Viagem florença

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Em meio às belíssimas estradas da Toscana está Florença, uma das cidades mais importantes da Itália e que ajuda a ampliar a divulgação dos trejeitos típicos do povo italiano. Território tão relevante quanto a capital Roma e a charmosa Veneza, andar sobre Florença é algo, realmente, mágico, seja pela arquitetura impecável de suas construções ou pelo acolhimento do arrebatador povo local. Um guia Florença deve ser composto não apenas por uma visita ao Duomo, como também abranger a Galleria degli Uffizi, uma das pinacotecas mais disputadas pelos turistas. Outro ponto a ser considerado no seu guia Florença é o Piazzale Michelangelo, o famoso parque do qual se obtém a melhor vista panorâmica da cidade. Na hora de sair para comer, prepare-se para se deliciar com os maravilhosos pratos italianos, servidos com prazer tanto em restaurantes refinados quanto em bares mais singelos. Sua viagem ficará completa após mergulhar na vida noturna de Florença, que, tradicionalmente, apresenta uma mescla de universitários e viajantes de todas as partes do mundo.

Não é a toa que a viagem para Florença é uma das mais procuradas pelos turistas que desejam ir à Itália. O turismo Florença deixa marcas indeléveis na alma e que te acompanharão para sempre. Acompanhe as nossas sugestões para que você faça uma grande viagem para Florença.

O significado da estonteante catedral se reflete sobre Florença, particularmente, no que tange à forte religiosidade da maioria da população italiana. Apesar de ter as suas primeiras partes erguidas no final do século XIII, a Catedral de Florença foi concretizada em definitivo quando o século XIX já apontava no horizonte.

Somente os mais resistentes conseguem adentrar essa insubstituível galeria de arte. Situada em uma edificação que data de 1560, o local abriga as mais relevantes obras que constituem todo o profundo significado do que foi o movimento artístico renascentista. Depois de horas na fila, você terá de reservar algum fôlego para percorrer as 45 salas da pinacoteca. Destaque para as obras de Rafael Sanzio, Caravaggio, Van Dyck e Rembrandt.

O turismo Florença deve ser coroado com uma visita a esse parque, pois dali é possível permanecer por horas admirando a arquitetura clássica dos prédios lá embaixo. O local já apareceu em vários longas metragens.

Florença possui um amplo leque de bons restaurantes. Começando pelos cafés, conheça os acepipes irresistíveis do Café Gilli. O Enoteca Pinchiorri é um dos restaurantes mais premiados da Itália, contudo, os preços são proporcionais à popularidade. Outra opção, considerada de mesmo nível pelo público gourmet é o Cibrèo. O detalhe é que este não pratica preços tão abusivos e oferece pratos semelhantes. Já o Da Mario apresenta um menu recheado de receitas caseiras e também é imperdível.

Sem dúvida, se tem um povo europeu que sabe se divertir, este é o italiano. As noites em Florença revelam cenários coloridos, bares com muita música ao vivo ou apenas com um longínquo som ambiente, nos quais o que mais se ouve é um amontoado de italianos tagarelando o seu delicioso sotaque. Divirta-se à vontade no Cabiria, agitado bar musical. Já o Central Park é um restaurante que entre Maio e Setembro proporciona grandes baladas dirigidas por DJs renomados. O R&B também se revela em Florença por meio do YAB Club.

Source: http://www.submarinoviagens.com.br/destinos/florenca-italia


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Uma das cidades da Itália mais visitadas por turistas, depois de Roma e Milão.

Chamada também de Firenze (em italiano), a cidade teve e tem ainda hoje, grande importância para a cultura e a arte italiana.

Foi importante inclusive, na segunda metade do século XIX, quando definiu-se o idioma oficial italiano.

Até então o siciliano seria o idioma eleito, mas neste mesmo período, essa região começou a se destacar muito culturalmente devido a influência de grandes artistas como Dante Alighieri.

Dessa forma, devido a grandes produções culturais, decretou-se como idioma oficial o dialeto falado na cidade de Florença e toda a regiãoda Toscana.

A cidade de Florença ou Firenze é a capital (capoluogo) da região da Toscana na Itália.

Possui mais de 370 mil habitantes em uma extensão de 102 km².

O Aeroporto de Florença chama-se Amerigo Vespucci ou Peretola (www.aeroporto.firenze.it ).

Algumas das companhias que passam por lá são: Alitalia, Meridiana, Brussels Airlines, Lufthansa e Swiss.

E alguns dos seus destinos são: Catania, Roma, Madri, Zurique, Paris, Londres, Amsterdam, Bruxelas e Barcelona.

Outra forma de você chegar até a cidade é de trem com a Trenitalia (www.trenitalia.com ).

Note que existe mais de uma estação em Florença. As principais são: Firenze Rifredi (perto do novo polo universitário da cidade), Firenze Campo di Marte (próximo ao estádio Artemio Franchi) e Firenze Santa Maria Novella.

Essa última estação é a principal e maior estação da cidade. Se descer nela, vai ter fácil acesso ao centro da cidade e seus atrativos turísticos.

De Roma à Firenze S.M.N você leva 1:35h com o Euro Star (Frecciarossa) e gasta cerca de 45€. Com o IC (Intercity) você leva 3h e gasta 30€.

De Venezia à Firenze S.M.N você leva 2h com o Euro Star (Frecciarossa) e gasta cerca de 43€. Com o IC (Intercity) você leva 3:15h e gasta à partir de 24€. Esse último, você desce em Rifredi, depois tem que pegar ou trem para Santa Maria Novella.

Consulte o site da Trenitalia para mais informações de origens, destinos, valores e horários (www.trenitalia.com ).

De clima temperado úmido ou mediterrâneo, pode ter temperaturas abaixo de 0ºC no Inverno e acima de 35ºC no verão.

No inverno pode nevar na cidade apesar de não ser um fenômeno de longa duração e de muita frequência.

Dezembro e Janeiro são os meses mais frios e Julho e Agosto, os mais quentes. As chuvas são mais abundantes no outono, sendo o mês de Novembro o mais chuvoso.

Particularmente adoro a primavera na Itália, principalmente do final de Maio até meados de Junho.

Como se locomover

Florença, seu centro histórico, é para ser feito à pé. Só assim poderá realmente entender os charmes dessa cidade. E cá entre nós, o centro nem é tão grande assim.

Se por acaso achar longe a Piazzale Michelangelo, então poderá pegar um ônibus (Linea 12 ou 13) na estação Firenze S.M.N.

O bilhete unitário com duração de 90 min custa 1,20€. Você tem a opção também de abonamentos de 24h (5€), 3 dias (12€) e 7 dias (18€).

A empresa ATAF é responsável pelas linhas de ônibus circulares. Entre no site e consulte valores atualizado e itinerários (www.ataf.net ).

Se quiser conhecer outras cidade vizinhas, sugiro os trens.

Morei em uma cidade bem perto de Firenze, portanto, nunca fiquei hospedade em nenhum hotel por lá.

Mas o centro histórico é sempre uma boa opção. Perto de tudo, inclusive de restaurantes e bares. Mas aqui os hotéis são um pouco mais caros.

Olhando pela net, vi os seguintes hotéis bem recomendados por quem já visitou a cidade:

- Cicerone Guest House (Via Guelfa, 45)

Source: http://www.dicaseturismo.com.br/florenca-firenze-italia/


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Encontre nesta cidade

Distância de outras cidades: Roma 283 km, Veneza 265 km, Milão 304 km, Siena 72 km, San Gimignano 57 km, Bolonha 117 km

Cada curvinha perdida das estradas da Toscana reserva um deleite único, ora por uma igrejinha milenar esquecida, ora pela luz da tarde pincelando os campos de girassóis e vinhedos. E, quando esse cenário encantado já parece ser o suficiente, eis que surge Florença. a cidade responsável – juntamente com Roma e Veneza – pelo status de “terra de sonhos” da Itália. Desenvolvida às margens do Rio Arno, sobre o qual ainda perseveram sensacionais pontes ancestrais, a cidade de mais de 2 mil anos teve seu auge no Renascimento. Tal momento histórico contribuiu não apenas para a beleza dos casarões, com suas cúpulas ornamentadas, mas também para que ali se reunisse, ao longo dos séculos seguintes, uma grossa fatia da melhor arte já produzida em território italiano. Estima-se que aproximadamente 40% do acervo artístico do país estão nos museus e nas ruas de Florença. Duas das galerias mais concorridas do mundo, Uffizi e Accademia, estão aqui, apresentando aos visitantes perplexos as melhores travessuras de Michelangelo, Botticelli e outros gênios. Mas quem não encara uma fila por muito tempo não perderá a viagem se quiser só zanzar pelas ruas, pontes e esquinas da cidade, sempre prontas para revelar uma nova-velha surpresa.

SUGESTÃO DE ROTEIRO

Dedique ao menos dois dias para conhecer Florença. No primeiro dia, explore o Duomo e o Batistério, visite a Accademia, tome um café na Piazza della Signoria e caminhe pela Ponte Vecchio. No segundo, chegue bem cedo para conhecer a Galleria degli Uffizi, reservando ao menos 3 horas para conhecer suas obras de arte. O Bargello, o Museu da Ópera, o Palácio Pitti e a Capela dos Médici em San Lorenzo são algumas das muitas opções para visitar durante a tarde. Ou simplesmente, perca-se pelas ruas da cidade ou dê um jeito de ficar mais tempo por aqui.

Voos nacionais e internacionais, incluindo das companhias de baixo custo, chegam em dois aeroportos. O Aeroporto Galilei (www.pisa-airport.com ) fica a 1 quilômetro de Pisa e conta com parada de trem, além de ônibus que o ligam à estação de  Florença. O Aeroporto di Firenzi (www.aeroporto-firenze.it ) fica a 5 quilômetros da cidade e é ligado ao Centro ou à estação de ônibus Santa Maria Novella. Dentre as companhias que fazem a ligação entre Florença e outras regiões da Itália e até mesmo Europa, estão a Eurolines (www.eurolines.com ) e a Sena (www.sena.it ).

Uma das maneiras mais fáceis de chegar a Florença é de trem (www.trenitalia.it ). Os serviços ferroviários italianos são bastante confiáveis, rápidos e boa parte dos conjuntos são confortáveis. De Roma Termini são 1h30 (a partir de € 19). Veneza (2h, a partir de € 19), Milão (1h45, a partir de € 19), Bolonha (1h40, a partir de € 13) e Pisa (0h50) são alguns dos destinos servidos tanto por trens regionais como de alta velocidade. O terminal ferroviário Santa Maria Novella fica bem no Centro, próximo à igreja de Santa Maria Novella e a apenas uma quadra do terminal de ônibus.

E, de uma maneira geral, as estradas são ótimas – desbravar a Toscana de carro é uma boa pedida.

COMO CIRCULAR

Definitivamente a melhor opção é conhecer Florença a pé. Boa parte do Centro é plano e as principais atrações, opções de refeições e hospedagens encontram-se por ali. Poucas quadras separam o Duomo da Piazza da Signoria e esta da Accademia.

A oferta de quartos concentra-se dentro do Centro Histórico. Como em boa parte da Itália, há desde simples estabelecimentos familiares -- excelentes para conhecer a cultura local e a boa mesa -- a hotéis-butique, repletos de móveis de design, objetos de arte e, vez por outra, restaurantes com toques contemporâneos. Há alguns bons hotéis que valem pela relação entre custo e benefício no entorno da estação ferroviária de Santa Maria Novella. Muitas vezes os banheiros são compartilhados, mas as amplas e confortáveis camas e o café da manhã farto compensam.

Junto ao rio Arno encontram-se alguns dos melhores hotéis de Florença. O serviço é impecável, a decoração de muito bom gosto e a vista, deslumbrante.

Não há como comer mal na Toscana. Ingredientes finos e frescos vindos de toda a região (e também das vizinhas do norte Vêneto e Emilia-Romagna) abastecem as despensas e alimentam os fogões das boas casas de Florença. Alguns restaurantes agradam bem os turistas estrangeiros, oferecendo práticos menus com entrada, prato principal, vinho da casa e café (de vez em quando, uma boa sobremesa também está inclusa). Os preços são atraentes, as opções muito boas e o preparo correto.

Algumas especialidades locais incluem a bistecca alla fiorentina -- um mastodôntico corte de carne, grelhado ou assado, o crostini alla Toscana (uma torrada com fígado de galinha) e zuccotto, um delicioso bolo recheado de amêndoas. Isso sem falar nos ótimos vinhos da região, como o Vernacciia di San Gimignano, Vino Nobile de Montepulciano, o Brunello de Montalcino e o Chianti Classico.

Florença tem tanta arte, cultura e história que, de vez em quando, a melhor forma de conhecer a cidade é através de passeios a pé. Bem humorados e ricos em detalhes, estes walking tours estão entre os melhores investimentos para conhecer alguns detalhes curiosos da joia renascentista. Um dos melhores são os grupos organizados pela Art Viva (www.italy.artviva.com ).

A cidade é ótima também para ser uma base de exploração da região da Toscana. Em um dia, você pode conhecer Pisa e Lucca. Com um pouco mais de tempo, não deixe de ir a Siena e San Gimignano. ou mesmo aos vinhedos de Chianti ou Montepulciano.

Source: http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/italia-florenca-firenze


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Talvez uma das cidades mais interessantes da Itália, Florença é especial. Não só por suas ruas e construções medievais, mas também por seu caráter cultural. Afinal, ela conhecida como nada mais, nada menos, que o berço do Renascimento.

Acho que não há nenhuma outra cidade no mundo que abrigue tanta arte quanto Florença. Não só em museus, mas também em suas praças e edifícios.

Com o objetivo de ajudar o leitor do blog a programar seu próprio roteiro, vou relatar aqui como foi, o que fiz e o que acabou ficando de fora nos dias que fiquei por lá.

Quantos dias fiquei em Florença? Visitando a cidade em si, foi 1 dia e meio, pois perdi praticamente a manhã toda do primeiro me deslocando de Sorrento até Florença. Mas fiquei por lá um total de 4 dias para fazer uns passeios “bate-e-volta” para outras cidades da Toscana.

Foi o suficiente? Depende. Para uma visita panorâmica, com um passeio por suas ruas, comércio e feirinhas, sim. Mas para ver todas as atrações com calma, entrando em várias delas, não: o ideal seriam 3 dias inteiros.

Onde fiquei hospedada? No Hotel Roma . na Piazza Santa Maria Novella.

O hotel era bom? Excelente. O melhor que fiquei na Itália. Boas instalações, bom café-da-manhã, bom atendimento, possui elevador (que é artigo de luxo nos hotéis europeus). Recomendo.

A região do hotel era boa? Muito boa. Praticamente ao lado da estação de trem e a 5 minutos de caminhada do Duomo. Está no centro, mas fora da confusão de gente. E como a estação ferroviária está bem perto, facilitou bastante nos passeios “bate-e-volta”.

Saí de Sorrento bem cedo, com parada em Nápoles, até chegar a Florença, o que consumiu uma manhã.

Meu hotel ficava na Piazza Santa Maria Novella. de modo que a minha primeira visita turística seria a Basilica Santa Maria Novella. Eu disse “seria” porque acabei desistindo de entrar quando descobri que teria que pagar € 10. Aliás isso é comum na maioria das igrejas da Toscana. Achei o fim da picada, afinal, é um templo religioso que deveria ser aberto ao público em geral. Enfim.

Acabei almoçando na mesma piazza e depois fui passear pelo centro histórico. Minha primeira parada foi na Basilica di Santa Maria del Fiori. mais conhecida como Duomo de Florença .

Duomo de Florença

Linda de morrer! Sua fachada em mármore colorido, alternando entre branco, rosa e verde, em estilo neogótico, é o mais lindo que eu já vi. Não há quem não fique boquiaberto quando se depara com ela pela primeira vez.

Ao lado, encontramos o Campanile de Giotto. É a torre do sino da basílica, cuja fachada combina com o Duomo. E em frente, está o Battistero. o local dos batismos, em formato octogonal, cujas portas de bronze são uma de suas maiores atrações. Belíssimas! E olha que são apenas réplicas, pois as originais estão protegidas no museu de Opera del Duomo (que acabei não visitando).

Ao redor, na praça do Duomo, há uma série de lojas, restaurantes e cafés. Muito convidativo para sentar em suas mesinhas e apreciar o vai-e-vem das pessoas.

Em seguida, caminhei por entre as ruas da cidade, passando por alguns pontos que valem uma olhada, como a Piazza della Repubblica e a Igreja Orsanmichele. Aliás, uma das melhores atrações de Florença é andar a pé pelo centro histórico. Tudo muito pitoresco, muito medieval. Parece que parou no tempo.

Minha breve caminhada me levou até a Piazza della Signoria. uma das principais de Florença. Logo de cara, me deparei com um dos símbolos da cidade: o Palácio Vecchio. Todo em pedra, com um friso de escudos e a torre do relógio, ele abriga hoje a Prefeitura de Florença. Na frente, vemos uma réplica do David de Michelangelo, a Fontana di Nettuno e a réplica do Marzocco de Donatello, a escultura de um leão, símbolo de Florença.

À direita, ainda na praça, encontra-se a Loggia dei Lanzi. um espaço coberto contendo um belo conjunto de estátuas.

Na rua à direita de quem está de frente para o Palácio Vecchio. me deparei com a atração que acabei optando por não visitar e teve gente que já me crucificou por isso – a Galleria degli Uffizzi .

Explico: eu tinha apenas 1 dia e meio em Florença e se tivesse que visitar esse museu, fatalmente perderia uma manhã ou uma tarde inteiras que eu não tinha livre. Entre esta e a Galleria dell’Academia. acabei optando pela última, que seria mais rápido. Se eu tivesse que ir às duas, acabaria não tendo tempo pra conhecer mais nada na cidade.

Se eu não tivesse perdido uma manhã para chegar em Florença, teria dado tempo de ir na Uffizzi. Vai ficar para outra vez.

O palácio onde está o museu é lindo. Do lado de fora, vemos as estátuas de figuras ilustres, como Dante Alighieri, Maquiavel, Michelangelo, Galileu Galilei, entre outros.

Em Cima da Ponte Vecchio

Seguindo em frente, cheguei na margem do Rio Arno que banha a cidade. E de lá, avistei outro símbolo da cidade: a Ponte Vecchio. Andei até ela, que é uma das raríssimas pontes europeias que ainda tem lojas em cima. A vista da cidade e do rio de quem está nela é linda.

Na volta, vim passeando pelas ruas da cidade até o hotel. No caminho, na Via Por Santa Maria. há uma gelateria diferente: La Bottega del Gelato. Além de muito gostoso, o gelato é em forma de picolé. Não deixe de experimentar.

Meu dia começou na famosa Galleria dell’Accademia. onde fui visitar a estátua original de David de Michelangelo. Como já estava com o voucher do ingresso (que comprei online) em mãos, troquei no local e, na hora marcada, entrei imediatamente, passando na frente das pessoas que formavam uma fila razoável.

Lá dentro, virando à esquerda e seguindo pelo corredor, logo me deparei com a famosa escultura.

Olha. Michelangelo não era desse planeta. Chamar o cara de gênio é pouco. Eu já tinha ficado de queixo caído com a Capela Sistina, a Pietà e o Moisés em Roma e já tinha achado o cara extraordinário. A escultura de David só veio aumentar a lista de perfeições de autoria do artista. Ali, de frente para aquela estátua, pude entender o fascínio que as pessoas tem. Ela é perfeita!

Saindo da Galleria. fui andando em direção à Capela Médici. o mausoléu da famosa família que dominou a região por muitos anos. Achei bem pitoresca, pra não dizer sombria. Vários túmulos são de autoria de Michelangelo.

Saindo da capela, fui visitar a Piazza San Lorenzo e sua famosa feirinha. Muitos artigos de couro, lenços, echarpes e souvenires. As bolsas e carteiras não são baratas, mas se comparadas com o que pagaríamos no Brasil, acaba valendo a pena.

Depois, segui até o Duomo. desta vez para entrar. E pelo menos ali, a entrada é franca.

Fiquei bastante decepcionada com o interior. A gente vê aquela fachada espetacular e imagina que por dentro também seja, mas não é. Bastante simples, sombria. A única coisa realmente linda é a Cúpula de Brunelleschi. contendo um afresco de Vasari retratando o juízo final.

É possível subir a cúpula, mas não me atrevi por 2 motivos: porque não teria fôlego para encarar os 463 degraus e porque a subida é famosa por ser angustiante. Não sou claustrofóbica, mas sei de gente que tem preparo físico e não sofre em ambientes muito apertados, que acabou passando mal lá dentro. Preferi não arriscar.

Saindo do Duomo, almocei pelas redondezas e segui a pé até a Igreja Santa Croce. Claro que tive que pagar um ingresso, mas nessa eu acabei cedendo, pois além de ser linda, tem nada mais, nada menos, que os túmulos de Michelangelo, Maquiavel, Galileu e Dante (que na verdade é simbólico, pois o mesmo está enterrado em outra cidade). Outros destaques: a Anunciação de Donatello (linda!) e as capelas anexas.

Vista da Piazzale Michelangelo

Saindo de Santa Croce, peguei um taxi que me levou até a Piazzale Michelangelo. um mirante onde temos uma vista panorâmica da cidade. Mil vezes mais tranquilo do que subir a sufocante escadaria do Duomo. Rende muitas fotos lindas, com todos os pontos turísticos principais no mesmo enquadramento.

Para descer, peguei um ônibus que me levou até próximo ao hotel.

DICA IMPORTANTE. se você for pegar um ônibus lá em cima, compre a passagem em alguma tabacaria antes de ir. Não tem cobrador nestes veículos e lá no mirante, não tem onde comprar o bilhete. Já ouvi dizer que muitas vezes o motorista não tem pra vender. Portanto, se você for subir, compre o bilhete antes, por via das dúvidas.

De volta à região do hotel, fui andando até o Mercato Nuovo. uma espécie de mercado com mais artigos de couro e souvenires. Um dos mais tradicionais da cidade. Lá, tem uma estátua de um javali de bronze – o Porcellino – que reza a lenda que se passarmos a mão em seu focinho, voltaremos à Florença.

No final do dia, fui jantar num restaurante ótimo (e muito procurado) – o Ciro & Sons. Comida excelente, atendimento de primeira e preços acessíveis. Recomendo.

Como você pode perceber, meu roteiro foi basicamente um grande passeio pela cidade, apreciando seus labirintos de ruas e belíssimos monumentos. E como é agradável se embrenhar por aquele centro histórico!

Mas seus palácios e museus são lindíssimos e merecem ser visitados com calma.

Bom. Como fiz o ritual do focinho do Porcellino. então já garanti o meu retorno à Florença. Afinal, preciso voltar para visitar outras belas atrações como o Palazzo Pitti, o Battistero do Duomo, o Palazzo Vecchio por dentro e, é claro, a Galleria degli Uffizzi.

Aqui no blog temos vários artigos que poderão enriquecer sua visita à Itália. Fiz uns bem legais com roteiros de viagem a outras cidades como Siena . San Gimignano . Pisa . além das procuradas Roma . Veneza . entre outras. Não deixe de ler também nossas dicas de sobrevivência para quem vai visitar a Itália e ótimos diários de viagem .

Se preferir, você pode acessar a nossa página completa de destinos e conferir todo nosso conteúdo sobre a Itália .

Source: http://www.paraviagem.com.br/roteiro-de-2-dias-em-florenca/

23.10.2020

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