Viagem de avião com bebê

Viagem de avião com bebê

Fazemos parte da parcela de pais que amam viajar e que não acham certo deixar o filho para trás. Por isso, nosso pequeno já é um cidadão do mundo.

A caminho da terra do Tio Sam

Com 1 ano e 2 meses de idade, Bernardo já fez duas viagens de avião: a primeira, aos 5 meses, para os Estados Unidos, Flórida (foto ao lado). A segunda, com 1 ano de idade, ao Uruguai e Argentina. Em breve, fará a terceira. No próximo mês, voltaremos aos Estados Unidos. Desta vez, passearemos por Nova York e outras cidades da região da Nova Inglaterra.

Vou dar algumas dicas sobre o que é importante saber antes de encarar o avião pela primeira vez com o filhote, com base na nossa experiência.

Inicialmente, é bom lembrar que crianças de colo (até 2 anos) não pagam por um assento. Antes que você comemore (“Oba, é grátis!”), um adendo: para vôo internacional, há uma taxa equivalente a 10% da tarifa. Portanto, você só poderá comemorar se o vôo for doméstico, pois, nesse caso, não há a taxa.

De qualquer forma, você tem duas opções: não pagar pelo assento (e desembolsar somente a taxa, se o vôo for internacional) ou, se tiver dinheiro sobrando, pagar pelo assento, no valor de uma passagem comum. Pelo o que escuto, a maioria das famílias fica com a primeira opção. É a minha escolha, também. E, ainda que eu tivesse o dinheiro sobrando, não pagaria pelo assento para o meu bebê. Preferiria gastar o valor na viagem, com toda a certeza!

Pois bem, uma vez escolhida a opção de não pagar pelo assento do bebê, você pode se perguntar: “Mas terei que ficar com ele no colo o tempo inteiro?”. Não, desde que você tenha a sorte de:

1) Conseguir um bercinho. Isso porque algumas companhias aéreas possuem berço para bebês, que é fixado na “parede” da aeronave, em frente aos primeiros assentos. A TAM, por exemplo, o disponibiliza mediante reserva. De acordo com o blog da empresa: “As medidas do berço são de aproximadamente 75cm X 34cm X 22cm, e suporta um peso de até 11kg”. É de graça na Classe Executiva, mas custa entre U$ 30,00 e U$ 70,00 na Classe Econômica, dependendo do destino (mais informações aqui ). Ou

2) Conseguir embarcar com o seu bebê conforto. Se o vôo não estiver lotado (o que você vai descobrir na hora do check in ), vão permitir que você embarque com o bebê conforto. Assim, poderá colocá-lo em um assento ao lado do seu, para seu filho dormir ali. Mas, se o vôo estiver lotado, o bebê conforto terá que ser despachado com as malas.

Dormindo no bebê conforto, em passeio de carro pelo Uruguai

Obs. Independentemente de ser usado no avião, o bebê conforto é um item indispensável se você for alugar carro no destino da viagem. Claro que as empresas de aluguel de veículos oferecem o aluguel do item, mas não costuma valer a pena. Nos Estados Unidos, por exemplo, o aluguel sai em torno de U$ 11,00 por dia. Depois de uma semana de aluguel, você vai perceber que teria ficado mais barato ter comprado outro bebê conforto novinho…

Para as mamães que são adeptas do wrap/sling. pode ser interessante também levá-lo, assim o bebê dorme ali tranqüilo, aconchegado, e você não fica com os braços ocupados.

Superada a questão de onde o bebê ficará durante o vôo – no berço, no bebê conforto, no wrap/sling, no colo – as dúvidas recaem sobre “o que levar ”. Toda mãe sabe que bebê exige muitos acessórios: carrinho, fraldas, roupas, etc. Por isso, é normal bater a dúvida: o que levar comigo para dentro do avião e o que despachar com as malas?

As companhias aéreas costumam permitir o embarque de um bebê conforto (se o vôo não estiver lotado, como já foi dito) e de uma bolsa de fraldas. Além disso, podem ser despachados uma mala de até 23kg e um carrinho de bebê. Não se esqueça de pedir um saco plástico, no check in. para cobrir o carrinho, que corre o risco de chegar sujo, molhado, etc. se não estiver coberto.

Aliás, o carrinho pode ser despachado com as malas ou entregue na porta da aeronave. Algumas empresas, como a American Airlines, permitem inclusive o embarque do carrinho, se for do modelo “guarda-chuva”, o qual: “Pode ser levado a bordo da aeronave desde que caiba no compartimento de bagagens superior; Não conta como bagagem de mão permitida e está isento de taxas sobre bagagem” (mais informações aqui ).

Vale lembrar que, dependendo do destino, pode não ser necessário levar o carrinho. Alguns resorts. por exemplo, o disponibilizam para os hóspedes, o que é uma mão na roda…

Já a bolsa de fraldas é indispensável. Nela, você vai precisar levar, para o bebê: duas mudas de roupas, meias, um casaco e um cobertor (o ar condicionado do avião costuma ser bem gelado), fralda de boca, fraldas descartáveis, pomada, lenços umedecidos, hidratante (atenção: pomadas, cremes e líquidos devem estar em recipientes individuais com capacidade máxima de 100 ml).

Não se esqueça de levar uma muda de roupa para você. na sua mala de mão. É bem provável que, em algum momento, você se suje por causa do seu filho – seja trocando as fraldas no minúsculo banheiro do avião, seja com uma golfada de leite…

A depender da alimentação do seu filho e da duração do vôo, leve também potinhos de comida e leite em pó para a mamadeira. Primeiro, confirme com a companhia aérea o que é permitido embarcar para alimentação do pequeno. Com relação a líquidos, a vidros, etc. as regras variam conforme a empresa.

Não precisei me preocupar com isso nas nossas viagens de avião. Na primeira delas, aos Estados Unidos, Bernardo ainda tinha 5 meses e estava exclusivamente no peito. Já na viagem que fizemos ao Uruguai, além de o tempo de vôo ter sido bem inferior, meu filho tinha mais de 1 ano e já não precisava mais de comida de bebê. Ele mamou no peito e lanchou (bolacha, pão, fruta…). Os lanchinhos são bons para as crianças maiores porque, além de alimentarem, os distraem – enquanto comem com as mãozinhas, os pequenos ficam sentados quietinhos, entretidos.

A propósito, é importante lembrar de amamentar o pequeno (ou dar mamadeira/chupeta, se seu filho não mama) na decolagem e na aterrissagem. O movimento de sucção impede que os ouvidos entupam com a pressão.

No mais, você vai precisar pensar em como irá entreter o filhote durante o vôo, nas horas em que ele estiver acordado. Leve DVD player portátil, brinquedos… Ande com ele pelos corredores do avião… Bom, você sabe melhor do que ninguém como distrair o seu filho. O melhor é que o vôo seja noturno, assim o bebê dorme durante a maior parte da viagem.

Em tempo: não se esqueça do seguro saúde. Verifique se a sua seguradora oferece cobertura internacional. Em hipótese negativa, contrate um bom seguro junto a uma agência de viagens.

Dá trabalho viajar com criança? Sim. Me arrependo de ter levado Bernardo em nossas viagens? Jamais. O trabalho que dá é facilmente compensado pelas vantagens: pela prioridade nas filas e no embarque do avião (parece besteira, mas pode fazer muita diferença!), pelos sorrisos meio banguelas, pelas novas experiências, pelo tempo de qualidade em família, e, principalmente, pelas lindas memórias que criamos juntos.

Conversando com Bernardo. Filho, posso afirmar, tranquilamente, que o levaria novamente nas viagens que fizemos e, com certeza, o levarei nas próximas… Afinal, somos uma família! Penso que: família que viaja unida, permanece unida.

Source: http://conversandocombernardo.com/2012/09/05/viajando-com-bebes-o-be-a-ba-para-encarar-o-aviao/


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Viagem de avião com bebê

Departamento Científico de Neonatologia da SBP

À medida que viagens aéreas com crianças se tornaram mais populares, orientações quanto a precauções tem sido solicitadas pelos pais com mais frequência.

Recém-nascidos saudáveis podem viajar com segurança em avião com cabine pressurizada e, com algumas exceções, toleram bem a viagem aérea.

Os pais devem aproveitar o direito a atendimento preferencial, por viajarem com criança com menos de 12 anos, embarcando e desembarcando antes dos demais passageiros.

O ideal é solicitar assentos na primeira fileira, reservados para passageiros especiais, como bebês. Recomenda-se que o recém-nascido ocupe um assento individual, o que implica na aquisição de bilhete exclusivo para a criança, em maior gasto, mas, em contrapartida, em maior segurança. A utilização de assentos desocupados requer contato prévio com a companhia aérea. O bebê deve ser acomodado em cadeira de transporte com certificado de qualidade, tipo bebê-conforto, afivelada ao cinto de segurança do avião e posicionada para trás, da mesma forma que no automóvel. Em geral, a companhia aérea não disponibiliza bebê-conforto, cabendo aos pais a responsabilidade de providenciá-lo. Algumas aeronaves possuem suporte de parede, localizado à frente da primeira fileira, diante da poltrona dos pais. Transportar o bebê no colo é contraindicado, mesmo durante a decolagem e o pouso, pois aumenta o risco de traumatismo e morte.

Nas viagens curtas o recém-nascido deve ser alimentado antes do embarque, evitando assim sua retirada do bebê conforto durante o vôo. Nas viagens longas a amamentação é a forma mais prática e segura de alimentar a criança. Se for utilizada fórmula láctea, precisa ser garantido suprimento de água limpa e higiene no momento do preparo. A frequência das mamadas deve seguir a rotina habitual. Em altitude de cruzeiro, pela baixa pressão atmosférica, o ar presente no estômago e no intestino aumenta cerca de 20%. Alimentar a criança com muita frequência pode aumentar ainda mais a quantidade de ar, causando desconforto e choro.

No recém-nascido a trompa de Eustáquio (canal que comunica o ouvido médio à parte posterior da garganta) é menos calibrosa e suas paredes tendem a colapsar, principalmente durante a descida da aeronave. A deglutição provoca a abertura desse canal, permitindo que entre ar no ouvido médio e ocorra equilíbrio entre a pressão interna e externa. A oferta de seio materno (ou mamadeira) pode prevenir ou minimizar a ocorrência de desconforto ou dor. No entanto, por questão de segurança, a criança deve permanecer no bebê conforto durante a decolagem e a descida da aeronave. Em outros momentos esse recurso pode ser utilizado, particularmente quando ocorre inquietação ou choro. A literatura científica não indica a utilização de chupeta com essa finalidade, nem o uso preventivo de descongestionantes nasais.

A bagagem de mão deve conter cobertor, para proteger a criança das baixas temperaturas decorrentes da exposição prolongada ao ar condicionado, fraldas, lenços umedecidos e muda de roupa completa, para o bebê e para a mãe.

Antes de viajar, o ideal é consultar o pediatra para avaliação das condições de saúde da criança e recomendações específicas.

Viagens aéreas não são seguras para recém-nascidos com anemia grave, doença cardíaca ou pulmonar, pois a menor quantidade de oxigênio no interior da aeronave leva à redução da oxigenação sanguínea, aumentando a necessidade de administração de oxigênio.

Em geral, a qualidade do ar dentro da aeronave é melhor que a encontrada na maioria dos espaços fechados em terra firme. O sistema de ar condicionado e de ventilação é capaz de manter uma contagem baixa de bactérias e fungos dentro da cabine. Entretanto, a transmissão de doenças infecciosas pode ocorrer, principalmente pela proximidade dos passageiros.

A utilização de sedativos, em vôos longos, é contraindicada. Qualquer medicação, somente deve ser utilizada sob prescrição médica.

Source: http://www.conversandocomopediatra.com.br/paginas/recem_nascido/cuidados_aviao.aspx


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Viagem de avião com bebê

Há duas semanas viajei de avião com o Léo pela primeira vez. A experiência foi tranquila, mas considerando que eu cometi duas pequenas gafes, achei que seria legal fazer um post sobre isso e alertar as mamães de primeira viagem (nos dois sentidos) para que elas não passem pelo mesmo sufoco.

Abaixo, um guiazinho rápido do que cuidar antes e durante a viagem. Essas dicas são válidas para vôos nacionais, já que no caso de internacionais algumas regras mudam. Vamos lá… 1. Quando for emitir a passagem, não faça como a avoada aqui e lembre-se de marcar a opção que informa que você está viajando com um bebê de 0 a 23 meses. Eu não fiz isso no ato da emissão e tive que chegar no aeroporto com antecedência, para inserir o Léo na lista dos passageiros. Esse foi meu primeiro erro.

2. Quando for embarcar, não esqueça de levar documento original do seu filhote ou uma cópia autenticada. Eu cheguei no aeroporto só com uma cópia simples e não pude embarcar. Coisa que mãe de primeira viagem. Acabei tendo que remarcar a passagem para dois dias depois e pagar a diferença. Os documentos aceitos são: certidão de nascimento e RG.

3. Se você viajar sozinha com seu bebê, peça que alguém a leve até o aeroporto e a ajude até o momento que você despachar as malas no check in. A não ser que você seja uma mamãe ninja, se você não contar com a ajuda de alguém vai passar por um bom perrengue. É quase impossível você empurrar o carrinho do bebê e o carrinho das malas e ainda carregar sua bolsa, a bolsa do bebê e o próprio bebê. Caso não tenha mesmo como obter ajuda, tente usar um canguru para colocar o bebê, aí você fica com as duas mãos livres para se virar por lá.

4. Tente chegar com mais tempo de antecedência do que o que é exigido pelas companhias aéreas, pois aí você garante que haverá espaço para você e seu baby na primeira fileira do avião (esses acentos só podem ser marcados no momento do embarque e são reservados para grávidas, mamães com crianças de colo, idosos e portadores de deficiência física).

5. Se for fazer uma viagem de algumas horas, solicite para a companhia aérea, por telefone e com antecedência, um bercinho para o bebê. Algumas das companhias aéreas disponibilizam esse acessório. Ele é indicado para bebês de até quatro meses.

6. Alguns bebês costumam sentir algum desconforto nos ouvidos na hora da decolagem e aterrisagem. Para amenizar isso, ofereça o peito, a mamadeira ou a chupeta. Quando o bebê suga, o desconforto da mudança de pressão atmosférica é amenizado. No meu caso, o Léo dormiu tanto na decolagem quanto aterrisagem e aí não reclamou nadinha, mas se o bebê estiver acordado, experimente a técnica de sugar que quem já usou garante que faz efeito.

7. Você tem direito a levar o carrinho do bebê sem que ele conte como bagagem. Você pode ficar com o carrinho até o momento de entrar no avião. Nessa hora, alguém da companhia aérea ajudará-la a fechá-lo e o colocará no compartimento de bagagens. Quando o avião estiver em solo, o carrinho será entregue para você de novo.

8. Não esqueça de levar na sua bagagem de mão: mamadeiras com água preparar o leite do bebê (se ele tomar mamadeira), o leite em pó já separado na quantidade certa, mamadeira com água ou suquinho (se ele já tomar esses líquidos), um paninho de boca, uma mantinha para cobrir o bebê, um trocador portátil, um travesseirinho para acomodar melhor o bebê nos seus braços, pelo menos dois brinquedinhos (que façam pouco barulho, para não atrapalhar os demais passageiros), um número suficiente de fraldas descartáveis, pomada para assadura, lenços umedecidos, remédios que o bebê estiver tomando e uma muda de roupa extra, para o caso de algum acidente.

9. Ao entrar no avião, retire da sacola de mão os itens que você irá precisar durante o vôo, pois essa bagagem não poderá ficar com você (ela terá que ir para o compartimento superior da aeronave). Dica de algumas coisas que eu acho interessantes você retirar da bolsa: mamadeira (para oferecer ao bebê na decolagem e aterrisagem), um brinquedinho, um paninho de boca e uma mantinha para cobrir o bebê se ficar frio na aeronave. Caso você precise de alguma coisa que ficou na sacola guardada, solicite ajuda a algum(a) comissário(a) de bordo.

No geral, achei bem tranquilo viajar sozinha com meu bebê. O vôo foi curto e tranquilo e o pequeno Léo se comportou bem. Os únicos contra-tempos foram responsabilidade da mamãe aqui, mas se você ficar de olho nas dicas acima não passará pelos perrenguinhos que eu passei.

Se você quiser mais dicas de como viajar com bebês e crianças dê uma olhada no link abaixo, do blog Baby Dicas. Está completíssimo! Eles explicam direitinho como conseguir o bercinho, falam sobre como trocar fraldas no avião (coisa que não precisei fazer) e dão algumas dicas para viagem com crianças mais velhas.

  Aproveite as dicas e boa viagem.

Source: http://www.macetesdemae.com/2012/11/viajando-de-aviao-com-um-bebe-o-que-voce.html


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Viagem de avião com bebê

Getty Images

Como evitar enjoos, dores de ouvido e saiba quais os documentos necessários na hora de embarcar

 

1. Recém-nascidos podem viajar de avião?

As companhias aéreas aceitam transportá-los apenas quando têm mais de 7 dias de vida. Porém a recomendação médica é outra: “É ideal ter mais de 28 dias. Antes disso, ele é considerado neonatal e pode haver a necessidade de retorno ao hospital por alguma complicação”, explica o pediatra Ricardo de Castro, de Minas Gerais.

Mais seguro ainda é esperar um pouco mais. “Com menos de 3 meses, o sistema imune não está bem desenvolvido, sendo mais suscetível a infecções. Por isso, evite viagens em que haja uma grande aglomeração de pessoas”, indica a pediatra Raquel Quiles, médica assistente do Centro de Referência Nacional de Saúde da Criança do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

 

2. Quais documentos devo levar para que meu filho embarque comigo em um voo doméstico?

Se o voo for nacional, é necessário que você esteja com o documento de identidade ou a certidão de nascimento do pequeno. Lembre-se de que, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, menores de 12 anos precisam estar acompanhados de, pelo menos, um dos pais ou parentes maiores de 18 anos. Caso contrário, você precisará fazer uma autorização judicial (com firma reconhecida) para que ele embarque com outro acompanhante.

 

3. Se a viagem for internacional, quais são os documentos necessários?

A criança precisará ter um passaporte. Mas fique atenta à data de validade dele, pois a de crianças menores de 5 anos é menor do que a de adultos. Também será preciso conseguir um visto caso o país de destino exija. E, se seu filho for embarcar apenas com você, é preciso levar uma autorização por escrito do pai com firma reconhecida. O modelo da carta pode ser encontrado no site do Tribunal de Justiça.

 

4. Quais procedimentos devo tomar durante o voo?

Os cuidados não mudam por você estar em um avião – eles serão os mesmos que você costuma fazer em casa. A troca de fralda, por exemplo, deve ser realizada assim que você perceber que ela está suja.

A alimentação vai variar de acordo com a idade. “Em geral, não se recomendam intervalos muito longos, acima de três horas”, conta a pediatra Raquel Quiles. Se a rota for muito longa e você precisar dar banho no pequeno, lance mão das toalhas umedecidas.

 

5. Como preparar os pequenos para o voo?

“Se vai com crianças menores (até 5 anos), uma estratégia é ir durante a noite, período em que eles estão acostumados a dormir”, sugere a pediatra Raquel Quiles. Para os mais grandinhos, vale explicar tudo sobre a viagem, ilustrando os momentos de diversão que eles terão no destino. Usar a psicologia funciona muito bem nessa hora.

 

6. Como realizar a troca de fraldas no avião?

Algumas aeronaves possuem fraldários. Na dúvida, troque seu bebê antes de embarcar, no próprio aeroporto (a maioria tem fraldário, junto ao banheiro). Se precisar fazer isso no avião, chame a comissária de bordo e pergunte se tem algum lugar onde você possa ficar mais à vontade com o bebê. Mas atenção: não pule a troca de fraldas, pois isso pode causar desconforto e até assaduras graves.

 

7. Bebês viajam de graça?

De acordo com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), os menores de 2 anos de idade poderão ter seu transporte cobrado, mas o valor não pode ultrapassar 10% da tarifa paga pelo adulto, desde que não ocupem um assento.

Já os pequenos com mais de 2 anos deverão ocupar assento e, consequentemente, pagam a tarifa (ou uma parte dela) definida pela companhia aérea. O desconto pode chegar a 50%. As taxas de embarque são isentas apenas para menores de 2 anos, segundo norma da Infraero. Os mais velhos podem ou não ganhar descontos, que seguem critérios conforme a companhia.

 

8. O atendimento das companhias é diferenciado quando viajo com meu bebê?

Sim, ou pelo menos deveria ser. Segundo a Anac, crianças de até 12 anos, de colo ou não, são consideradas passageiros com necessidades especiais e têm preferência no embarque, no check-in e nos assentos diferenciados, como os das primeiras fileiras. Isso vale também se você estiver amamentando.

Mas é preciso avisar a companhia no ato da compra ou depois, pelo SAC, com 48 horas de antecedência. Para o check-in, mesmo tendo atendimento preferencial, você ainda deverá respeitar o horário de chegada pedido pela empresa, que geralmente é de uma hora para voos domésticos e duas para internacionais.

 

9. Meu limite de peso de bagagem aumenta por causa dos acessórios do bebê?

Infelizmente, não. De acordo com a Anac, a franquia de bagagem é definida por critérios de segurança, seguindo o peso máximo de decolagem do avião. Em voos domésticos, você poderá despachar até 23 kg, incluindo bagagem especial, como carrinhos. A quantidade é baixa, por isso, na hora de fazer a mala, selecione coisas que realmente irá usar e deixe de fora utensílios de que não precisará.

Nos voos internacionais, essa franquia aumenta, mas é variável conforme a companhia aérea. Antes de fazer a mala, vale se informar sobre isso para não pagar por excesso de coisas.

 

10. Devo levar a carteira de vacinação de meu filho?

Sim. “Durante a viagem, podem acontecer algumas intercorrências e ser necessário checar a vacinação”, avisa a pediatra Raquel Quiles. A carteirinha também é útil em caso de doença no local de destino. “Nesse caso, o médico do pronto-atendimento verificará o cartão e tomará as medidas necessárias”, acrescenta o pediatra Ricardo de Castro.

 

11. Muitos estados brasileiros exigem que os turistas tomem vacina contra a febre amarela. Bebês podem tomá-la?

Sim. De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina contra a febre amarela deve ser dada antes de ir para a maioria dos estados brasileiros (AP, TO, MA, MT, MS, RO, AC, RR, AM, PA, GO e DF, estados considerados endêmicos; PI, BA, MG, SP, PR, SC e RS, estados da área de transição; e alguns municípios de BA, ES e MG, considerados de risco potencial).

Mas fique tranquila, pois, segundo o pediatra Ricardo de Castro, de Minas Gerais, essa vacina é dada sempre aos 9 meses de idade e repetida a cada dez anos. “Faz parte do calendário oficial da Sociedade Brasileira de Pediatria”, garante. Agora, se seu filho tem menos de 9 meses, saiba que não é recomendado antecipar a vacina. “Nesse caso, seria melhor não ir”, diz a pediatra Raquel Quiles.

 

12. Toda criança se sente mal durante o voo?

Não, mas você precisa contar com as exceções, pois pode ocorrer com seu filho. A movimentação do avião pode causar vertigens, náuseas e até vômito. “Por isso, consulte um pediatra antes de ir e, se for o caso, cerca de 40 minutos antes de embarcar, medique seu pequeno de acordo com as recomendações dele”, alerta a pediatra Raquel Quiles.

Outro incomodo comum é a dor de ouvido, principalmente nos menores de 2 anos. Para isso, o médico Ricardo de Castro sugere: “Ofereça líquidos enquanto o avião está sob pressurização. Assim, os ouvidos não tencionam tanto e doem menos”.

 

13. Se meu filho estiver gripado, ele pode viajar ou a pressão do avião irá prejudicá-lo?

A pressão pode acentuar o processo, sim. Porém, de acordo com o pediatra Ricardo de Castro, isso não contraindica a viagem. “No entanto, se ele apresentar estado febril intenso e processos respiratórios mais graves, como broncoespasmos, resolva antes de sair”, diz.

 

14. As companhias aéreas oferecem comida especial para crianças?

A Anac não tem nenhuma regulamentação para isso. Mas algumas companhias oferecem alguns diferenciais, como papinhas e refeições especiais. Porém, para requisitar, é preciso avisar no SAC da empresa com até 48 horas de antecedência ou pelo seu agente de viagem. Não é regra, mas pode funcionar bem: voos com menos de uma hora e meia não servem lanche, e os mais longos do que isso, sim.

 

15. Posso subir no avião com mamadeira, leite e papinhas na bagagem de mão?

Sim, mas apenas com as quantidades que serão utilizadas durante seu voo. Portanto, calcule o quanto vai usar antes de sair de casa. Não se esqueça de que, de acordo com a Anac, os alimentos devem ser apresentados no momento da inspeção, ou seja, na hora do raio X da mala de mão.

 

16. Posso embarcar com remédios?

Sim, mas eles devem ser transportados apenas na quantidade a ser utilizada durante o voo, incluindo as escalas. Além disso, é preciso apresentá-los no momento das inspeções de bagagem.

Em voos internacionais, é preciso apresentar o receituário do médico. E não esqueça: quantidades maiores do que as que serão utilizadas durante o voo devem ser levadas na mala despachada.

 

17. O que devo levar na bagagem de mão quando viajo de avião com bebês?

Veja a lista que os pediatras Raquel Quiles e Ricardo de Castro preparam para você não se esquecer de nada:

• 1 ou duas mamadeiras vazias (para colocar os líquidos oferecidos no avião, como água ou suco);

• Leite artificial (caso use);

• Alimentação, como papinhas (caso a companhia aérea não forneça);

• Chupeta;

• Fraldas;

• Lenços umedecidos, toalha ou chumaços de algodão (para molhar com água no banheiro) para higiene;

• Pano de boca;

• Travesseiro (caso a companhia aérea não forneça um);

• Coberta ou blusa de frio (para proteger do ar-condicionado);

• Brinquedos silenciosos (para não incomodar os outros passageiros);

Source: http://bebe.abril.com.br/materia/17-dicas-para-viajar-com-o-bebe-de-aviao

03.12.2020

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