Como cancelar uma compra de passagem aerea

Como cancelar uma compra de passagem aerea

como planejar uma viagem econômica e independente à Disney em 8 passos (ou "vá a Orlando sem quebrar o cofrinho")

5º passo: o seguro de viagem. Também não contratamos seguro para o carro com a locadora de veículos porque eu uso o seguro a que tenho direito pelo uso do meu cartão de crédito VISA.

Verifique se o seu cartão de crédito lhe dá direito a seguro de automóvel e de saúde (se não der, já vá providenciando outro, hehehehehe). Se não tiver esse seguro incluído no cartão de crédito, providencie um seguro de viagens que cubra aluguel de carro e emergências médicas e viaje tranquilo.

Oi Caroline!

Eu discordo totalmente! Claro que ficar nos hotéis da Disney deve ser maravilhoso, eu adoraria, mas financeiramente falando não compensa não! Tem muitos hotéis bons fora da Disney, inclusive o que nós ficamos, que custam a METADE do que custa uma diária num hotel da Disney, sem contar que os aluguéis de carro em Orlando são muito em conta, e eu adoro a liberdade de ter meu próprio meio de transporte, não depender de transporte do hotel, inclusive nos dias de ir às compras! Não tem preço.

Dá uma olhada nos nossos posts sobre os parques que lá tem tudo explicadinho como funcionam os estacionamentos, quanto custam, dicas, etc, etc, etc.

felipeopequenoviajante.blogspot.com/2013/11/clarion-suites-kissimmee-nossa-casinha.html

felipeopequenoviajante.blogspot.com.br/2013/11/animal-kingdom-roteiro-detalhado-com.html

felipeopequenoviajante.blogspot.com.br/2013/11/disney-hollywood-studios-roteiro.html

Source: http://www.felipeopequenoviajante.com/2013/09/como-planejar-uma-viagem-economica-e.html


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Como cancelar uma compra de passagem aerea

Planejar uma viagem para a Tailândia, Camboja, Laos e Vietnã  não é fácil. São muitos países, muitos lugares para visitar, longas distâncias e diferentes meio de transportes disponíveis. Por isso, muita gente prefere fazer com agência de viagem. Mas, com um pouquinho de paciência e com boas dicas na mão, dá para organizar sozinho e a viagem sai bem mais em conta.

Então, esse post é para dar um passo a passo de como planejar essa viagem.

A primeira coisa a fazer é definir por quanto tempo você quer viajar. Para fazer o básico: Laos, Camboja, Vietnã e Tailândia. bem feito, vai pelo menos 1 mês. Então, para quem não quer fazer uma viagem tão longa, sugiro quebrar em duas: Laos + Camboja + Vietnã e outra só para a Tailândia.

Ou, para quem, como eu, só tem 3 semanas disponíveis, algumas cidades vão ter que ser eliminadas do roteiro.

As principais cidades que recomendo em cada país são:

Esse é o roteiro com as dicas mais óbvias de lugar. Para quem tem mais tempo, tem muitos outros lugares para explorar. Eu tive que cortar desse roteiro Ho Chi Min e Luang Prabang, só fiz uma ilha na Tailândia (Ko Phangan) e acabei indo para Bali também (mas não recomendo nesse roteiro).

Mapa Sudeste Asiático

Peguei o avião para Bangkok e de lá  fui para Hanoi (pin azul escuro). De Hanoi fui para SAPA (pin vermelho), voltei para Hanoi e no dia seguinte fui para Halong Bay (pin azul claro). Voltei para Hanoi e de lá peguei um vôo para Siem Reap (pin amarelo). De Siem Reap fui para Bangkok (pin verde), de lá fui para Bali (fora do mapa) e voltei para Bangkok. De lá, peguei um voo para Chiang Mai (balão vermelho) e depois voltei para Bangkok para ir às ilhas (balões azuis).

A ordem dos lugares a serem visitados é importante, principalmente, para otimizar os voos. O grande aeroporto central do Sudeste Asiático é o de Bangkok. Então, o jeito mais fácil e econômico de ir para lá é comprar uma passagem de ida e volta por Bangkok. E de lá, voa para os outros países/cidades.

Alguns pontos relevantes:

Os voos para Luang Prabang são mais caros e mais esporádicos, então é mais difícil de conciliar. Por isso acabei não conseguindo ir.

Para ir para SAPA e para Halong Bay. o melhor jeito é contratar uma agência local que busca no hotel de Hanoi, faz toda a programação e devolve no hotel de Hanoi.

Eu fiz o passeio de SAPA com a Trekking SAPA e a de Halong Bay com a Halong Sapa Tours .

Em SAPA, tem um mercado que só acontece nos domingos. então, vale a pena planejar para estar lá em um domingo.

Para comprar os voos (ida e volta e voos internos), eu usei o site KAYAK .

As principais companhias aéreas para os voos internos são: Air Asia (low cost), Bangkok Airways, Vietnan Airlines, Nok Air (low cost), entre outras. A Nok Air não aparece no Kayak, tem que entrar no site da própria companhia.

Na hora de comprar os voos da Tailândia, é bom confirmar o aeroporto, porque existem dois em Bangkok. A distância entre eles é de mais ou menos 45 minutos.

Também na hora de comprar os voos de ida e volta para as ilhas, é importante lembrar que os aeroportos ficam em Ko Samui, Phuket e Krabi. E que para chegar a essas ilhas, tem que pegar balsa/barco, van, ônibus e pode demorar. Muitas empresas aéreas já vendem o pacote completo, incluindo todos os meios de transporte. Eu comprei só os voos pela internet e vi os outros transportes no hotel de lá.

Em geral, os hotéis na região são baratos. Muita gente opta por economizar bastante e fica em albergue. Acho que para quem está viajando em casal, não vale a pena o albergue. Para quem está com grupo de amigos, pode ser que valha. Dá para pegar hotéis muito bons com preço entre US$100 e US$150.

Para reservar hotéis na Ásia, me recomendaram usar o Agoda. Mas, geralmente, eu uso o Booking.com.

Clique no nome de cada país para ver as sugestões de hotel do booking.com:

Tailândia. brasileiros não precisam de visto, mas precisam passar no Health Control para preencher um formulário todas as vezes que entram no país.

www.myvietnamvisa.com e quando chegar no aeroporto tem que entregar uma foto e pagar uma taxa em dólares

www.evisa-cambodia.com e eles já mandam tudo pronto por email.

laos.visahq.com

Em alguns desses países eles checaram a vacina de febre amarela. Portanto, na dúvida, é melhor tomar a vacina e levar o comprovante internacional.

Com os vistos na mão, hotéis reservados, e vôos comprados, o próximo passo é escolher o que fazer em cada lugar!

Espero que este post tenha sido útil para ajudar a planejar a viagem para o Sudeste Asiático!

Fica a dica!

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Source: http://www.dicadadri.com/como-planejar-uma-viagem-para-tailandia-camboja-laos-vietna/


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Como cancelar uma compra de passagem aerea

Importante!

Todo viajante entrando ou saindo do Brasil. com recursos em espécie, cheques ou cheques de viagem, em moeda nacional ou estrangeira, em montante de até R$ 10.000,00 , não precisa fazer nenhum tipo de declara ç ão. No entanto, caso o valor seja superior a R $ 10.000,00. o viajante é obrigado a apresentar a Declaração Eletrônica de Porte de Valores (e-DPV).

Para maiores informações de uma olhada no site da Receita Federal que está bem feito e contém mais detalhes sobre o assunto.

*Atualizado em 27/12/2012

Aqui você irá ler sobre as opções mais usadas hoje em dia para ter acesso ao seu dinheiro no exterior. Ao terminar de ler o post você terá uma melhor idéia sobre o assunto e poderá decidir qual é a melhor maneira para você levar seu dinheiro .

Como você transporta seu dinheiro é uma das tarefas mais importantes durante uma viagem.

Se você está sem tempo para ler tudo agora, adicione a página em seus “Favoritos” e leia com mais calma depois, ou simplesmente leia os prós e contras para saber sobre as informações gerais de cada tópico.

As opções mais comuns para se transportar dinheiro para o exterior são descritas abaixo com seus prós e contras .

Geralmente levar todo seu dinheiro em papel moeda (papel moeda=dinheiro vivo) não é uma boa idéia. Além dos altos riscos de perder ou ter todo seu dinheiro roubado, diferentes fatores têm que serem levados em consideração para se tomar uma decisão mais consciente. O melhor a fazer é sempre ter mais de uma opção de acesso ao seu dinheiro, como, por exemplo, carregar junto com o dinheiro vivo um cartão de crédito, de débito ou um cartão Visa Travel Money (VTM).

  • Caso seu cartão de crédito ou débito não funcionem, um pouco de dinheiro vivo pode salvar a pátria.
  • Com dinheiro vivo no bolso você não precisa se preocupar em retirar dinheiro de caixas automáticos e em achar algum lugar que troque seus travel cheques .
  • Segurança, segurança e segurança. Caso você perca ou tenha uma grande quantidade do seu dinheiro roubado, grande chance a sua viagem vai se tornar uma grande dor de cabeça .

Travel Cheque pode ser uma boa opção, mas como no caso do dinheiro vivo é importante ter mais de uma maneira de acesso ao seu dinheiro no exterior. Particularmente eu não gosto de Travel Cheques, acho que o cartão VTM (Visa Travel Money) oferece a mesma segurança e ao mesmo tempo é muito mais fácil de transportar e de acessar o dinheiro quando comparado com o travel cheque.

  • Em caso de perda ou de roubo dos cheques você ainda consegue retirar o dinheiro através de um número de série.
  • Caso você volte para o Brasil com Travel Cheques que não foram usados, você pode facilmente trocar eles por dinheiro no Brasil.
  • Em alguns país e cidades os cheques não são amplamente aceitos e você pode ter problemas para trocá-los.
  • Dependendo do estabelecimento uma alta comissão pode ser cobrada para trocar seu cheque por dinheiro.

Vale a pena usar o cartão de crédito no exterior? Na minha opinião o  cartão de crédito é não mais que uma boa segunda opção. Caso você tenha tido problemas com seu dinheiro ou Travel Cheques, ter um cartão de crédito pode acabar salvando a pátria. Todavia, é preciso ter cuidado com a variação de câmbio ao utilizar o cartão de crédito. Como a cotação da moeda estrangeira é feita no dia do fechamento da fatura, qualquer desvalorização significativa da moeda nacional irá resultar num débito muito maior que o esperado. Recomendo também ter o número ou forma de cancelamento do cartão sempre a mãos e em algum lugar que não seje no próprio cartão! Cancelar o cartão imediatamente após ser roubado pode evitar muita incomodação.

  • São aceitos na maioria dos estabelecimentos do mundo.
  • A desvalorização da moeda nacional, ou a valorização da moeda estrangeira pode render surpresas como uma conta no final do mês muito maior do que a esperada.

O cartão de débito tradicional que debita o dinheiro direto da conta bancária do usuário é uma boa opção, porém é necessário ter uma atenção especial. Existem muitas pessoas que nunca tiveram problemas, e acham essa a melhor maneira para sacar dinheiro no exterior. Em contrapartida, relatos de pessoas que tiveram problemas para sacar dinheiro dessa forma no exterior são inúmeros, e isso tem que ser levado em consideração. Eu já saquei dinheiro com meu cartão de débito tradicional no exterior e não tive problemas, mas diria que o melhor é conversar com o gerente do banco primeiro e mesmo assim ter uma segunda opção em caso de algum erro de funcionamento do cartão de débito. Ficar sem dinheiro no exterior é um grande problema!

  • A conveniência de usar o mesmo cartão de débito do Brasil da mesma forma no exterior.
  • Cotação do câmbio feita na hora da retirada do dinheiro e não no fechamento da fatura como no cartão de crédito.
  • O funcionamento do cartão de débito do Brasil no exterior ainda não é perfeito e se você só depende dessa forma para ter dinheiro no exterior, você pode acabar em grandes apuros!

Para mim é a melhor maneira, mas como nos casos acima é importante ter uma segunda ou até mesma uma terceira opção. O “Visa TravelMoney” funciona como um cartão de débito nacional, mas que pode ser usado da mesma maneira no exterior. Ele é aceito em qualquer lugar que aceite cartão Visa ou Visa Plus e na maioria dos caixas automáticos do mundo.  Com ele você pode retirar dinheiro a qualquer hora e em qualquer lugar do mundo (exceto por alguns lugares mais remotos). O cartão tem uma taxa de $ 2,5 dólares, ou € 2,5 euros para cada saque dependendo do país, porém quando usado como cartão de débito nenhuma taxa extra é cobrada. O cartão também oferece um telefone 24 horas em português em caso de emergências, e diferente do cartão de crédito a conversão da moeda é feita na hora do saque ou uso. Outras duas boas vantagens do cartão é que ele pode ser recarregado, e caso você tenha gasto mais que o esperado, você pode recarregar o cartão a distância ou pedir para alguém recarregar ele para você do Brasil.

obs1: Como mencionou a Paula nos comentários, é importante ter a senha do cartão decorada, pois muitas vezes o VTM vai pedir a senha para continuar a transação e não vai  funcionar como um cartão de crédito normal que só precisa assinar.

obs2: Já passei por situações onde eu tinha que escolher entre débito ou crédito na hora de usar o cartão e as vezes o maneira escolhida não funcionava. Não se desespere!  Se o cartão não funcionar como débito, peça para passar o cartão de novo, e selecione crédito na segunda vez que deve funcionar sem problemas. Geralmente se um tipo não funciona o outro funciona sem problemas.

  • Fácil de transportar.
  • Aceito em qualquer estabelecimentos ou caixa automático que trabalhe com Visa ou Visa Plus.
  • A Conversão de moeda é feita na hora em que for usada.
  • Pode ser recarregado sem custos quantas vezes for preciso.
  • Pode ser recarregado sem custos mesmo quando você estiver no exterior!
  • Em alguma raríssima exceção o cartão pode não funcionar, mas como foi dito inúmeras vezes acima é importante ter alguma outra maneira de acessar seu dinheiro para ter uma viagem tranquila.

Para maiores informações sobre o cartão acesse esse link ou pergunte sobre ele na sua agência de turismo.

A maneira que eu faço e acho mais segura para transportar dinheiro segue abaixo:

  1. Ter dois cartões do Visa TravelMoney e um pouco de dinheiro vivo para eventuais problemas. Deixar um dos cartões com mais dinheiro e sempre junto ao corpo e o outro com um pouco de dinheiro para emergências guardado na mala.
  2. Antes de chegar no país faço uma previsão de quanto vou gastar. Caso seja uma quantia considerável e existam vários caixas automáticos disponíveis no país destino, retiro o dinheiro na chegada ao país destino suficiente para uma semana e assim por diante. Se não for muito dinheiro, eu retiro tudo de uma vez no próprio aeroporto de chegada e mantenho o dinheiro sempre junto ao corpo.
  3. Pergunto na chegada ao país destino se as caixas automáticas (no exterior conhecidas por ATM) são disponíveis em grande número. Caso não existam muitas, retiro quase ou todo o dinheiro no próprio aeroporto para não ficar sem dinheiro no futuro.
  4. Carrego o dinheiro sempre junto ao corpo em uma pochete fina (guaiaca) que se põem dentro da calça feita exatamente para carregar dinheiro, cartões e passaporte. Existem também cintos com um bolso na parte interna que são ainda melhores que as guaiacas, pois a chance que alguém irá procurar por dinheiro no seu cinto é muito pequena. A velha idéia de esconder dinheiro dentro da meia do
sapato também pode ser usada e em alguns casos de assaltos ela é muito eficiente.
  • Carrego um pouco de dinheiro na carteira, assim ninguém vê que eu uso a guaiaca. Caso tenha que tirar dinheiro da guaiaca, eu vou ao banheiro e faço lá dentro para mais uma vez evitar que alguém veja que eu tenho dinheiro na guaiaca. Ter um pouco de dinheiro na carteira pode ajudar também em caso de roubo, pois assim evita que o assaltante te reviste procurando dinheiro e encontre a guaiaca!
  • Se sobrar dinheiro quanto estiver mudando de país, tento comprar produtos de longa duração (desodorante, pasta de dente, shampoo ect.) ou troco o dinheiro (geralmente só aceito se forem cédulas) para a moeda do próximo destino. Assim não fico com dinheiro “morto” de algum país que eu não vou voltar tão cedo.
  • Essa é a maneira que eu acho mais segura, mas o importante é fazer de uma maneira que você se sinta seguro e confiante !

    Source: http://www.esquecimeuendereco.com/como-levar-dinheiro-para-uma-viagem-ao-exterior


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    Como cancelar uma compra de passagem aerea

    July 15, 2012

    Tenho uma casa à venda a um bom tempo. Modéstia à parte, excelente imóvel, novo, preço de mercado, sou flexível em relação ao pagamento, então por quê, em 5 meses, recebi no máximo umas 10 visitas que geraram apenas uma oferta e de uma pessoa que não tinha a a menor condição de comprá-lo? Porquê eu caí no conto da “exclusividade”.

    Quando resolvi vender minha casa, achei por bem deixar uma imobiliária fazê-lo. Acho justo que eles tragam apenas clientes que já foram “filtrados”, cuidem de toda a papelada e burocracia, façam propaganda e recebam por isso. Acontece que as imobiliárias querem exclusividade na venda. Como isso funciona:

    Na teoria:

    • Com exclusividade lhes é permitido anunciar em jornal e em outras mídias.
    • Imóveis exclusivos tem a preferência dos corretores na divulgação.
    • Outras imobiliárias podem trazer os clientes e fazer a venda em parceria.

    Depois deste tempo todo descobri que, na verdade:

    • As imobiliárias não fazem nenhum tipo de pesquisa prévia das pessoas que estão trazendo para dentro de sua casa, só depois que eles fazem uma proposta que lhes é levantado crédito.
    • Outras imobiliárias não vão trazer os clientes dela pois neste caso teriam que dividir a comissão.
    • Os corretores não vão dar preferência para sua casa, eles querem é vender. Exclusiva ou não, a comissão é a mesma e se eles acharem que tem mais chance de vender um outro imóvel se não mostrarem o seu, vão fazê-lo especialmente se o outro tiver que ser no esquema de parceria.
    • Se alguém lhe procurar diretamente, pode até ser um parente seu, para comprar o imóvel, durante o período de exclusividade você é obrigado a remetê-lo à imobiliária e, mesmo depois do contrato de exclusividade vencido, a imobiliária tem o direito de lhe cobrar comissão a não ser que você prove, antes do contrato firmado, que já havia um interesse desta pessoa na compra do imóvel. Eu até entendo que isso serve para proteger o vendedor no caso de um cliente da imobiliária resolver fazer um negócio por fora com o dono do imóvel mas não deixa de ser uma pedra no sapato.
    • A imobiliária vai anunciar tendo exclusividade ou não. Eles querem é vender. Teoricamente o CRECI não permite mas na prática, ninguém liga. Estes dias mesmo em São Paulo vi uma casa que tinha placas de umas 10 imobiliárias diferentes.
    • Se você não avisa com antecedência que não quer mais exclusividade, o contrato renova-se automaticamente, o que eu acho um abuso.

    Enfim, frustrado com a falta de resultado, não permiti a renovação do contrato e, simplesmente, coloquei uma plaquinha de vende-se na frente de casa. Em uma semana já apareceram 4 corretores diferentes com 6 interessados.

    Em resumo, toda imobiliária vai falar que precisa ter exclusividade. Não aceite. Eles podem até citar a resolução COFECI 492/96 ou 458/95 que diz que todo contrato de permissão de compra e venda tem que ter exclusividade (não coloco os links aqui porquê não quero ajudar a propagar esta papagaiada). Balela. O COFECI não pode se sobrepor à livre escolha de prestadores de serviço e concorrência. Isso já foi considerado ilegal até em nível constitucional.

    Meu conselho: ponha sim as imobiliárias para trabalhar mas sem exclusividade e se começarem com ladainha, diga que então vai procurar outra imobiliária, ofereça à várias. Se seu imóvel for bom eles aceitam pois sabem que é bom negócio. Eu recomendo apenas muito cuidado em tratar diretamente com particular. Neste caso, contrate um despachante e/ou um advogado para fazer o levantamento da documentação do comprador e o contrato. Ainda sai mais barato que uma imobiliária mas vai te dar mais trabalho.

    Uma atualização

    Apesar do tempo, este post ainda recebe comentários volta e meia então resolvi adicionar alguns fatos que ocorreram posteriormente.

    Depois que cancelei a exclusividade, vendi minha casa em 2 meses. Simples assim.

    Depois disso me mudei para um apartamento que também estou vendendo (não tinha a intenção de ficar nele por muito tempo mesmo). Confesso que caí novamente em tentação e fiz um contrato com uma imobiliária. Não porquê achei que faria alguma diferença mas por razões pessoais que não vem ao caso aqui. Infelizmente só serviu para comprovar a minha teoria. Em 2 meses e meio, tive 4 visitas e nenhuma oferta. Resolvi enfiar o pé na jaca (depois de devidamente usá-lo para chutar a minha própria bunda por ter cometido o mesmo erro novamente) e fiz o que fiz com minha casa: cancelei o contrato, fiz meus anúncios e botei placas na janela. Resultado: no dia seguinte. recebi uma proposta que estou negociando mas que devo fechar.

    Espero que este relato ajude as pessoas a entenderem que imobiliária é um facilitador. Negociar imóvel é um processo complicado e extremamente burocrático mas não dá (ou não deveria dar) nenhum poder especial à corretores. É seu patrimônio e você tem liberdade de dispô-lo como quiser.

    Quero deixar claro aqui que acho sim, que o corretor tem um papel perfeitamente válido e que existem bons e honestos profissionais. Ele está ali para facilitar a sua vida, da mesma fora que o despachante, o advogado, etc, você o está pagando para que ele preste um serviço mas não acredito que contrato de exclusividade beneficie ninguém a não ser a imobiliária.

    Filed under:

    47 Responses to “Compra e venda de imóveis, o engodo da exclusividade – atualização”

    Source: http://www.bloguemos.com/?p=386

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