Comprar na suiça

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Preços e custo de vida na Suiça

Liana Soares

Muito já se falou e escreveu sobre preços altos e custo de vida altíssimo na Suiça. Nao eu. Eu só escrevi assim solto por aí em alguns posts que sim, é caro, sim, o custo de vida é alto. Mas um post só sobre isso é a primeira vez. Primeiro porque ok isso é fato, mas daí a refletir e pensar sobre as causas, a realidade e separar tim tim por tim tim as ideias e estar apta a concluir alguma coisa daí é possível fazer principalmente através da experiëncia depois de tanto morando por aqui, mas também do convívio com outras pessoas e poder analisar nao só a sua realidade mas sim fora da sua zona de conforto, etc.

Pra começar, é, o custo de vida é alto, as coisas custam caro, mas em compensaçao, ganha-se bem na Suiça. Digamos que qualquer trabalho dá condiçoes de vida justa pra pessoa viver aqui. Mesmo um trabalho nao tanto qualificado, ninguém morre de fome. Longe disso. Bom, tem também o lado super importante da ajuda do governo em várias situaçoes, mas isso aí já é assunto pra outro post.

Todo ano sai o ranking de melhores cidades para se morar e cidades mais caras do mundo, nos quais, a Suiça sempre tem participaçao nos primeiros lugares. Zurique já foi escolhida diversas vezes como a melhor cidade pra se morar, mas também a cidade mais cara do mundo! Li uma vez que quem mora em Zurique paga 20% a mais por produtos e serviços do que em qualquer outra cidade europeia. Fora o índice Big Mac. onde seguindo o estudo da The Economist comparando o preço do mesmo sanduiche no McDonalds pelo mundo, o franco suiço é 62% super avaliado e um suiço paga 6x mais que o valor nos EUA. Entao afinal, como é isso?

Source: http://www.elaeamericana.net/2014/01/precos-e-custo-de-vida-na-suica.html


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Genéve - Suíça, com pouco dinheiro e muita coisa bonita pra se ver

Em Julho de 2011 fiz uma excelente viagem para Genève, com pouco dinheiro.

Tudo bem que fiquei na casa da minha mãe e isso ajudou bastante na economia, mas além disso teve outras atitudes que optimizou o uso do meu dinheiro e ainda me proporcionou a melhor viagem da minha vida (até agora).

Dica nº1 - Bom, escolher a melhor data creio que seja um excelente começo. Apesar de Julho/Agosto ser alta temporada (por ser verão) e por causa disso as passagens estarem mais caras, vale a pena ir nessas datas porque Julho é o mês das liquidações das lojas e Agosto (até o dia 15) é o mês que tem festividades ótimas em Genève, sem contar que com o verão é possível passear com roupas normais.

Dica nº2 - Já que Julho é o mês das liquidações segue as dicas de compras: No centro de Genève (que é menor do que Niterói), existe a Rue de la Confederacion, essa rua é uma galeria a céu aberto, várias lojas de grifes e outras com roupas e artigos usados em excelente estado, comprar roupas usadas é muito comum entre os Suíços e não pense vc que é coisa de brasileiro pobre, existe muita peça boa por lá. Não lembro exatamente o nome dessas lojas, porém é fácil perceber quais são as lojas de grife e quais são os famosos "brechós".

Dica nº3 - Falando em loja existe uma que é uma mega loga, se chama "Manor" e fica bem no centro de Genève, entre a Ponte de Bel-Air e a Gare Cornavin. Essa loja é uma espécie de Lojasamericanas misturada com Supermercado e C&A (. ) enfim, é uma loja imensa de 5 andares que vende desde carnes e laticínios até roupas de times europeus. ) 1º Andar é de supermercados e lanchonetes, o 2º de perfumaria, o 3º é para roupas femininas, o 4º para roupas masculinas e o 5º é para calçados. Loja muito boa.

Dica nº4 - No Subsolo da Gare Cornavin existe uma galeria com lojas bem legais, além de vender bastante artigo de souvenir da Suíça existem lojas de grife como Pulma, Lacoste, H&M, Chanel e multimarcas. Ah sim! No final das compras não deixe de dar uma passadinha num supermercado da Migros e comprar o pão de chocolate. putz. é muito gostoso.

Dica nº5 - Depois de comprar bastante roupas com preços ótimos (lembrando que vc está na europa) é hora de atender outra necessidade básica: a comida. No tempo que fiquei lá não fui a muitos restaurantes, minhas refeições comprava nos supermercados. Comida é algo muito barato por lá e se der uma esticadinha no lado francês consegue preços melhores ainda. No lado suíço os melhores supermercados são da rede "Migros" e "Coop", e do lado francês vale muito a pena ir no "Intermarché", "Carrefour" e "Migros". adorei muito o pãozinho com recheio de chocolate. CHF3 vem um pacote com 6. vale a pena experimentar.

Dica nº6 - O transporte público de Genève faz jus ao de um país de primeiro mundo. Os ônibus não possuem cobrador e nem roletas (catracas), em cada ponto de ônibus existe uma maquininha na qual vc deve pagar a passagem (ou com moedas, ou com o vale transporte local ou com cartão de crédito), a passagem custa CHF3 ou EUR2,80 e o bilhete vale por 1 hora, onde se pode pegar quantos ônibus quiser dentro desse intervalo. Há opções tb de pegar um bilhete que vale para o dia todo. Em Genéve há 42 linhas de ônibus que vai do 1 ao 42 e outras 8 linhas que atravessam a fronteira e vão até o território Francês e servem localidades vizinhas como Annemasse, Saint Juliein, Ferney-Votaire, Hermance etc. essas regiões vizinhas são tão conglomeradas a Genève que quase não se percebe quando mudou de país ou não. Esses ônibus ao invés de ter números, suas linhas são caracterizada por letras, tais como linha A, D, F, V etc.

Dica nº7 - O principal cartão postal de Genève é o Lac L'Man. Um lago imenso incravado no centro de Genève e que por incrível que pareça tem águas cristalinas, com patinhos nadando por toda sua extenção. Atravessando a Ponte do MontBlanc (onde tem várias bandeirinhas da Suíça) é possível desfrutar uma linda paisagem. Caminhar a sua volta é um dos passeios mais agradáveis que se possa fazer.

Dica nº8 - Caminhando em volta do Lac Le'Man é fácil observar o Jet D'Eau, um imenso jato d'agua, forma um cenário muito bonito. É possível chegar até sua base e tomar um baita banho de água forte e gelada. ehehe

Dica nº9 - Ainda em volta do lago tem o "Jardim Inglês", trata-se de um relógio que é todo enfeitado por flores, muito legal. Esse relógio fica exatament em frente à antiga fábrica da Rolex (bem intuitivo).

Dica nº10 - No início de Agosto começa os preparativos para a queima de fogos de GenÈve, é montado vários brinquedos (parque), tem vários palcos de shows com bandas bem legais e a cidade fica um "fervo", tem gente do mundo inteiro. Um desses brinquedos inclusive estava tocando muito funk carioca. me senti em uma praça no subúrbio do Rio de Janeiro. kkk

Dica nº11 - Pegando o ônibus da linha H em direção à "Hermance" solte no ponto final e desça uma rua que parece mais uma viela. O final desse beco que mal passa um carro desemboca num parque natural na beira do Lac L'Man, em uma área mais afastada. Esse parque é bacana pq nele há várias churrasqueiras dsponíveis para fazer aquele churrascão animado. Ótimo para se divertir, fazendo um churrasco e se banhando no lago. mas já falo logo, mesmo no verão a água é bastante friiia.

Dica nº12 - No centro da cidade existem vários Trams (ou bondes) que vão para um lugar chamado "Nations" esse lugar simplesmente é a sede das Nações Unidas (ONU), o bacana é que em frente À ONU existe uma praça bem grande com uma cadeira imensa. Essa praça é palco de grandes manifestações (geralmente pró direitos humanos) e todo dia tem algum tipo de manifestação de gente do mundo todo. Vc vai perceber tb que de 3 em 3 minutos um chafariz imenso joga água praticamente na praça toda, essa água foi um mecanismo que o pessoal da ONU encontrou para diminuir a quantidade de pessoas nos protestos, porém, no verão, é comum ver muitas crianças correndo e se divertindo nessa água do chafariz. É comum ver também alguns fanáticos religiosos gravando vídeos no pé dessa cadeira imensa dizendo que é a cadeira do Satanás. mas na verdade em baixo dela existe uma plaqueta dizendo que essa cadeira é um símbolo de protesto e homenagem das pessoas que foram amputadas por minas terrestres na África.

Dica nº13 - Já no lado Francês (mas praticamente dentro de Genéve) existe o Salev. O Salev é uma formação rochosa que cria um grande penhasco, um baita paredão. Por toda Genéve é possível visualiza-lo. Para chegar lá existem 2 maneiras, ou de teleférico ou por uma estradinha. Algo muito legal de ser fazer é subir de teleférico, fazer um lanchinho lá em cima e descer de biciclieta. é ótimo.

Dica nº14 - Gare Cornavin é tipo a Central do Brasil para os cariocas ou a Estação da Luz para os paulistas. É a principal estação de Trem de Genève, donde parte o trens para toda a Suíça e o famoso TGV para Paris. Fazer uma viagem de trem pela Suíça é algo mágico, sem igual, só a paisagem vale cada centavo gasto. Os destinos mais lindos foram Interlaken, Zermart e Bern. Para comprar as passagens basta entrar no site www.sbb.ch

Dica nº15 - Tem um parque aquático que é ótimo lá. Se chama "Vitam PArc", a entrada custa EUR19,00 e tb vale cada centavo. Esse parque tem uma área externa com piscinas, toboaguas etc. e uma área interna, que fica dentro de uma bolha gigante que também tem grandes piscinas e tuboaguas, dentro dessa bolha a temperatura é controlada e isso possibilita que o parque abra inclusive no inverno. Como fui no verão aproveitei bastante a áre externa, mas no inverno deve ser interessante ficar numa piscina de água quente com a neve caindo lá fora. No anexo a esse parque existe um minishopping com algumas lojas bem legais. A maior loja que existe lá é uma que vende artigos esportivos (tipo uma Centauro da vida) e tem ótimos preços e roupas bem interessantes. Para se chegar até lá deve-se tomar o ônibus da linha D (Bel-Air x Saint-Juliein), essa linha normalmente vai apenas até o centro de Sain-Juliein, para se chegar ao parque deve-se pegar o ônibus da linha D que tem a vista "Vitam-Parc". Como se trata de uma linha especial (prolongamento de uma linha convencional) esse ônibus não passa com uma boa frequencia, o ideal é verificar os horários antes. Ah sim! Pode confiar nos horários dos ônibus, eles são precisos e quase não atrasam. Para ver os horários dos ônibus basta entrar no site www.tpg.ch Esse parque já fica em território francês.

Dica nº16 - Para quem gosta de uma night (carioca) ou balada (paulista) existe uma boate imensa com o pitoresco nome de "Macumba". A boate parace mais um shopping, imensa, tem 13 ambientes, inclusive uma "praia" articifial. é bem legal e animada. A entrada custa EUR13. Essa boate fica ao lado do Vitam Parc. Para quem gosta de jogar, em frente À Macumba existe tb um Cassino bem grande. vale a pena dar uma conferida.

Dica nº17 - Apesar do transporte público ser muito bom o charme lá é ter uma motinha de 50cc. Alugar uma é bem fácil e baratinho. Não precisa nem ter habilitação. Em Annemasse (cidade vizinha, território francês) existem várias locadoras dessas motinhas. Custa em média EUR15 a diária. Cara, vale a pena. O trânsito lá é ótimo e existem vias exclusivas para ônibus e ciclistas com semáfaro separado e tudo para cada tipo de veículo.

Dica nº18 - Visitar a primeira fábrica de chocolate do mundo é algo bem agradável. Além de toda história tem toda a gostosura. Trata-se da fábrica da Cailler/Nestlé, fica um pouco mais distante de Genève, na cidade de Bule (+ou- 150km) para maiores detalhes da visitação entre no site www.cailler.ch Comer os chocolates fresquinhos é surreal de bom.

Dica nº19 - Nyon é um distrito próximo de Genève que é bem charmoso, é possível chegar de carro ou de Barco (uns barcos tipo a da Rio-Niteroi) que fica "passeando" pelo Lac L'Man. é um lugar bem agradável, com ruas floridas, jardins bem bonitos, baita carrões e tem um castelo medieval no alto de uma colina. Uma vista simplesmente deslumbrante. É possível entrar no castelo de graça.

Dica nº20 - Fugindo um pouco do tópico, 2 lugares que valem a pena fazer um esforço para ir são: Annecy e Chamonix, ambas ficam na França. Em Annecy tem um lago que é muito comum o pessoal ir fazer pic-nic e se banhar (varias mulheres fazem topless ), para chegar até lá é bem fácil, tem um ônibus que sai da Gare Cornavin com destino a Annecy com saídas a cada 30 minutos, a passagem custa EUR8. Para Chamonix basta pegar um trem dentro da estação Gare Cornavin, como Chamonix é território francês a empresa que atende a malha ferroviária lá é a SNCF, para comprar as passagens basta ir para o site www.sncf.com a passagem custa em média EUR20. Chegando em Chamonix, vale muito a pena ir no alto do Mont Blanc, que é simplesmente o ponto mais alto da Europa, é possível chegar até o topo, através do "Teléphérique Aiguille Du Midi", é o teleférico mais íngrime do mundo e é o mais alto do mundo também, para comprar ingressos até lá basta ir no site www.compagniedumontblanc.fr

Bom gente. acho q é basicamente isso. apesar de ser algumas coisa aparentemente caras, pode ter certeza que não é.

Curtam bastante esse país e essa cidade tão pouco conhecida. ah sim. pessoal tem idéia de q europeu é frio. realmente são, mas os Suíços são extremamante simpáticos e sorridentes.

Source: http://www.mochileiros.com/geneve-suica-com-pouco-dinheiro-e-muita-coisa-bonita-pra-se-ver-t68047.html


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09. Maio 2011 - 17:51

Informações gerais sobre o investimento na Suíça podem ser obtidas no site da Osec. órgão de promoção comercial da Suíça.

Em 2009, quando os preços das casas caíram em países como os Estados Unidos, Grã-Bretanha e Espanha, o mercado suíço cresceu acima da média.

De acordo com os especialistas imobiliários da empresa Wüest and Partner  existe uma forte demanda dos investidores privados e profissionais por habitações geminadas para famílias como alternativa de investimento.

A lei Lex Koller limita o modo como os estrangeiros podem comprar um imóvel na Suíça, bem como define que possuir uma propriedade não garante o direito a um visto de residência no país. Os vistos de residência e as autorizações para compras de imóveis são tratados pelas autoridades cantonais.

O financiamento está normalmente disponível, geralmente entre 60 e 80 por cento do valor. As taxas de juros são frequentemente baixas, em torno de quatro por cento ou menos. Além dos custos, deve-se calcular o pagamento de vários impostos e taxas para a conclusão da transação e obtenção do registro de propriedade  junto às autoridades.

Estrangeiros podem comprar casas de férias, mas precisam de permissão especial para fazer isso. Vários fatores se aplicam à regra: a casa deve estar em um local designado pelas autoridades cantonais como uma região turística e existem cotas por região. Os cantões e municípios podem adicionar suas próprias restrições, como por exemplo somente permitir que estrangeiros comprem residências que já eram de propriedade de um estrangeiro.

Casas de férias não podem ser alugadas para o ano todo, mas apenas por períodos. Apart hotéis devem ser colocados à disposição ao dono do hotel para as operações de hotel, especialmente durante a alta temporada.

Via de regra, a superfície da habitação, incluindo a cozinha, a sala, o banheiro, a piscina coberta, a sauna, a piscina e o salão de jogos, excluindo as varandas, a escadaria, o porão e o sótão, não deve exceder os 200 m2. A superfície total do imóvel não deve exceder a 1.000 m2. Áreas maiores de até 250 m2 e de 1.500 m2, respectivamente, são autorizadas automaticamente se a necessidade for comprovada. Apenas em casos excepcionais os limites podem ser estendidos. é proibido ter mais de uma casa de férias entre membros de uma mesma família.

Se o comprador, seu cônjuge, seu parceiro registrado ou filho menor de 18 anos já possuem uma casa na Suíça, a autorização só pode ser concedida se a casa for vendida antes da nova aquisição ter sido inscrita no registro de propriedades  da prefeitura em questão.

Para mais informações, visite a página do Departamento de Justiça. Ela oferece orientações para os estrangeiros que queiram adquirir imóveis na Suíça.

Estrangeiros de fora da UE e da EFTA que moram na Suíça, mas não possuem um visto de residência “C”, podem comprar uma casa ou um apartamento ocupado pelo proprietário em sua cidade de residência atual sem a necessidade de autorização.

O mesmo vale para a compra de terras para se construir, mas a construção deve começar dentro de um ano. Em ambos os casos, o comprador tem que viver na casa e não pode alugá-la, nem parcialmente.

Geralmente não há nenhuma limitação sobre o tamanho de área, mas o comprador pode comprar apenas uma unidade residencial.A propriedade adquirida não pode ser tão grande a ponto de ser considerada como sendo puramente para fins de investimento. Existe alguma preocupação quando o tamanho da propriedade for maior que 3.000 m2. Nesse caso, o escritório de registro de imóveis   de imóveis vai intervir e se pronunciar sobre o caso.

Em caso de mudança, não é necessário vender a propriedade. O proprietário pode continuar a usá-la como uma segunda residência para férias ou até mesmo alugá-la para terceiros.

O proprietário também poderá comprar outra casa em um novo local sem ter de vender a primeira. No entanto, o comprador que não tiver a intenção de viver na segunda casa estará violando a lei. Alterar o local de moradia com o único propósito de ser capaz de comprar vários imóveis sem a necessidade de autorização é estritamente proibido por lei. Nesses casos as autoridades, podem solicitar ao comprador que entre com um pedido de autorização para outras propriedades com efeitos retroativos ou mesmo ordenar que as vendas sejam desfeitas.

Para mais informações visite a seção do site do Departamento de Justiça. Ele oferece orientações para os estrangeiros  que pensam em adquirir imóveis na Suíça.

Cidadãos da União Europeia ou dos países da EFTA que se deslocam todos os dias das fronteiras para trabalhar na Suíça com um visto de residência “G” podem comprar uma segunda casa na localidade de seu trabalho sem a necessidade de autorização.

Os compradores devem ocupar a residência pelo tempo que eles trabalharem na região como trabalhadores transfronteiriços. Eles não poderão alugá-la, ainda que parcialmente, e o registro de imóveis  registrará a transação imediatamente se a área do imóvel exceder os 1.000 m2, mas exigirá do comprador uma devida autorização.

Para maiores informações, visite a página do Departamento de Justiça, que oferece um guia para estrangeiros interessado na compra de bens imobiliários na Suíça.

Normalmente é necessário se ter uma autorização para comprar terras não utilizadas em zonas residenciais, industriais ou comerciais. Existem porém casos em que uma autorização não é necessária. Para uma residência principal, uma residência secundária ou estabelecimento permanente de um negócio. Algumas regras se aplicam nesse caso e o trabalho de construção deve começar dentro de no máximo um ano.

Para maiores informações, visite a página do Departamento de Justiça, que oferece um guia para estrangeiros interessado na compra de bens imobiliários na Suíça.

A Constituição suíça permite a qualquer pessoa, inclusive estrangeiros, iniciar um negócio no país, criar uma empresa ou participar financeiramente de uma.

O portal em português da OSEC. órgão de promoção comercial da Suíça, oferece muitas informações nessa área.

Você não precisa pertencer a nenhuma organização e nem necessita de autorização para iniciar um negócio. Você também não tem que necessariamente apresentar os valores operacionais do ano.

Mas, como estrangeiro, você terá que ter ambos os vistos de trabalho e residência para iniciar seu negócio. É possível criar vários tipos de empresas na Suíça:

  • Uma empresa não constituída ou incorporada
  • Uma filial
  • Comprar uma empresa já existente na Suíça
  • Fazer uma parceria
  • Fazer uma aliança estratégica
  • Subsidiárias e representações

O procedimento para a criação de uma empresa geralmente inclui os seguintes passos:

  • Criação do estatuto na presença de um notário público.
  • Criar uma conta vinculada para depositar o capital integralizado
  • Registrar a associação junto ao registro comercial local para tornar-se uma entidade jurídica
  • Pagar um imposto de um por cento do capital social - o primeiro SFr 1 milhão é isento.
  • Registrar no Imposto sobre Valor Agregado (IVA)
  • Inscrever os empregados nos planos de segurança social tanto federais quanto cantonais.

Titularidade única: Se o negócio na Suíça é uma sociedade unipessoal, uma parceria ou uma sociedade limitada, o processo de registro pode ser feito online através do portal do governo suíço em alemão, francês ou italiano. Visite o portal SME (alemão, francês e italiano).

Para informações mais detalhadas de como iniciar um negócio na Suíça, visite a página da Rede Suíça de Negócios (OSEC - de "Business Network Switzerland").

Investidores à procura de imóveis para ganhar dinheiro devem procurar fazê-lo no setor imobiliário comercial e investir em lojas, fábricas, armazéns, escritórios, shopping centers, hotéis, restaurantes, etc.

Essas propriedades podem ser compradas sem autorização. Neste caso, não importa se os imóveis serão utilizados pelo comprador, arrendados ou alugados a terceiros a fim de exercer uma atividade comercial. Esses imóveis também podem ser adquiridos apenas como um investimento.

Nenhuma exigência ou autorização prévia é necessária para a compra e o comprador também pode adquirir outros direitos como a construção, aquisição, preferência ou direitos de recompra.

É proibida a compra de imóveis para a construção, o leasing ou a locação de unidades habitacionais por essas não serem atividades comerciais reconhecidas com permanentes.

Visite a página do Departamento de Justiça suíço, que oferece um guia para estrangeiros interessados em comprar bens imobiliários na Suíça.

Hipotecas com taxas fixas, com taxas variáveis e baseadas no mercado financeiro são os três principais tipos de hipotecas na Suíça.

Como em outros mercados, uma hipoteca de taxa variável é continuamente ajustada pela flutuação do mercado de capitais. Uma hipoteca de taxa fixa é geralmente estabelecida por um período de 3 a 5 anos. Já a hipoteca baseada no mercado financeiro é baseada na taxa Libor (London Interbank Offered Rate), refletindo o mercado financeiro do Euro. Algumas taxas ainda serão adicionados a estas, mas o valor depende da capacidade de crédito da pessoa que pegou o dinheiro emprestado.

De um modo geral, os compradores precisam ter pelo menos 20% do preço de compra. O custo anual do empréstimo não deverá totalizar mais de um terço da renda bruta do adquirente. O empréstimo tomado a um banco pode chegar até a 80% do valor de mercado do imóvel, mas as taxas de juros são negociáveis, por isso compare as ofertas de várias instituições.

Os proprietários de imóveis residenciais devem pagar impostos federais e cantonais sobre sua propriedade, contudo podem deduzir os juros hipotecários e os custos de manutenção.

Para escritórios e construções comerciais, a proporção do empréstimo é normalmente em torno de 70% do valor.

Para mais informações sobre hipotecas. visite a página da Osec.

Swiss Business Hubs são escritórios de negócios do governo suíço para os empresários suíços interessados em fazer negócios em vários países e para os empresários estrangeiros interessados em trazer seus negócios para a Suíça.

Os escritórios podem ajudar você a encontrar fabricantes específicos, contatos iniciais e oferecer-lhe outras informações úteis.

Os Hubs suíços estão localizados nos países da Europa como a Grã-Bretanha, Alemanha e França, bem como no Brasil .

Você pode fazer download da lista completa do Swiss Business Hubs

através da página da OSEC.

O indicador das ações blue-chip da bolsa suíça é o Swiss Market Index (SMI). Esse índice do mercado de ações e é composto das vinte maiores ações de grandes e médias empresas cotadas no Swiss Performance Index (SPI). No SPI são cotadas todas as ações de empresas com sede na Suíça e negociadas na Swiss Exchange (SIX) de Zurique.

Ao contrário do SPI, o SMI não é corrigido pelos dividendos. As ações que vão para o SMI são examinadas anualmente. As ações negociadas no SMI representam 90% do mercado como um todo e de todo volume de negócios das ações listadas na Swiss Exchange (SIX). A outra bolsa da Suíça encontra-se em Berna, a Berne eXchange. O índice SMI é considerado o balão meteorológico para o mercado suíço como um todo e frequentemente utilizado na formulação de outros instrumentos financeiros. O Swiss Market Index (SMI) teve início em junho de 1988 com um valor inicial de 1.500 pontos.

Source: http://www.swissinfo.ch/por/investindo-na-su%25C3%25AD%25C3%25A7a/29725412


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Comprar na suiça

Terra do queijo e do chocolate, do relógio e do canivete, a Suíça é um dos menores países da Europa. Mas isso em área territorial, já que em outras categorias, ela consegue ser maior, como por exemplo: é um dos países com a maior qualidade de vida do mundo.

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A pontualidade Suíça é uma coisa admirável! Por várias vezes estávamos parados na plataforma, esperando o trem, e faltando menos de 2 minutos pro horário de partida, lá vinha ele, sem o mínimo de atrasado. Em alguns momentos chegava a aportar comigo mesma: ah, agora ele vai atrasar! Nada, gene! Pontualíssimo!! Difícil ficar atrasado num lugar com tantos relógios!

A organização e limpeza das ruas também merece destaque e, em diversos pontos da cidade, mesmo em áreas menos urbanas, como os vilarejos alpinos, sempre tinha saquinhos pra colocar os cocôs dos cachorros.

A Suíça é dividida em três regiões: Suíça italiana (Lugano), Suíça francesa (Genebra, Montreaux, Lausanne, Gruyères) e Suíça alemã (Zurique, Bern, Interlaken, Zermatt). Nós ficamos praticamente toda a viagem na parte alemã, numa viagem de 7 dias, que englobou Zurique, Luzern, Interlaken & Jungfrau, Zermatt, Bern e Gruyères (esta última, a única na parte francesa do país que visitamos). Na verdade, já tínhamos visitado Genebra, também na parte francesa, em outra ocasião. De uma região a outra vê-se grande diferença na língua, na sinalização e na comida.

Pra nos locomovermos, usamos o Swiss Pass. que compramos quando chegamos, no aeroporto. Pra nós saiu mais vantajoso comprar o de 4 dias e um trecho à parte. Aconselho comprar o Swiss Pass na hora mesmo, pois comprando pelo site ou aqui no Brasil, pagam-se taxas. Na hora é fácil e tranquilo. Apenas tenha já uma noção do que se quer fazer e dos tipos de passe pra não ficarem perdidos. Para saber preços e horários, clique aqui .

Nosso roteiro ficou assim

Dia 1 – Chegada em Zurique, tour na cidade e trem até Luzern (1 noite) – 1 dia do Swisspass

Dia 2 Luzern -> Interlaken  – 1 dia do Swisspass

Dia 3 – Interlaken (subida ao Jungfrau)

PS: Nosso passeio foi cortesia do Escritório de Turismo de Interlaken, mas portadores de Swiss Pass têm 50% de desconto neste passeio)

Dia 4 – Ida pra Zermatt – 1 dia do Swisspass

Dia 5 – Zermatt (passeio ao Gornengrat, com 50% de desconto no ticket devido a termos o Swisspass)

Dia 6 – Ida pra Bern, com bate e volta a Gruyères (loucura, não faça isso!) – 1 dia do Swisspass

Dia 7 – Bern – > Colmar (França). Aqui compramos o trecho avulso pra Basel e de lá, fomos pra Colmar.

O resto do roteiro e o que eu teria feito diferente, vou falar mais adiante, em um outro post.

O franco suíço é a moeda do país. Vale pouco mais que o dólar.

A Suíça é um país extremamente caro. Até mesmo os suíços não passam férias no próprio país, devido ao alto custo de vida. Atravessar as fronteiras para a Itália e até mesmo para a França pode sair bem mais barato.

Um prato de comida em um restaurante simples, sai na faixa de R$ 80,00. Em Bern jantamos um dia na Spaghetti House, por indicação de uma local que conhecemos num barzinho, e os preços eram razoáveis, além da pasta ser realmente deliciosa. Recomendo!

O Big Mac custa na casa dos R$ 20,00. Já a cerveja, custa o equivalente a outros países da Europa, como Inglaterra ou França, na casa dos R$ 18,00 por 500mL. Conclusão: bebemos mais do que comemos! hehe

Prato de comida básico, quase sem carne e super apimentado: R$ 80,00

E por falar em bebida, uma bebida não alcoólica muito comum por lá é a Rivella, uma espécie de guaraná, feita à base de soro de leite. Até que eu gostei.

Tá bom, mas o que é bom pra ser comprar na Suíça? Chocolaaaaate, muito chocolate…. Um dos melhores do mundo. A Lindt é a principal marca do país, mas não despreze marcas menos conhecidas locais. Experimentei o chocolate da marca Frey e amei!

Outra ótima compra são os canivetes, boa opção de souvenir. A partir de 17 francos já se pode comprar um legítimo canivete suíço.

Nas redes de supermercado Coop e Migros encontram-se muitos produtos a preços, digamos, pagáveis. Nelas também costumam ter restaurantes self service, que pode sair mais em conta pra almoçar/jantar, mas isto nas grandes cidades. Não chegamos a almoçar lá ou jantar, mas li boas recomendações. O que mais comprávamos mesmo nestes mercados era vinhos, queijos, pães e embutidos, para nosso happy hour no quarto!

Coop de Zermatt

Quando nosso quarto não tinha frigobar, usávamos o lado externo da  nossa janela para gelar as bebidas, afinal, a temperatura exterior ficava na faixa do 5 graus. Em Zermatt, tinha uma montanha de gelo de frente pra nossa janela e o Alê chegou a colocar algumas garrafas de cerveja imersas no gelo, ali mesmo hahaha! Frigobar natural!

Outra coisa maravilhosa: os queeeeijos! Não há como negar que são excelentes! Mas vou falar mais de queijos e a maravilhosa fondue suíça no post sobre Gruyères, aguardem!

Em termos de belezas naturais, a Suíça é imbatível e em alguns km quadrados você pode ver montanhas nevadas, campos verdejantes, lagos azuis, riachos e cachoeiras, vaquinhas malhadas no pasto, daquelas com sino no pescoço e tudo, e muitas flores pra colorir a paisagem.

Source: http://viciosdeviagem.com/suica/zurique/pequena-introducao-a-suica/

18.04.2021

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