Companhias aereas low cost

Companhias aereas low cost

Portugal é servido pelas principais companhias low cost europeias.

Pelo preço e serviços, podemos dividi-las em várias categorias. Umas estão perto do modelo low cost, outras quase que se podem considerar companhias regulares.

easyJet e Ryanair, as maiores low cost europeias

Foram as primeiras a criar o mercado aéreo low cost europeu e a conquistá-lo. Na década de 90, seguiram o exemplo da Southwest e Virgin .

Cortaram nos custos possíveis montando um modelo diferente de negócio que se caracteriza por:  o tempo dispendido nos aeroportos é menor, as refeições  e outros serviços são vendidos como extra, a distribuição via agências de viagens foi abdicada, os movimentos são realizados só com um só tipo de avião, os aeroportos escolhidos têm taxas menores e localizam-se fora dos centros da cidades, a venda de tarifas é bastante anticipada, etc.

Os preços mais baixos da easyJet e Ryanair cativaram mais pessoas a voar e, impulsionadas por crises económicas,  ambas as empresas ganharam cota de mercado curto e médio curso a companhias de bandeira. Abriram espaço, também, ao nascimento de novas low cost ou à reconversão de operadoras regionais, domésticas, charter que agora se dizem baixo custo.

As outras. As low cost que são… low fare

Nos céus europeus existem várias companhias que adoptaram características  das low cost puras de forma a serem mais económicas que as regulares e a não perderem passageiros para a competição barata.

Umas nasceram do zero, outras como charter, companhias regionais ou operadores turisticas e existem várias que são as “low cost” de grandes empresas regulares.

Caracterizam-se por incluirem serviços como bagagem ou mesmo refeições no preço do bilhete, mas ainda assim serem mais económicas que as regulares.

Source: http://www.lowcostportugal.net/companhias-aereas-low-cost/


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Companhias aereas low cost

As companhias aéreas low cost objeto do estudo foram a EasyJet, a Ryanair, a Condor, a Vueling e a Transavia. Por sua vez, as agências de viagens online analisadas foram a EDreams, a Rumbo, a NetViagens e a Logitravel. No geral, a informação prestada é incompleta ou omite-se por completo qualquer informação relativa aos direitos dos passageiros. A situação é agravada pela fragilidade da maioria dos serviços de apoio ao cliente disponíveis.

As simulações efetuadas permitiram detetar disparidades entre o preço inicialmente anunciado (em regra, mais reduzido) e o efetivamente cobrado. A informação sobre todos os encargos existentes é pouco clara. É o caso das agências de viagens EDreams e Rumbo: o preço anunciado é inferior ao efetivamente cobrado pelas próprias, bem como ao cobrado pela transportadora aérea em causa, induzindo assim o consumidor em erro. Trata-se de uma prática comercial desleal.

A DECO alertou as autoridades competentes, nomeadamente o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC),e as duas agências de viagens para o incumprimento e a falta de rigor na prestação de informação. A transparência de preços é um critério essencial.

A DECO manifesta a sua preocupação e reforça a necessidade de apoiar medidas protetoras dos direitos dos consumidores passageiros aéreos.

Source: http://www.deco.proteste.pt/familia-vida-privada/ferias-lazer/noticia/companhias-aereas-low-cost-e-agencias-online-falham-na-informacao


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Companhias aereas low cost

Low-cost й uma palavra cada vez mais frequente entre quem viaja regularmente pelo Mundo ou por quem simplesmente se interessa pelos transportes ou pela indъstria aeronaъtica. Contudo, alguns desconhecem o verdadeiro mundo que envolve esta expressгo.

Tratam-se de companhias aйreas com voos regulares e frequentes, cujas principais caracterнsticas sгo o facto de terem nomes apelativos e facilmente memorizбveis pelo pъblico, com uma estrutura tarifбria de gestгo simples, baseada sobretudo na aquisiзгo on-line de bilhetes.

As refeiзхes servidas a bordo nгo estгo incluнdas nas tarifas da grande maioria das companhias, possibilitando assim um custo menor no preзo do bilhete. Em regra geral, sгo viagens sem reserva fixa de lugar no aviгo.

Operam essencialmente para aeroportos secundбrios, pois as taxas aeroportuбrias sгo menores e estгo menos sujeitos а saturaзгo.

As rotas sгo fixas e directas, sendo o principal objectivo ligar dois pontos com o menor tempo possнvel em Terra.

Tкm tempos de rotaзгo em terra baixos (atй 20 minutos) pois й mais econуmico ter sempre aviхes sempre no ar, porque um slot num aeroporto pode ter custos exorbitantes, o que faz com que as low-cost tenham segmentos de voos distintos, ou seja, uniformizam o produto para cada voo de forma a diminuir os prejuнzos.

Os lugares nos aviхes destas companhias tкm um pitch (distвncia) entre as cadeiras minimo de seguranзa, o que torna os voos mais longos, um pouco mais cansativos. Isto deve-se ao facto destas companhias sу utilizarem uma classe (econуmica light, se assim se pode chamar)e de explorarem ao mбximo todos os possiveis locais onde possam "caber" mais passageiros (dentro da cabine, de acordo com as normas de seguranзa).

Onde nasceu o conceito

A Southwest Airlines nasceu em 1966 e foi a primeira companhia a operar este segmento de mercado, denomiado por low-cost. Nasceu pela mгo de um homem de negуcios, de nome Rollin King. Comeзou por operar serviзos para pequenas cidades, como Laredo e Eagle Pass.

Assim se dб a todo este acontecimento de aparecimento de low-cost, o “efeito Southwest”, pois foi o dono desta companhia que teve a brilhante visгo de criar uma companhia aйrea do “povo”.

As companhias aйreas de Low Cost, sгo hoje uma realidade incontornбvel na Europa, estimando-se que, em 2010, atinjam uma quota de 24% do mercado do transporte aйreo.

Com as margens de lucro esmagadas, estas companhias ficam impedidas de voar para fora dos continentes de origem, sob pena de perderem toda a sua rentabilidade.

Devido а crise econуmica que afecta a aviaзгo comercial em todo o mundo desde 2001, o segmento das Low Cost tem conhecido considerбveis нndices de crescimento, graзas ao factor preзo. No entanto, e como nгo hб bela sem senгo, sу conseguem apresentar as melhores tarifas quando as reservas sгo feitas com a devida antecedкncia. A regra, hoje jб copiada pelas companhias tradicionais, diz que, quando a reserva й feita perto da data do voo, a tarifa aumenta drasticamente. De tal forma que os preзos chegam a aproximar-se dos praticados pelas concorrentes tradicionais.

Qual o segredo do sucesso e dos preзos tгo baixos?

Uma estrutura de custos reduzida:

– a bordo quase tudo й extra, e pago pelo consumidor, incluindo as refeiзхes;

– voos preferencialmente com destino a aeroportos secundбrios e em horбrios pouco lotados;

- tкm pequenas estruturas operacionais e a maioria das vendas de bilhetes feita via Internet, reduzindo os custos de distribuiзгo e emissгo de bilhetes.

Evoluзгo das low-costs atй aos dias de hoje

As companhias aйreas low-cost nгo param de surpreender, tornando-se mesmo um fenуmeno para os utilizadores.

No ano passado as companhias aйreas de baixo custo foram responsбveis por um quarto dos passageiros transportados em toda a Europa.

Em termos de comparaзгo, а cinco anos atrбs absorviam apenas 5% deste mercado.

As trкs companhias que na altura existiam eram: a Ryanair, Easy Jet e a Virgin Express; hoje em dia e sу na Europa existem cerca de 50, nгo estando ainda esgotado o seu potencial de crescimento.

Pelas contas da Official Airlines Guide (OAG), dentro de um ano e meio haverб mais 160 companhias de baixo custo a operar em todo o mundo, sendo a Europa, Mйdio Oriente e Бfrica as regiхes que apresentam o crescimento mais rбpido.

O mercado das low-cost й jб dominado em 42% (segundo OAG) por apenas duas companhias, Easy Jet e a Ryanair, com uma quota de 21% cada, seguidas pela Air Berlin, com 8%. E por muito que este mercado cresзa, nгo vai chegar para todas.

Segundo a IATA prevк-se que o nъmero de passageiros na Europa passe dos 480 milhхes (2004), para 610 milhхes, (2010), dos quais 180 milhхes (33%) irгo optar por Companhias de Baixo Custo, contra os 120 milhхes (25%) do ano passado.

Mas as duas lнderes do mercado tambйm tкm planos claros de expansгo.

A Easy Jet espera passar da actual frota de 97 aviхes para 151 atй 2008, quando deverб transportar 45 milhхes de passageiros (quase o dobro do que transportou em 2005). A Ryanair nгo quererб ficar atrбs, mesmo porque o percurso das duas companhias tem sido, atй aqui, muito idкntico.

De acordo com a politica de "low cost, low fare” (baixo custo, baixa tarifa) os preзos por bilhete em mйdia de 60 euros, manter-se-гo, mesmo com a escalada do preзo dos combustнveis. Segundo a grande maioria das companhias aйreas de baixo custo nгo haverб um aumento dos custos aos passageiros sob a forma de taxa. A soluзгo serб sempre a inovaзгo e a manutenзгo de aeronaves sempre novas, para que o prejuнzo seja mнnimo e a satisfaзгo/lucro seja mбximo.

Low-cost Portuguesas

Na minha opiniгo a existкncia de uma low-cost nacional nгo seria viбvel, pois Portugal й um paнs pequeno e muito "centralizado", ou seja os pontos de interesse sгo em sitios com maior fluxo, veja-se o caso de Lisboa e Funchal, em que todos nуs sabemos que as taxas aeroportuаrias destes dois aeroportos sгo as mais elevadas em Portugal, o que deixaria OPO e FAO num lugar menos importante, isto porque й certo e sabido que a maioria das low cost Europeias voam para FAO por este cobrar valores de taxas aeroportuбrias relativamente baixos. Portugal nгo tem mercado para uma low-ost de bandeira nacional.

Low Cost para os PALOP

A criaзгo de uma companhia aйrea ‘low-cost’ entre Portugal e os Paises Africanos de Lingua Oficial Portuguesa, cuja viabilidade chegou a ser ponderada, estб praticamente posta de lado, pois й considerada impraticбvel e mesmo utуpica. A mera sugestг

O presidente da fundaзгo, Antуnio Vilar, diz que a ideia foi considerada de “difнcil concretizaзгo” por Filomeno Ceita, dada a previsнvel relutвncia da TAP e da TAAG em abrir mгo da exclusividade nas viagens entre Angola e Portugal.

Para alйm disso hб pressхes de vбrios ‘lobbies’ portugueses e angolanos a dificultarem a criaзгo de uma companhia de tal envergadura. A nгo esquecer que vбrias companhias jб o tentaram no passado mas sem qualquer tipo de sucesso.

Manuel Vilar refere que cerca de 80% dos angolanos que voam para terras lusas se dirigem ao Norte, nгo se justificando por isso a necessidade de fazer escala em na Capital Portuguesa.

Low-cost a operarem em Portugal

Existe desde algum tempo companhias low-cost a operarem para Portugal de forma a manter o nosso paнs conectado com o resto da Europa.

O maior contributo para o aumento do trбfego regular internacional no Aeroporto de Lisboa veio do inнcio da operaзгo de novas companhias low cost, designadamente da easyJet, da Vueling e da Monarch, que elevaram a participaзгo deste segmento no trбfego regular internacional.

Em conjunto, as nove companhias low cost incluнdas entre as 30 principais companhias a operarem de e para Lisboa em nъmero de passageiros totalizaram 116.159 passageiros (atй Maio de 2006)

Companhias que operam em Portugal:

Source: http://www.transportes-xxi.net/taereo/investigacao/lowcost


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Companhias aereas low cost

NOTA: Esse guia, criado por Michel P. Zylberberg (autor do blog Rodando Pelo Mundo ), foi publicado originalmente no site Melhores Destinos .

Em tempos de crise nada melhor do que economizar, ainda mais se tratando de viagens pela Europa! Neste post você irá conhecer um pouco mais sobre essas empresas “low cost, low fare”. ou seja, de baixo custo e baixa tarifa. Essas companhias surgiram nos anos 90 e  mudaram completamente o perfil das viagens europeias, reduzindo drasticamente os custos e desenvolvendo um sistema de concorrência capaz de fazer tremer muitos gigantes da aviação.

Muito provavelmente você já ouviu falar de nomes como Easyjet e Ryanair. Estas são as duas empresas mais conhecidas nesse mercado que ganha sempre mais força e que hoje já conta com mais de 60 companhias (este número muda sempre). Mas tenha em mente o famoso provérbio “Quando a esmola é demais, o santo desconfia”, já que o preço baixo pode acabar virando um pesadelo. Esse guia foi desenvolvido com base na minha experiência pessoal e, claro, muita pesquisa.

Indo da Itália para a Suécia com a Easyjet, considerada uma das melhores

À primeira vista tudo pode parecer negativo, mas quero deixar claro que viajar com empresas de baixo custo pode ser uma ótima opção! Eu mesmo já voei várias vezes e poderia ter evitados alguns gastos extras se soubesse de alguns dos detalhes que listarei aqui. É o que desejo para quem ler esse post: que fique consciente de todas as regras, limites e proibições, para que não tenha problemas nas próximas viagens. Vamos lá:

Sem dúvida a melhor forma para receber as promoções é assinando as newsletters (boletins de novidades) das empresas. Nelas são divulgadas em primeiríssima mão os melhores preços, assim você terá sempre uma chance maior de aproveitá-los. Aliás, viu uma oferta maluca e imbatível? Compre! Esperar pode ser “fatal”.

A absoluta maioria dessas empresas são “virtuais”, com toda a estrutura online (reduzindo ainda mais os custos com pessoal e estruturas físicas). E online também são as pesquisas. O site Skyscanner.net é o melhor e mais famoso buscador de empresas low cost (banco de dados com todas companhias, com exceção da Ryanair), mas existe também outros como WhichAirline (antigo Fly Low Cost Airlines) e Europelowcost que pesquisam empresas low cost e normais.

Pesquisando no Google você encontrará uma infinidade deles. Você pode usar também como referência outros buscadores como Kayak. Momondo. Dohop  e Flycheapo. Busque, pesquise, compare e… não compre! Veja o voo que mais vale a pena, vá ao site da empresa escolhida e compre diretamente lá (veja a lista completa no fim do post). Dê também preferência às empresas com base (hub) nos destinos pelos quais você irá passar, como por exemplo a Air Berlin se você for para Berlim.

Uma boa organização pode fazer valer o baixo custo das passagens e as incríveis promoções, já que um voo normal (que dura em média 3 horas) geralmente custa em torno de 200 reais – mas em muitos casos o preço pode chegar a ser irrisório. E um ponto fundamental é deixar a preguiça de lado e ler todas as regras e observações da empresa, aquelas letrinhas pequenas das quais não nos preocupamos ao fechar a reserva. Lendo os próximos pontos você irá entender melhor.

Antes de tudo será necessário muito planejamento, pois o ideal é comprar as passagens cinco meses (ou no mínimo três!) antes da data da viagem, garantindo os melhores preços – especialmente se a viagem for em alta temporada (verão europeu, de junho à agosto), feriados e fins de semana. Quanto mais perto da data da viagem, mais caras serão as tarifas.

Se aparecer a oportunidade de voar de última hora, dê preferência aos voos de madrugada (red eye) ou de manhã. Se for fazer escalas, é preciso ter uma grande flexibilidade com horários, já que atrasos e cancelamentos de voos são frequentes entre essas empresas.

Os impostos e taxas mudam completamente de acordo com o país de origem/destino, deles não tem como fugir. O que você deve é evitar todos, ou pelo menos quase todos, os extras oferecidos durante a compra das passagens. Esses itens adicionais podem transformar completamente (até mesmo triplicar) o preço final. Não se esqueça de ler tudo com atenção e desmarcar itens desnecessários. A compra online não tem custo adicional, mas por telefone sim. E esqueça as agências de viagem!

A questão do seguro também é complexa, mas se for comprar, escolha o do seu cartão de crédito e compre separadamente (viagem, saúde, extravio de bagagem, cancelamento do voo…). Para mudança de datas ou dados você verá a tua low virar high ou até mesmo mission impossible! Escolhendo essas companhias o ideal é sempre ter um seguro para cancelamento do próximo voo, do hotel, aluguel do carro, etc..

Estamos acostumados a viajar nos maiores aeroportos, em zonas centrais e de fácil acesso – é algo que já está no nosso inconsciente. Mas se tratando de low cost esse conceito muda completamente. Para ajudar a reduzir os custos e taxas essas empresas usam aeroportos secundários, longe dos grandes centros ou até mesmo em cidades vizinhas – o que representa difícil acesso. Não deixe de pesquisar a localização, distância, tempo de percurso e tipos de trasporte que serão necessários no deslocamento entre aeroporto e o seu destino final.

O preço da passagem de ônibus, trem ou táxi poderá ser mais caro do que a própria passagem de avião – e o custo final muitas vezes pode superar o preço do voo em uma companhia normal, com muito mais comodidades e regalias. Sem falar do tempo perdido.

Um exemplo prático? Algumas empresas usam o Aeroporto Paris Beauvais, que na verdade fica a 90 km do centro de Paris. O ônibus custa 14 euros e demora 1h15. De táxi? Bom, se você escolheu uma low cost, provavelmente não irá gostar de pagar até 150 euros por esse trecho. Isso nem sempre acontece, por isso pesquise! Especialmente se voar com a Ryanair, que é a mais famosa por usar esse tipo de estratégia. Uma super dica é o site (em inglês) A-Z World Airports Online .

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Pesquisou, organizou, estudou o aeroporto e decidiu comprar? Atenção com um outro ponto crítico: a bagagem (de mão e despachada). O conselho unânime entre todos que dão dicas sobre viagens low cost é: viaje com o mínimo indispensável, ou seja, apenas uma mala de mão dentro dos limites permitidos. E quando digo mala de mão, é apenas um volume. Nada de bolsas, câmeras fotográficas, pochetes, etc. Quase todas as empresas exigem UM volume – seja mala ou mochila – com tamanho e peso limitados.

Um conselho é comprar uma mala em lojas especializadas. Eu mesmo já tive que despachar a minha mala de mão (pagando 30 euros!) na hora de embarcar porque as rodinhas ficavam de fora do box que media o limite das malas de mão da Easyjet! Que fique claro que o controle não é feito em todas as malas e algumas companhias são mais tranquilas, mas já tive problemas com a Ryanair por ter mais de um volume e é muito chato ficar espremendo tudo dentro da mochila – torcendo para ter o espaço necessário.

Brasileiro não está acostumado com essa precisão, muitas vezes acha um exagero, mas você irá arriscar de não embarcar (não tem perdão, acontece muito) e perder o voo? Uma vez vi uma senhora chorando no balcão do embarque em Milão porque a mala de mão era muito grande. Todos embarcaram e ela ficou para trás e muito provavelmente pagou caro para poder embarcar. Acredito que seja onde eles ganham mais extras, então deixe a malandragem e a cabeça dura de lado e não dê colher-de-chá para o azar!

Mas como chegar do Brasil para viajar na Europa (ou voltar) com uma simples mala de mão? Se não puder deixar as malas maiores na casa de alguém de confiança ou em armários em estações, registre no momento da compra online como bagagem a despachar no aeroporto (custo adicional médio de 10 euros).

E atenção aos limites de peso: são 15kg na Ryanair e na Wizzair e 20kg nas outras (na Air Berlin, por exemplo, os 20kg são inclusos no preço da passagem). E qual a multa para cada quilo a mais? A módica cifra de 10 ou até 15 euros! Não tem para onde fugir! Vale repetir: calcule bem, pese suas malas e pague o que for preciso já na hora de comprar a passagem. Ter problemas com bagagem no aeroporto vai fazer você perder – no mínimo – muito dinheiro, paciência e tempo. Poucos quilos a mais e a sua passagem poderá custar o dobro.

A Dany do blog Feriado Pessoal tem um post bem legal sobre dicas de viagens low cost e criou uma lista com algumas dicas sobre bagagens que com certeza irão te ajudar:

Air Europa: Esta boa companhia oferece facilidades para transportar bagagem. Além dos 10 kg permitidos na classe turista, eles não consideram como bagagem de mão notebooks, casaco, livros, bolsa, carrinho de bebê e outras cositas más.

Easy Jet . No caso dessa aqui é bom levar em consideração o tamanho e o peso da sua bagagem de mão. Se liga: sua bagagem de mão tem que medir 56cm x 45cm x 25cm. Outro detalhe – lembre sempre que esse tamanho tem que contar com as rodas e com a mala de mão já com as coisas dentro. Não vai me inventar de medir ela vazia e depois encher tudo de coisas, deixando ela gordinha. Aí vai chegar lá na fila de embarque e ela não vai entrar com você. Lembre-se que as companhias aéreas low cost possuem uma espécie de provador de bagagem de mão bem na entrada do túnel de embarque. E que você pode ser gentilmente obrigado a fazer caber sua bagagem de mão lá dentro.

Lufthansa . Viajando de Lufthansa sua bagagem de mão não pode pesar mais do que 8kg e já cheia precisa medir 55cm x 40cm x 23cm.

Ryanair . A mais amada e odiada das companhias low cost da Europa. Aqui as medidas da bagagem de mão tem que ser 55cm x 40cm x 20cm. E deixam você colocar lá dentro 10kg.

E se na hora de viajar você ainda estiver com dúvidas, no bilhete de embarque que você imprime (outra dica, seeeeeempre imprima seu bilhete com bastante antecedência, vai por mim) as companhias aéreas low cost especificam peso e dimensões. Custa nada ler as letras pequenas.

Faça o check-in (sempre!) online, o sistema geralmente funciona até 4 horas antes do voo, e chegue no aeroporto com o cartão de embarque já impresso. Fazendo check-in no balcão do aeroporto o serviço também será pago (até 60 euros por trecho). Sei que estou ficando repetitivo com a palavra “pagar”, mas é exatamente esse o conceito, mostrar todos os pontos onde você poderá ter problemas.

Muitas empresas, por volta de uma semana antes do voo, mudam os horários por volta de 10 horas a mais ou a menos do horário original reservado, fique de olho. E as opções que você terá são: aceitar a mudança; remarcar em um outro voo (pagando a diferença, mas não as taxas); ou aceitar a devolução do dinheiro.

Tome cuidado com horários: as empresas não toleram atrasos. Se tiver que despachar malas, o conselho é chegar com 2h30 de antecedência (parece exagero, mas você ganha tempo de sobra para passar pelo controle e ainda comer algo ou fazer umas compras). Leia com atenção o tempo limite de fechamento do check-in, que geralmente é de 30 a 40 minutos antes do voo – esperar por passageiros atrasados representa perder dinheiro.

Uma vez quase perdi meu voo na Irlanda com a Ryanair porque o ônibus que levava ao aeroporto havia sido cancelado. Por sorte, um amigo que morava lá estava comigo e conseguiu achar um transporte alternativo. Cheguei no aeroporto correndo feito um louco e cheguei no check-in já fechando. A atendente me olhou e falou: “Você teve sorte, mais dois minutos e  perderia o voo”.

E tem mais: essas empresas são famosas por mudar na última hora o portão de embarque. Fique de olho nos monitores! Se quiser garantir os melhores lugares no avião entre na fila pelo menos meia hora antes do embarque. Ficar para trás pode significar pegar os piores assentos e ter que levar a mala no meio das pernas. E se chegar atrasado ao portão de embarque, você vai encontrar a tua mala no chão e o voo já vai ter partido sem você. Dependendo da empresa, o máximo que irá conseguir é um lugar no próximo voo, caso não esteja lotado.

ESPAÇO E CONFORTO

O preço é diretamente proporcional ao conforto. Muitas vezes você irá viajar em poltronas não reclináveis com pouco espaço para as pernas. Mais uma forma de ganhar dinheiro, viajando com muito mais passageiros no avião. Se você tem 1,90 m ou quer pelo menos um pouco de conforto, existem algumas companhias low cost que vendem assentos. Os preços variam entre 4 e 10 euros para ter mais espaço, pela posição no avião ou até mesmo ter a poltrona ao teu lado livre.

Viajando de Londres para a Irlanda com dois amigos no “aperto” da Ryanair

Uma outra opção para quem não quer correr a maratona do embarque e arriscar chegar por último, é comprar o “speed boarding”, mas as vantagens reais desse produto estão bem longe de ser uma unanimidade. Os embarques preferenciais também não são sempre respeitados, mas voei com esposa e filha pequena na Easyjet e nos fizeram passar na frente (todas famílias com filhos pequenos) indo junto com a turma “speed”. Inclusive o carrinho de bebê foi despachado sem custo adicional.

SERVIÇO DE BORDO

Tudo (tudo mesmo!) que quiser consumir durante o voo será cobrado, até mesmo um mísero copo d’água. Comidas, bebidas, cobertores, travesseiros e até mesmo os mais engenhosos souvenirs. Alimente-se bem antes de embarcar ou leve o que for consumir (cuidado com itens proibidos como líquidos – máximo de 100 ml, etc.). Se a fome ficar incontrolável ou se quiser comprar algo, lembre-se de levar dinheiro trocado ou cartão de crédito.

ENTRETENIMENTO

Esqueça jogos, filmes e todas as regalias de muitos voos normais. Até mesmo os fones de ouvido poderão ser vendidos por 3 euros, então leve seu computador, tablet, player MP3 ou algum outro aparelho eletrônico – mas não se esqueça de colocá-lo em “flight mode” antes do voo decolar. Eu prefiro sempre ler um bom livro ou uma revista, mas aí vai do gosto de cada um.

OUTRAS OBSERVAÇÕES

As empresas low cost quase sempre voam com aviões mais antigos, que não deixam de ser seguros. É muito comum ouvir falar mal do atendimento, nem sempre prestativo, atencioso e educado. Acredito que boa parte do estresse dos funcionários são decorrentes da falta de consciência dos clientes sobre todas as limitações acima. É raro ver uma pessoa informada sobre seus diretos e deveres passar por situações constrangedoras. E é exatamente o que pretendemos com esse guia, evitar que você passe por problemas que podem ser evitados. Depende apenas de você para que o barato não saia caro e esperamos que o dinheiro economizado possa ser usado em coisas muito mais prazerosas e gratificantes durante a sua viagem!

Confira a tabela com as companhias low cost (lembrando sempre que é praticamente impossível ter uma tabela atualizada, já que muitas empresas fecham e outras novas são criadas) e algumas informações adicionais:

Source: http://www.rodandopelomundo.com/2013/01/29/guia-empresas-lowcost/

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