Novas empresas aereas no brasil

Novas empresas aereas no brasil

O que ñ entendo é uma coisa, como tendo prejuízo se a GOL comprou a webjet para extinguir, como a TAM comprou a Pantanal e a Azul comprou a TRIP, enfim quando se tem prejuízo não se gasta. alguém pode me explicar esta politica.

www.melhoresdestinos.com.br/site-webjet.html

A TAM não comprou a Pantanal pq tava com dinheiro sobrando, comprou pq a Pantanal tinha slots em Congonhas e a TAM não queria deixá-los na mão de uma Azul e de um Avianca.

Vou explicar a Azul+Trip tb, mas não precisava :)

A Azul comprando a TRIP ela passa a voar para 100 destinos nacionais,a GOL voa para 52 e a TAM para menos de 50. Com isso, a Azul passa a ter o monopólio em mais de 40 aeroportos! Você não leu errado, em mais de 40 cidades do Brasil a Azul é a única empresa a operar! Ela pode cobrar quanto ela quiser pelas passagens? Sim!

Entendi amigo, muito obrigado pelas explicações e colocações.

Mas quando existe mais opções com certeza vai existir uma gama maior de pessoas que cobrarão, pois a demanda vai exigir das autoridades uma melhor qualidade no serviço isto é fato.

Eu concordo com você Ivan, o turismo no Brasil está entregue às baratas. O brasileiro não consegue viajar aqui pq é muito caro e os empresários não conseguem ter lucro. Não me refiro apenas às empresas aéreas não. As agências de turismo online e físicas estão tendo prejuízo, os cruzeiros estão desaparecendo daqui, tem muito hoteleiro reclamando também.

Enquanto isso as cias gringas levam o brasileiro pra despejar dinheiro no exterior, em boa parte dos casos pra fazer compras! Comprar o que aqui não se pode comprar pq o preço é absurdo.

Será que todos os empresários de todos os setores no Brasil são picaretas e querem ganhar muito? Eu me recuso a acreditar nessa hipótese.

Source: http://guia.melhoresdestinos.com.br/quando-teremos-novas-companhias-aereas-no-brasil-96-72-pf.html


*****

Novas empresas aereas no brasil

LUCIANA COLLET - O Estado de S.Paulo

03 Julho 2013 | 02h 09

Pelo menos dez empresas, com destaque para as africanas, já sinalizaram o interesse de iniciar operação no mercado brasileiro

O Brasil tem chamado a atenção de companhias aéreas internacionais que ainda não operam no País. Pelo menos dez empresas já sinalizaram a intenção de desembarcar em terras brasileiras. Entre os principais motivos desse movimento estão a expectativa de expansão do comércio entre o Brasil e alguns mercados, particularmente os emergentes, e os grandes eventos esportivos programados para 2014 e 2016.

"O Brasil é hoje o terceiro maior mercado doméstico do mundo e tem Copa, tem Olimpíada, que devem estimular novos negócios no País", avalia o diretor da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), Carlos Ebner.

Com o aumento das relações comerciais entre Brasil e países da África, as companhias aéreas africanas têm se destacado nesse processo. Até agora, operavam no território brasileiro apenas a South African Airways e a TAAG - Linhas Aéreas de Angola. Nesta semana, a Ethiopian Airline começou a operar no Brasil e outras três empresas já sinalizaram o interesse de vir para cá (a Air Algérie, a Royal Air Maroc e a nigeriana Arik Air).

Além das africanas, há empresas europeias, asiáticas e latino-americanas interessadas em entrar no País. Conforme a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em pouco mais de dois anos, ao menos dez empresas internacionais pediram autorização para atuar no País, embora apenas duas tenham de fato iniciado voos: a Ethiopian e a Etihad Airways, dos Emirados Árabes, que em junho inaugurou uma rota para o São Paulo.

Segundo a Anac, já receberam autorização a chilena Sky Airline e as empresas de carga aérea Amerijet Internacional e Avient. No entanto, elas ainda não solicitaram voos.

Ainda de acordo com a agência reguladora brasileira, outras quatro empresas solicitaram recentemente autorização, mas ainda não concluíram o processo: a polonesa Lot Polish Airlines, a sul-coreana Asiana Airlines, a Arik Air e a Aruba Airlines.

Além dessas, a Cubana de Aviación, que operou no Brasil de 1993 a 2005, pretende retomar no próximo dia 10 de julho os voos entre Havana e São Paulo, com um voo semanal. A Royal Air Maroc, por sua vez, que operava voo para o Rio até o início da década de 1990, planeja uma rota entre Casablanca e São Paulo até o ano que vem.

Infraestrutura. A vinda de algumas dessas empresas aéreas ao País pode estar sendo freada por falta de infraestrutura aeroportuária. O presidente da GRU Airport, concessionária que administra o aeroporto de Guarulhos, Antonio Miguel Marques, afirmou que existe uma demanda reprimida para novas empresas no aeroporto. "Hoje temos quatro companhias esperando lugar para entrar em Guarulhos", diz, referindo-se à Asiana, à Air Maroc, à espanhola AirEuropa e à alemã AirBerlin, que conforme a Anac ainda não entrou com o pedido formal para iniciar operações no Brasil.

Essa demanda em Guarulhos deve ser atendida no ano que vem, quando ficará pronto o Terminal 3 do aeroporto.

Carlos Ebner, diretor da IATA, comenta que a entrada de novas companhias em um novo mercado é um processo lento, que leva de quatro a seis meses.

Além de todo processo burocrático de obtenção das autorizações formais por parte da agência reguladora e de criação de uma empresa no País, as aéreas também precisam se preparar do ponto de vista logístico.

Cleveland Teixeira, da Pezco Microanalysis, salienta que mudanças na regulação favoreceriam ainda mais a vinda de companhias internacionais, como a abertura do mercado, com o fim da restrição a capital estrangeiro na aviação doméstica, e a permissão para as empresas internacionais realizarem operações de cabotagem, isto é, possam transportar, durante um voo com paradas em mais de um aeroporto brasileiro, passageiros entre dois aeroportos nacionais, o que hoje é proibido.

No início de junho, o ministro de Aviação Civil, Moreira Franco, defendeu o fim de limites de participação de capital estrangeiro nas empresas aéreas nacionais, desde que as empresas sejam instaladas no Brasil e obedeçam a legislação brasileira.

Source: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-atrai-mais-aereas-estrangeiras-imp-,1049661


*****

Novas empresas aereas no brasil

GLAUBER GONÇALVES/ RIO - O Estado de S.Paulo

13 Fevereiro 2013 | 02h 04

Desde abertura do mercado, brasileiras tentam reagir, mas não acompanham avanço das estrangeiras nos voos entre os dois países

A liberalização do mercado de voos entre o Brasil e os Estados Unidos pelo acordo de "céus abertos" firmado em 2010 está abrindo caminho para o avanço das companhias aéreas americanas no País. Embora tenham começado a reagir com mais força à atuação agressiva das estrangeiras, as empresas brasileiras têm ficado para trás.

De setembro de 2011 - um mês antes do início da liberalização - para cá, as companhias nacionais ampliaram em 26% as frequências nessas rotas, ante uma alta de 32,6% por parte das americanas. Em números absolutos, a diferença é maior. As companhias brasileiras acrescentaram 18 voos por semana nessas rotas, menos da metade do crescimento das internacionais.

Antes do acordo, havia um limite de 154 operações semanais para cada país. Agora, com frequências adicionais autorizadas em 2011 e 2012, as americanas já mantêm 179 voos por semana entre os dois países. A TAM e a Gol, que começou a voar para os Estados Unidos no fim do ano passado, têm apenas 69 frequências semanais, nem metade do permitido antes dos "céus abertos", conforme levantamento feito pelo Estado com base nas informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A abertura total do mercado está prevista para 2015.

Para especialistas, com a liberalização, o País desistiu de ter companhias aéreas fortes internacionalmente, mas garantiu que haja oferta de voos em rotas em que existe forte demanda, como é o caso do corredor Brasil- Estados Unidos. Isso evita que os preços subam. "Liberalizar é uma decisão política do governo, que adota discurso protecionista, mas, na prática, é liberal. Com isso, estamos abrindo mão da indústria de empresas aéreas", diz o professor Elton Fernandes, da Coppe/UFRJ.

Nos últimos anos, a Anac vem atuando para abrir o mercado. Em 2009, acabou com o piso para o preço das passagens aéreas em voos internacionais de longa distância, medida que, na época, contrariou a TAM, única brasileira que voava para fora da América do Sul. Na região, as tarifas já estavam liberadas desde 2008.

Uma sinalização contrária, porém, foi dada recentemente pelo governo Dilma Rousseff. Com um acordo de "céus abertos" praticamente acertado com a União Europeia desde 2011, o País voltou atrás e decidiu não assiná-lo. A justificativa foi evitar uma concorrência maior das europeias, que são mais competitivas que as aéreas brasileiras.

Um dos fatores que dão mais força às concorrentes americanas e europeias é a escala. O consultor Nelson Riet, ex-diretor da Varig, explica que as rotas entre a América do Sul e América do Norte representam uma pequena parte do mercado da American Airlines, enquanto têm um peso maior para a TAM frente ao total de suas operações. "Isso significa que a American Airlines aguenta perder dinheiro nesse mercado por muito mais tempo que a TAM", diz.

Segundo ele, os custos mais elevados para o setor no País também jogam a competitividade das empresas brasileiras para baixo. "Nosso custo em relação ao americano é muito maior. Temos que trabalhar com um preço de passagem no limite", explica Riet.

O principal motivo do interesse das empresas americanas e nacionais nesse mercado está na forte procura dos brasileiros por viagens para os Estados Unidos. Com o dólar mais barato nos últimos anos, ficou mais em conta, em alguns casos, viajar para Miami do que para o Nordeste.

Nem mesmo a alta da moeda americana no ano passado desencorajou os brasileiros a viajar para o exterior. De acordo com dados do Banco Central, em 2012, os brasileiros gastaram US$ 3,9 bilhões em passagens nas companhias aéreas estrangeiras, ante R$ 3,7 bilhões em 2011. "Mesmo com o dólar mais alto (que em 2011), a viagem para o exterior está mais barata que dentro do Brasil", afirma Fernandes, da UFRJ.

American Airlines. De olho nessa demanda, a American Airlines é a companhia que tem puxado para cima a oferta de voos desde a assinatura do acordo de "céus abertos". Graças às 56 frequências extras para fora do eixo Rio-São Paulo liberadas nos últimos dois anos, a companhia conseguiu ampliar o número de voos para 102 por semana.

Com a eliminação das barreiras, o plano da companhia é seguir crescendo no País, afirma o diretor da American Airlines no Brasil, Dilson Verçosa Jr. Mesmo com o processo de recuperação judicial em curso nos Estados Unidos, a American seguiu adiante com uma forte expansão nos voos para o Brasil. Hoje, a companhia voa para São Paulo, Rio, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Manaus. O plano é alcançar mais dois destinos este ano com voos diários: Porto Alegre e Curitiba. Com isso, a empresa terá voos em todas as regiões do País.

"O céus abertos, que entra em vigor plenamente em 2015, é uma nova dimensão. O Brasil ainda está no início dessa era da aviação comercial. Há muito para crescer em vários lugares em que operamos e até em outras localidades em que não estamos", avalia Verçosa Jr. Outras empresas americanas também estão apostando no País, como Delta Airlines, United Airlines e US Airways.

As companhias nacionais não ficaram paradas. A TAM ganhou força com a associação com a chilena LAN na Latam e a Gol também está demonstrando maior apetite pelo mercado. A empresa controlada pela família Constantino arrumou um meio de entrar nesse segmento sem comprar aviões com mais autonomia: faz uma parada em São Domingos, na República Dominicana, para levar passageiros do Rio e São Paulo à Flórida.

"Identificamos uma grande demanda de clientes para os EUA e, com foco neste mercado, já tivemos sucesso com as operações exclusivas aos clientes Smiles", disse, por e-mail, o diretor comercial da Gol, Eduardo Bernardes, sobre os primeiros voos, vendidos apenas para os passageiros membros do programa de fidelidade da Gol.

Procurada, a TAM disse, em nota, que concorda com a política de "céus abertos" e acrescentou que a fusão com a LAN foi a forma encontrada para atuar nesse ambiente mais competitivo.

Source: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,companhias-aereas-dos-eua-avancam-depois-que-o-brasil-abriu-o-mercado-imp-,996410


*****

Novas empresas aereas no brasil

Saiba mais

Enquanto segmentos do governo federal indicam a abertura do mercado aйreo para empresas estrangeiras durante a Copa como forma de impedir abusos no perнodo do evento, a adoзгo da medida й defendida por especialistas para induzir o desenvolvimento do mercado. Detalhe: depois do torneio de futebol – devido а necessidade de maior planejamento. O entendimento й de que a concentraзгo de 75% de participaзгo do setor nas mгos de TAM e Gol resulta em menor oferta de voos e falta de competitividade nos preзos das passagens. Em contra-ataque, as empresas aйreas cobram melhoria na infraestrutura aeroportuбria e revisгo da tributaзгo do combustнvel.

Um dos principais defensores da polнtica chamada de “cйus abertos” й o presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Flбvio Dino de Castro e Costa. Por repetidas vezes, ele se mostrou favorбvel а abertura do mercado aйreo para outras companhias. A crнtica ao atual modelo й quanto а coexistкncia de liberdade tarifбria e mercado de baixa concorrкncia. Na Europa, onde nгo existe a regulaзгo de preзo, incentiva-se a entrada de mais atores para aumentar a oferta e, por consequкncia, reduzir os preзos.

A avaliaзгo de Dino й de que na ъltima dйcada houve crescimento do nъmero de usuбrios de 35 milhхes de passageiros/ano para mais de 100 milhхes/ano sem a oferta acompanhar. A entrada da Azul no mercado surtiu efeito para aumentar rotas, principalmente em Viracopos e Belo Horizonte, mas, segundo ele, insuficiente para desconcentrar o que ele considera duopуlio da TAM e Gol no setor. “Os Estados Unidos tкm 13 companhias aйreas com mais de 1% do mercado; o Brasil tem sу quatro”, compara o presidente do Embratur. “Aqui tem duopуlio mesmo. E as companhias ditam preзos e definem as rotas’, ataca.

Fora do eixo

A entrada de novas empresas poderia cobrir a lacuna de rotas poucos exploradas, distantes do eixo Congonhas-Santos Dumont (Sгo Paulo e Rio de Janeiro). Segundo Dino, o crescimento de cidades mйdias cria a demanda necessбria, mas, ainda assim, o custo de voos entre cidades como Aracaju e Sгo Luнs й mais alto do que se o destino for Paris. O presidente da Embratur alerta para o fato de a insuficiкncia de oferta impedir o desenvolvimento do setor. “O Brasil vai continuar crescendo e incorporando mais consumidores. Nгo podemos ser pegos de surpresa como foi com a infraestrutura dos aeroportos”, afirma ele.

O ex-presidente do Conselho Administrativo de Direito Econфmico (Cade) e sуcio da GO Associados, Gesner Oliveira, analisa como positiva a maior concorrкncia no setor, mas ressalta que isso nгo pode ser feito de maneira “episуdica”. Ele diz que seriam necessбrios pelo menos trкs meses para se investigar a concentraзгo para que nгo haja arbitrariedade. “Tudo exige planejamento. Й uma declaraзгo que mais procura exaltar a concorrкncia. Nгo hб condiзгo tйcnica”, diz Gesner em relaзгo а entrevista da ministra Gleisi Hoffmann a um jornal de Sгo Paulo e а possнvel carta branca para empresas estrangeiras operarem no mercado domйstico durante a Copa do Mundo.

Entre o alнvio e a apreensгo

O desenvolvimento de outros modais de transporte tambйm й visto como uma soluзгo para os preзos do setor aйreo. Segundo o ex-presidente do Conselho Administrativo do Direito Econфmico (Cade) e sуcio da GO Associados, Gesner de Oliveira, o Programa de Investimento Logнstico do governo federal pode colaborar para aliviar o mercado de aviaзгo no Brasil. A concessгo de aeroportos e a consequente melhoria de sua infraestrutura tambйm deve colaborar para a entrada de mais companhias. “Aeroportos saturados impedem a entrada de novas companhias”, diz Oliveira, ressaltando a necessidade de haver espaзo para a operaзгo das empresas. O cenбrio ideal seria a existкncia de trкs ou quatro companhias operando nacionalmente e pelo menos uma servindo a cada regiгo.

Do outro lado, empresas e funcionбrios se dizem contrбrios а abertura do mercado. “Tal hipуtese й vista como desastrosa pelos representantes dos pilotos, comissбrios e funcionбrios de companhias aйreas. As entidades repudiam a polнtica de “cйus abertos”, que pode significar um golpe de morte nas companhias nacionais, representar desemprego em massa no setor e comprometer a seguranзa de voo no paнs em curto prazo”, diz nota da Associaзгo Brasileira de Pilotos da Aviaзгo Civil (Abrapac) divulgada depois da reuniгo com o ministro da Secretaria da Aviaзгo Civil (SAC), Moreira Franco anteontem..

No encontro, alйm do ministro Moreira Franco, estiveram presentes o presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), o presidente da Abrapac, o presidente da Associaзгo dos Aeronautas da Gol (Asagol) e o presidente da Federaзгo Nacional dos Trabalhadores em Aviaзгo Civil (Fentac). Segundo a Abrapac, o ministro disse nгo ter planos de mudar a polнtica atual, mas solicitou аs entidades “informaзхes de cunho tйcnico que sustentem a opзгo pela manutenзгo do mercado aйreo restrito аs companhias nacionais”. A Secretaria de Aviaзгo Civil deve se posicionar formalmente nos prуximos dias, atendendo pedido feito pelas associaзхes.

Novo mapa no cйu do Brasil

Sem tempo hбbil para introduzir companhias estrangeiras durante a Copa do Mundo, a saнda para aumentar a oferta e reduzir o alto preзos das passagens deve ser a autorizaзгo de voos temporбrios. As empresas que operam no Brasil solicitaram a abertura de 1.523 voos extras para atender a demanda no perнodo de 6 de junho a 20 de julho. O nъmero й o saldo de voos que haverб a mais no perнodo. Para isso, rotas serгo canceladas e remanejadas. A Agкncia Nacional de Aviaзгo Civil (Anac) indica que o melhor momento para a compra de passagens serб depois de serem feitas as confirmaзхes dos novos voos.

Um levantamento preliminar mostra que os cinco trechos que mais receberгo reforзo serгo de Brasнlia para Guarulhos, do Rio de Janeiro para Buenos Aires, do Rio de Janeiro para Campinas, de Fortaleza para Guarulhos e de Salvador para Guarulhos. Os aeroportos que terгo o maior nъmero de novos assentos ofertados sгo os de Cuiabб (48%), Campinas (41,6%), Guarulhos (36,5%), Natal (27,5%), Fortaleza (17,8%), Salvador (14%), Recife (13%) e Galeгo (13%). As demandas serгo atendidas desde que haja capacidade nos aeroportos. A partir de 16 de janeiro as empresas poderгo solicitar autorizaзхes para realizar voos fretados. E em 24 de junho serб aberto o prazo para solicitaзгo de voos fretados para a fase eliminatуria.

Preзos Em meio a um bombardeio de reclamaзхes quanto aos preзos durante a Copa do Mundo, as empresas aйreas brasileiras rebatem as crнticas sobre o elevado preзo da aviaзгo civil usando os custos de combustнvel como principal argumento. Segundo a Associaзгo Brasileira das Empresas Aйreas (Abear), devido а tributaзгo e ao sistema de preзo do combustнvel, o produto й 30% mais caro do que em outros paнses.

No ano passado, a associaзгo apresentou proposta tйcnica para o governo federal para melhorar as operaзхes domйsticas, e em dezembro, a Agкncia Nacional de Aviaзгo Civil (Anac) recebeu as propostas para atender a demanda durante a Copa do Mundo. A resposta sobre quais rotas devem ser criadas deve ser dada na semana que vem. “As propostas para atender a demanda no perнodo, com previsгo de aumento de voos para as cidades-sede, no momento, aguardam a aprovaзгo da Anac para estruturar esse novo desenho, o que terб impacto na quantidade e preзo das passagens”, diz nota da entidade.

A Abear diz que o objetivo й atingir a meta de 211 milhхes de passageiros (dobro do atual) em 2020, seguindo com o processo de democratizaзгo da aviaзгo. No mais, a Abear diz ter havido reduзгo considerбvel do preзos das passagens na ъltima dйcada e que atingiu-se nнvel em que й normal haver alta. (PRF com agкncias)

Source: http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2014/01/08/internas_economia,485678/governo-vai-discutir-abertura-do-mercado-aereo-domestico-para-empresas-estrangeiras.shtml

27.11.2020

New

31 2015 mar

Passagens aéreas baratas para o brasil

Passagens aéreas baratas para o brasil O Brasil é um país imenso que ocupa praticamente metade do território sul-americano com uma população...

02 2015 abr

Submarino voos

Submarino voos O Submarino Viagens está fazendo uma promoção excelente de passagens da TAM! Até amanhã quem fizer o pagamento recebe Promoções de passagens aereas para janeiro de 2013 Para viajar barato é preciso ficar atento a todas as promoções de passagens das empresas aéreas. Uma simplesonto de 30% no preço final! Além...

21 2014 feb

Popular on-line

Aviao da gol

Aviao da golO Boeing 737-800 da empresa Gol caiu, nesta sexta-feira no Mato Grosso com 155 pessoas a bordo. ... Saber mais...

Qual é a diferença entre a classe turística e classe executiva?

Hoje em dia podemos encontrar bilhetes acessíveis  praticamente em qualquer companhia aérea do mundo. Por exemplo: para os estudantes ... Saber mais...

As melhores ofertas de voos baratos de todas as companhias aéreas e também low cost estão aqui

Actualmente para qualquer potencial viajante, passou a existir uma possibilidade de adquirir passagens aéreas para qualquer voo com condições ... Saber mais...

Testimonials

Bem-vindo ao nosso site! Aqui você pode encontrar os voos mais baratos e hotéis para sua viagem.”

equipa de desenvolvimento, Viagens Aviao

Os nossos parceiros