e seus colaboradores, passageiros, autoridades públicas do setor, Congresso, governadores, enfim, toda a sociedade, para que preservemos essa conquista que é continuidade da expansão do transporte de massa por via aérea para a maior parte dos brasileiros que desejem deslocar cargas e viajar a lazer ou negócios”, avalia o executivo.

Para evidenciar essa realidade, no recente encontro com representantes da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Ministério do Trabalho e Ministério do Turismo, em Brasília, a Abear compartilhou estudo que analisa a trajetória dos principais itens de custo das empresas e a evolução das tarifas no transporte doméstico de passageiros entre 2002 e o 2o trimestre de 2013. No período, enquanto a inflação oficial acumulada variou em 82% (IPCA), os custos totais se elevaram 61%, ao mesmo tempo em que o yield (valor médio pago por passageiro por quilômetro voado) da tarifa doméstica registrou queda de 26%. Nesse intervalo, enquanto custos sob a gestão das companhias, como as despesas com arrendamento de aeronaves e manutenção caíram 7%, custos externos acumularam alta acima da inflação, tais como os referentes ao combustível (117%) e tarifas aeroportuárias (94%).

Dados operacionais – Em relação aos mais recentes indicadores de desempenho das empresas aéreas, a variação anual, utilizando-se como base os dados da ANAC do mesmo mês de 2012, segue positiva: houve um aumento na oferta de 6,0% (de 9,7 bilhões de ASK, ou assento-quilômetros oferecidos, para 10,3 bilhões ASKs) e um aumento na demanda de 4,8% (de 7,7 bilhões de RPKs, ou passageiros-quilômetros transportados, para 8,1 bilhões de RPKs), registando-se uma ligeira queda no fator de aproveiTamento de 79,7% para 78,8% de ocupação. “Esses dados mostram que os brasileiros estão cada vez mais habituados ao transporte aéreo e aponTam que o setor ainda deve registrar crescimento ao final de 2013”, interpreta o consultor técnico da Abear, Adalberto Febeliano. Relativamente ao ano passado, a Avianca expandiu sua demanda em 47,2%, a Azul em 30,6% e a Gol em 1,1%. Tam e Trip viram suas demandas diminuírem, respectivamente em 1,1% e 13,7%. “Isso vai ao encontro da tendência que já destacamos anteriormente de menor concentração do mercado, além de revelar que as empresas de menor porte tem tido menos dificuldades em lidar com as condições adversas dos últimos 12 meses”, acrescenta Febeliano.

Variação mensal – O ritmo mensal da oferta teve forte aceleração, crescendo 12,7% ante o mês de junho. O número de passageiros transportados variou em paTamar semelhante: foram 6,95 milhões em julho contra 6,26 milhões embarcados em junho, num crescimento de 11,0%. A demanda, por sua vez, cresceu 15,4% em relação a junho, elevando o fator de aproveiTamento médio das aeronaves em 1,8 ponto percentual, passando de 76,9% para 78,8%. A Avianca obteve o melhor desempenho, com 85,4% de aproveiTamento, seguida na ordem por Tam (84,4%), Azul/Trip (80,6% e 76,8%) e Gol (71,23%). Em relação à participação de mercado das empresas, a Tam continua na liderança do setor, com 41,9% de share, seguida pela Gol, com 33,7%, por Azul/Trip, com 17,3%, e pela Avianca, com 7,1%.

Internacional – Na análise anualizada, o mercado internacional cresceu um pouco menos do que o doméstico em julho: a demanda evoluiu somente 3,3%, apesar da oferta ter se expandido em 8,8%. Esse descompasso reduziu o load factor para 79,8%, 4,3 pontos percentuais abaixo de julho de 2012. “Esse aspecto já pode nos indicar um impacto da alta do dólar, que se acentuou a partir do final de maio, pelo lado do consumidor”, interpreta Adalberto Febeliano.

A variação mês a mês mostra uma evolução natural mais favorável. Registrou uma expansão da oferta em 9,1% e da demanda em 14,8%, elevando o fator de aproveiTamento em 4 pontos percentuais, passando de 75,8% para 79,8%. Foram 426 mil os passageiros embarcados em voos internacionais em julho, contra 358 mil no mês anterior. A Tam detém 85,2% do mercado e a Gol, 14,8%. A primeira teve aproveiTamento de 82,2% em seus voos internacionais em julho, e a segunda 68,2%. Ao todo, pouco mas de 426 mil pessoas viajaram em voos internacionais das associadas Abear no mês de julho.

Source: http://www.aviacaobrasil.com.br/wp/transporte-aereo-registra-quase-sete-milhoes-de-passageiros-domesticos-em-julho/


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Aereo trip

As companhias aéreas associadas à ABEAR (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) com menor participação no mercado – AVIANCA, AZUL E TRIP – estão aumentando presença perante os demais membros da entidade, as líderes TAM e GOL. Na comparação dos dados referentes ao mês de fevereiro de 2012 (dados da ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil) e fevereiro de 2013, a participação conjunta das três empresas, medida em passageiros-quilômetros pagos (RPK), passou de 20,8% para 23,8%.

“Isso confirma a tendência de menor concentração no mercado e de avanço do transporte regional que já havíamos observado anteriormente. A variação de 3%, ou de mais de 230 milhões de passageiros-quilômetros pagos, corresponderia a algo como a entrada de uma nova companhia com aproximadamente metade do tamanho da AVIANCA no cenário”, avalia o consultor técnico da entidade, Adalberto Febeliano.

O processo pode ser explicado pelo fato de que, na comparação dos mesmos meses,  registou-se aumento da oferta dessas três empresas, por sua vez acompanhado por um aumento ainda superior da demanda. Em relação aos números da ANAC de fevereiro de 2012, houve aumento de oferta (medida em assentos-quilômetros, ou ASK) para a AVIANCA (mais 25,2%); para a AZUL (mais 9,39%) e para a TRIP (mais 2,0%).  TAM e GOL tiveram redução da oferta em, respectivamente, 11,9% e 5,9%.  A oferta total foi reduzida em 5,3%.

Considerada a mesma base, a demanda foi maior para AVIANCA (33,0%), TRIP (18,8%), AZUL (10,6%) e TAM (2,5%).  A GOL experimentou uma queda de 4,8% na demanda.  A demanda global aumentou 3,0%, levando a um fator de aproveitamento 5,8 pontos percentuais maior do que em 2012.

Na avaliação mês a mês de 2013, os dados de fevereiro apontam queda para todas as variáveis avaliadas – oferta, demanda, taxa de ocupação e passageiros embarcados – em relação a janeiro. O resultado era esperado, uma vez que o segundo mês do ano tem três dias a menos em relação ao primeiro, ou seja, é aproximadamente 10% mais curto. “Além disso, o período foi marcado pela celebração do Carnaval, durante a qual a movimentação nos aeroportos é atípica, registrando picos nos dias de início e fim das festividades, a sexta-feira e quarta-feira de cinzas, e grande calmaria no intervalo de quatro dias entre eles”, observa Febeliano.

Ainda assim, a Indústria produziu 8,7 bilhões de assentos-quilômetros (queda de 14,5% em relação a janeiro), dos quais 6,3 bilhões foram utilizados pelos passageiros (diminuição de 22,3% em relação a janeiro), resultando num fator de aproveitamento de 72,06%, 7,3 pontos percentuais abaixo do obtido em janeiro.

O total de passageiros transportados chegou a 5,4 milhões (variação negativa de 16,7% sobre o mês anterior), dos quais 34,6% voaram na TAM, 32,6% na GOL, 16,3% na AZUL, 8,4% na TRIP e 8,2% na AVIANCA. Somados, em janeiro e fevereiro 11.977.559 passageiros embarcaram em voos domésticos operados pelas associadas da ABEAR.

Com informações da Assessoria de Comunicação ABEAR

Source: http://destinorn.wordpress.com/2013/03/21/avianca-azul-e-trip-aumentam-participacao-no-mercado-de-transporte-aereo/

13.11.2018

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