Comprar um aviao

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O Egito tornou-se o primeiro país estrangeiro a comprar o avião de combate Dassault Rafale, de acordo com comunicados oficiais divulgados pela França. O negócio está avaliado em US$ 5,93 bilhões e corresponde ao fornecimento de 24 unidades.

A venda marca um ponto crucial para o projeto após anos de esforços para exportar o modelo, e também reflete entre outros aspectos, como por exemplo, o reconhecimento das qualidades do Rafale em função do emprego do avião em missões de combate na Líbia, no Mali e, mais recentemente, no Iraque.

O presidente francês, François Hollande, disse que a decisão egípcia teve como um dos fatores contribuintes as atuais ameaças enfrentadas pelo governo do Cairo. Hollande acredita que no contexto atual é importante que o governo daquele país seja capaz de agir para garantir não apenas a estabilidade interna, mas também de toda a região onde está localizado.

O ministro da Defesa da França, Jean-Yves Le Drian chegou ao Cairo para assinar o acordo, segundo informações do governo francês.

O Rafale entrou em serviço em 2006 e executou suas primeiras missões no ano seguinte, dando suporte às operações da coalizão liderada pelos Estados Unidos no Afeganistão. Durante as operações realizadas na Líbia em 2011, o caça foi empregado em vários tipos de missões, incluindo cobertura da área de exclusão aérea, ataques ar-superfície e de reconhecimento. O modelo desempenhou papel chave na campanha da OTAN que foi baseada exclusivamente no poderio aéreo.

Apesar de suas qualidades, atravessou um longo período de dificuldades em termos de exportação, sendo que a primeira está acontecendo após uma série de insucessos. O avião de combate francês participou de concorrências no Brasil, Líbia, Marrocos e Suíça. Na Índia, foi vencedor do programa MMRCA, mas a assinatura do contrato vem sendo adiada devido a aspectos ainda não resolvidos entre as duas partes.

Além do Rafale, fontes oficiais confirmaram que outras negociações entre França e Egito estão em andamento no âmbito de um amplo pacote de Defesa. Em setembro do ano passado, Le Drian e o presidente egípcio Abdel-Fattah el-Sissi discutiram uma possível compra de fragatas FREMM para a Marinha do país árabe.

Source: http://tecnodefesa.com.br/egito-compra-avioes-de-combate-dassault-rafale/


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O avião King Air 1968, do governo estadual, foi leiloado por R$ 449 mil

    29/04/2011 21h15
  • Rogerio Waldrigues Galindo e Sandro Moser

Texto publicado na edição impressa de 30 de abril de 2011

Source: http://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/dono-da-helisul-compra-aviao-do-governo-estadual-4i7ph8jetu4aphpxrfujz780e


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Frederico Vitor

O governo federal estaria próximo de fechar negócio com a empresa norte-americana Boeing para a compra de 36 caças supersônicos F/A-18 Super Hornet, que vão dotar os esquadrões de defesa aérea da Força Aérea Brasileira (FAB) pelos próximos 30 anos. Uma das bases que receber o caça é a de Anápolis. A informação foi divulgada pela agência de notícias Reuters após a visita do vice-presidente dos Estados Unidos ao Brasil, Joe Biden, que esteve em Brasília conversando com autoridades, inclusive com a presidente Dilma Rousseff.

A licitação para a compra de novos caças para FAB vem se arrastando por mais de dez anos e é uma das concorrências internacional mais cobiçada do mundo, já que é previsto o gasto de US$4 bilhões — R$ 8,5 bilhões — pela compra do lote inicial de 36 aviões que, no decorrer dos anos, à encomenda poderá chegar a 120. Além do avião americano, o francês Dassault Rafale e o sueco Saab Gripen NG também estão na disputa pela bilionária licitação.

Os americanos estariam em vantagem pela afirmativa de Biden à Dilma de que o Congresso Americano não vetaria a transferência de tecnologia ao Brasil, fator preponderante para escolha do novo caça. O vice-presidente americano não deu garantias, mas teria dito a presidente que pela sua vasta experiência como congressista, não haveria restrição dos Estados Unidos a esta cláusula do contrato, pelo fato de que até mesmo os republicanos veem no Brasil um parceiro estratégico de fundamental importância para os americanos na região.

Além disso, a França e a Suécia votaram contra e fizeram forte campanha pela não indicação do embaixador brasileiro Roberto Azevedo — que acabou sendo escolhido — para presidir a Organização Mundial do Comércio (OMC). A posição dos países europeus não teria agradado o Planalto que, em resposta, poderá escolher o caça americano — os Estados Unidos também votou no brasileiro, contudo não assumiu posição radical contra a indicação.

Outro fator que pesou em favor aos americanos foi a recente compra pela Força Aérea dos Estados Unidos de 24 aviões Super Tucanos fabricados pela Embraer. Esta foi a primeira compra de material de defesa do Brasil ao maior mercado mundial de armas.

Caso a escolha do F/A-18 Super Hornet seja divulgada nos próximos dias, como a imprensa especializada vem afirmando, os primeiros aviões virão em caráter de emergência ao 1° Grupo de Defesa Aérea (1° GDA) sediado em Anápolis.

Atualmente, o principal esquadrão encarregado de defender a soberania dos céus de Brasília está operando com dificuldades o caça francês Mirage 2000. Comprado de segunda mão dos estoques da Força Aérea Francesa durante o segundo mandato do presidente Lula, as 12 aeronaves foram fabricadas na década de 80 e vão encerrar a vida útil no final deste ano.

O caça

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O caça de 14 toneladas e de 14 metros de envergadura é impulsionado por duas turbinas que geram 97.9 KN (Newtons) de força e sua autonomia de voo é de 3.330 quilômetros — pode levantar voo de Anápolis até Manaus e retornar sem reabastecer. A velocidade máxima é de 1.900 km/h e pode voar a 15 mil metros de altitude. O Super Hornet, como também é conhecido no meio militar, é dotado de moderna aviônica — comandos eletrônicos —, armamentos de última geração — mísseis contra alvos além do alcance visual e bombas tele guiadas a laser —, software para missões ar-ar, ar-terra e ar-mar além de procedimentos operacionais e de manutenção que barateiam seus custos de empregabilidade.

O radar do caça é o poderoso APG-79, verdadeiramente revolucionário. Sua varredura em feixe ativo permite analisar o espaço aéreo em torno do avião na velocidade da luz, entregando assim ao piloto um conhecimento da situação e das ameaças que o circulam, quer em missões ar-ar, missões ar-terra. Algo impensável aos antigos radares mecânicos que dotam os aviões de gerações anteriores.

Cada F/A-18 Super Hornet custa o valor de 100 a 150 milhões de dólares.

Ficha Técnica:

Fabricante: Boeing / Estados Unidos

Velocidade máxima: 1.900 km/h

Teto máximo: 15 mil metros

Autonomia de voo: 3.330 km

Source: http://www.jornalopcao.com.br/posts/ultimas-noticias/brasil-pode-comprar-avioes-de-combate-americanos-para-forca-aerea-em-anapolis


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12/11/2014 às 16:19 - Atualizado em 12/11/2014 às 16:26

Nelson Salgado, vice-presidente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Embraer (Embraer/Divulgação)

A Azul não é obrigada a adquirir aviões da Embraer, reforçou nesta quarta-feira Nelson Salgado, vice-presidente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da fabricante de aeronaves, após participar de evento no Rio. Esta semana, a Azul ameaçou desistir de uma encomenda de 30 jatos Embraer E-2, modelo que chega ao mercado em 2018, com opção de compra de mais 20 aviões, por discordar da proposta de retirar o limite de subsídio para os voos regionais.

O Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional (Pdar) previa o pagamento de subsídio a metade dos assentos, com limite de 60 assentos por voo, mas houve proposta para eliminar o teto . o que provocou a reação da Azul. Após a controvérsia, o texto foi aprovado no formato original, com limitação para o número de lugares subsidiados. "A Azul não tem obrigação nenhuma de comprar avião da Embraer. Se ela chegar à conclusão de que deve comprar avião de outro tipo, ela vai fazer isso e nós vamos seguir nossa vida tocando o negócio", disse Salgado, em linha com as declarações do presidente da Embraer, Frederico Curado. Até o momento, o contrato da compra dos aviões não foi fechado, há apenas uma carta de intenções, segundo o executivo.

"Competimos em aviação regional no mundo inteiro, com japoneses, russos, com todo mundo. Se o mercado for desenvolvido no Brasil, nós vamos competir aqui também. Se não for desenvolvido, como disse nosso presidente ontem, a vida continua. Estamos acompanhando o processo, não é nada de vida ou morte", acrescentou o vice-presidente. Segundo ele, com o desenvolvimento do mercado de aviação regional, a Embraer pretende competir por contratos com outras companhias além da Azul.

Com a aprovação do plano de aviação regional, Salgado disse que as próximas etapas envolvem a definição, pelas companhias aéreas, do tipo de avião adequado para cada rota, seja de pequeno, médio ou grande porte. De acordo com ele, a escolha deve depender da densidade (ou seja, a procura) da rota. "O que os incentivos não podem fazer é distorcer essa escolha e fazer com que alguém selecione um avião diferente por conta do tipo de incentivo", disse o executivo. "Eu acho que poderia levar a distorção, sim", acrescentou, quando questionado sobre o dispositivo de limitar o subsídio a 60 assentos.

Apesar disso, ele não vê a Embraer como a maior beneficiada. "Não só a Embraer, todos os produtos menores apropriados para aviação regional. Não existe um centavo de imposto de importação (sobre aviões)", citou o executivo. Além dos subsídios, o Pdar - estabelecido pela Medida Provisória 652 - liberou o capital estrangeiro em companhias aéreas brasileiras, permitindo que grupos estrangeiros sejam donos de 100% de uma empresa aérea no Brasil, e a construção de aeroportos privados para uso público.

Source: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/azul-diz-que-nao-e-obrigada-a-comprar-avioes-da-embraer/

21.05.2018

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