Comprar passagens aereas on line

Comprar passagens aereas on line

Atualizado em 1 de fevereiro de 2015 às 2:27

Foto: divulgação

Uma agência de viagens online, acaba de lançar o QuandoViajar, ferramenta totalmente desenvolvida no Brasil que dá ao consumidor o poder de encontrar os melhores preços em um calendário de 6 meses para mais de 200 trechos. O objetivo, segundo a agência é oferecer informações relevantes ao consumidor e ajudá-lo a escolher a data de viagem com os melhores preços.

A ideia da inovadora ferramenta veio de uma pesquisa realizada com os clientes da agência, que apontou que o preço é principal fator de decisão de compra de passagens. “Pensamos em uma maneira de oferecer ao nosso cliente todas as informações que possuímos e assim nasceu o QuandoViajar”, explica Alex Todres, um dos fundadores do ViajaNet.

Para um mesmo trecho, o QuandoViajar é capaz de trazer passagens com economia de até 60%. Para Todres, a ferramenta irá mudar a maneira como as pessoas planejam suas viagens. “Agora é possível que as pessoas tirem férias quando sua viagem será mais barata”, comenta o fundador da agência. Nos testes do ViajaNet, quando o site mostrou calendário com as opções de data em um calendário de 6 meses a agência aumentou em cerca de 20% a compra de passagens aéreas.

Source: http://www.aratuonline.com.br/noticias/ferramenta-promete-mudar-modo-de-compra-de-passagens-aereas/


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Comprar passagens aereas on line

Data: domingo, 12 outubro 2014, 00:00 | Visitas: 212

A empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), acaba de introduzir no seu sistema de serviços de compra de passagens aéreas o modelo “on-line”, o qual irá possibilitar a aquisição de bilhetes sem que o cliente necessite de se deslocar para o balcão de vendas.

Trata-se de uma vantagem que a maior transportadora aérea nacional oferece aos seus clientes, num momento em que a concorrência tende a aumentar no mercado de transporte aéreo.

A partir de qualquer parte do mundo, o cliente pode efectuar, com base nos meios tecnológicos como telemóvel, “tablet” ou um computador com acesso à “Internet”, a compra de uma passagem aérea para qualquer dos destinos que a companhia de bandeira nacional atinge.

Refira-se que, a introdução deste inovador serviço proporcionado pela companhia aérea, faz parte do Plano Estratégico da empresa, o qual perspectiva que, até 2018, este novo tipo de venda alcance a cifra dos 30 pontos percentuais das vendas globais.

O director comercial da LAM, Faustino Macitela, destacou que, este novo serviço de vendas, tem como objectivos a facilitação da compra, diversificação de meios de pagamento e de conceder maior comodidade aos clientes.

Referiu ainda que, com o recurso ao novo serviço, não haverá débitos de custos para os clientes, sendo que, a principal vantagem neste tipo de compra, é a do utilizador beneficiar de um desconto de 5 por cento por cada compra de bilhete de avião.

COMPRAR SEM IR AO BALCÃO

Trata-se no fundo de uma “loja universal” que a LAM criou, onde a pessoa, com base num cartão de débito, estando em qualquer parte do mundo, poderá aceder à página web da empresa e recorrer ao serviço.

O cliente tem a possibilidade de escolher o voo desejado, o lugar que pretende se sentar durante a viagem, bem como uma das modalidades e requisitos dos preços que são oferecidos de acordo com o que é desejado pelo cliente.

Uma vez efectuada a compra, segundo o gestor do sistema, Abdul Hamade, a pessoa não precisará de imprimir o bilhete, bastando apenas retirar o respectivo número e apresentá-lo nos balcões de “check-in”.

O processo de compra é processado de forma automática, durante um período que uma pessoa dispõe para efectuar o levantamento de dinheiro numa caixa multibanco, vulgo “ATM”.

Outra das vantagens deste processo de compra, tem a ver com o facto de o cliente visualizar o horário de voo, escolher a data que achar conveniente para viajar em função do preço que é disponibilizado.

De acordo com administrador para área comercial da LAM, Carlos Fumo, este meio de pagamento é válido para os clientes que usam cartão de débito de todos os bancos registados em Moçambique.

A empresa Linhas Aéreas de Moçambique realiza voos regulares para nove capitais provinciais, incluindo Vilankulo, em Inhambane, sendo que, no segmento regional, escala Johannesburgo, Luanda, Nairobi, Dar-Es-Salam e Harare.

A companhia de bandeira nacional opera com 12 aeronaves, um “Boeing 737-700”, um “Boeing 737-500”, dois “Embraer 190, três “Q-400”, dois “Embraer 145” e três “Embraer 120”.

Benjamim Wilson

Source: http://www.jornaldomingo.co.mz/index.php/economia/3929-passagens-aereas-compradas-on-line


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Comprar passagens aereas on line

Quem nunca passou algum problema para comprar passagem aérea?

E, imagine o desespero que dá se for passagem aérea internacional em promoção?

Já colocou todos os dados do cartão de crédito para fechar a compra e a transação não completa. Você sabe que possui limite no seu cartão, todas as informações já foram verificadas e tudo está preenchido corretamente, mas não ocorre o fechamento da compra.

Isso ocorreu com meu cartão de crédito Itaú Visa em uma compra de passagem. E, foi então que descobri que isso tem acontecido com muita gente. O problema pode ser o 3D Secure.

Quando alguém vai efetivar uma compra no cartão precisa preencher: dados do número do cartão, nome e colocar o código de verificação (que fica atrás do cartão). No entanto, esse processo simples está muito suscetível à fraudes.

Então, muitos bancos, administradoras de cartão de crédito e comerciantes passaram adotar o método 3D Secure para compras on line. Esse processo protege contra o uso não autorizado do cartão de crédito. Pode ser adotado para cartão de débito.

Muitas lojas, agências de viagens on line e companhias aéreas estão tornando essa tecnologia obrigatória para a efetivação da compra. Para que a compra seja feita com esse tipo de segurança, tanto a loja virtual e o cartão precisam ter adotado essa tecnologia.

O 3D Secure da Visa é chamado de Verified by Visa. Em muitos casos, a adoção por parte desse sistema pelos bancos tem ocorrido de forma natural e compulsória, sem custo para o cliente.

O 3D Secure da Mastecard chama-se SecureCode.

É só preencher os dados normais do cartão, que normalmente são pedidos para qualquer compra. Em seguida, quando for dar sequência à compra, o sistema da Visa – “Verified by Visa” manda para outra janela, que será solicitado algum outro dado referente ao banco que você pertence. Não tem que instalar nada!

No meu caso, a janela que apareceu foi uma janela do banco Itaú e solicitado o número do iTokien Itaú. E, no seu banco, como é? É assim também?

Soube disso tudo quando estava tentando fazer uma compra de passagem aérea pela United Airlines e não estava dando certo. A compra não completava. Tudo estava certo.

Eu sei que muitas vezes é preciso ligar para a operadora de cartão de crédito para habilitar o “Verified by Visa”.

No meu caso, a operadora informou-me que o 3D Secure já estava habilitado. Após não der dado certo, refiz todo o processo de novo – de selecionar os voos, preencher dados do passageiro, marcar assentos, preenchimento dos dados de pagamento. E, então, fiz a verificação “Verified by Visa” e deu tudo certo na compra da passagem aérea!

Quis compartilhar isso no Viagem Digital porque um dos motivos para uma compra de passagem não dar certo pode ser isso.

As companhias aéreas que se preocupam mesmo com segurança adotam a tecnologia 3D Secure. É mais uma segurança na compra on-line com cartão. Não é mesmo?

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Source: http://www.viagemdigital.com.br/verified-by-visa-compra-passagem/


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Comprar passagens aereas on line

Camilla Costa Da BBC Brasil em São Paulo

27 dezembro 2013

Compra de passagens aéreas online ainda pode ser 'pesadelo' para turistas

Apesar de melhoras nos sistemas das empresas nacionais, a compra de chips de celular e de passagens aéreas e terrestres ainda são um problema para estrangeiros que vêm ao Brasil, pouco menos de seis meses antes da Copa do Mundo.

Simulações de compra feitas pela BBC Brasil nas maiores empresas aéreas do país mostraram que nos últimos seis meses, todas elas tomaram medidas para facilitar o acesso de estrangeiros a suas páginas, como a não exigência do CPF para comprar passagens.

Os turistas de outros países, no entanto, continuam a encontrar dificuldades ao tentar pagar com cartões de crédito internacionais e enfrentam problemas como falhas de tradução e falta de atendimendo online em inglês. As companhias afirmam que oferecem opções de atendimento e de pagamento aos estrangeiros e que trabalham em melhorias em seus sites.

No caso das passagens terrestres, tentativas nos sites de cinco grandes empresas de ônibus interestaduais mostraram que, sem um CPF, é impossível para um estrangeiro comprar passagens online.

Atendentes de todas as empresas analisadas afirmam que turistas estrangeiros podem comprar as passagens com passaporte e cartões internacionais pessoalmente, nos guichês das companhias. Quanto a compras online, uma delas diz que a exigência de CPF se dá por motivos de segurança.

As quatro maiores empresas de celular dizem permitir - segundo determinação da Anatel e do Ministério das Comunicações - que turistas estrangeiros comprem chips pré-pagos usando somente o passaporte como identificação.

Em simulações de compra pontuais, no entanto, a reportagem da BBC Brasil foi informada que em duas delas, Vivo e Claro, isto não era possível. Ambas as empresas disseram que seus funcionários estão orientados a cumprir a determinação do governo.

Os sites das quatro maiores empresas de aviação do Brasil - TAM, Gol, Azul e Avianca - já têm versões em outras línguas, nas quais é possível cadastrar-se com o número do passaporte ou até prescindir de um documento para a compra da passagem.

Todas elas também declaram aceitar cartões internacionais, mas a compra na prática ainda é difícil.

O problema com estes sites (das companhias aéreas brasileiras) é que eles tem versões internacionais que não são completas. Em algum momento você é redirecionado para algo que está em português e não consegue entender. Jonathan Richards, turista americano

"O problema com estes sites (das companhias aéreas brasileiras) é que eles têm versões internacionais que não são completas. Em algum momento você é redirecionado para algo que está em português e não consegue entender", disse o executivo de finanças americano Jonathan Richards, de 29 anos, está no Brasil desde a semana passada em uma viagem de férias.

Ao tentar comprar passagens pela Gol, em outubro deste ano, ele diz ter tido o cartão rejeitado e demorado a conseguir um atendimento por telefone - que, quando aconteceu, era em português.

A solução encontrada por Richards é a mesma encontrada por dezenas de turistas - pedir que amigos brasileiros comprem suas passagens, algo que não deverá ser possível para todos os que visitarem o país durante a Copa do Mundo de 2014.

Perguntada pela BBC Brasil sobre a possibilidade de realizar mudanças para melhorar o acesso de clientes estrangeiros, a empresa respondeu por e-mail que "como empresa competitiva, a Gol está sempre atenta a melhorias que agreguem valor aos seus clientes".

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Gol informou também que o sistema de pagamento com cartões internacionais está funcionando e que irá verificar casos pontuais de erros.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) disse à BBC Brasil por e-mail que não há regulação específica sobre as facilidades que os sites das companhias aéreas oferecem ao consumidor estrangeiro, mas que "é algo que faz parte das recomendações da Anac às empresas aéreas".

Se o cartão impede a compra de passagens aéreas, a falta de um número de CPF é o maior impedimento para a compra de passagens de ônibus online.

A BBC Brasil testou os sites de cinco das maiores empresas do setor no Brasil: Viação 1001, Águia Branca, Itapemirim, Andorinha e Cometa. Apenas duas delas, Viação 1001 e Itapemirim, tinham uma versão da página inicial ou do site inteiro em inglês.

No entanto, nenhuma das empresas permitia a compra de passagens pela internet com o número do passaporte. Estrangeiros devem ir diretamente aos guichês ou pontos de venda de cada companhia.

A BBC Brasil tentou contato com todas as empresas testadas, mas apenas duas responderam. A Viação 1001 disse que a exigência de CPF no site acontece "por questões de segurança" e que "ainda não há um prazo definido para qualquer mudança desse procedimento".

A Viação Cometa afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que "estuda medidas para atender ao público estrangeiro durante o Mundial de futebol".

Uma alternativa para os turistas está em sites de terceiros, como o Brazil by Bus. que centralizam a venda de passagens das principais viações. Criado em 2012 por brasileiros, o site, em inglês, mostra preços em dólares, permite a identificação com o número do passaporte e a compra com cartões internacionais e PayPal.

Em setembro de 2012, o Ministério das Comunicações e a Anatel determinaram que turistas estrangeiros poderiam comprar e ativar chips de celulares utilizando apenas o passaporte ou a carteira de identidade de cidadãos dos países membros do Mercosul.

Mais de um ano depois, turistas ainda enfrentam uma maratona para conseguirem se comunicar com um número nacional.

O americano Jonathan Richards conta que, além dos problemas para conseguir passagens aéreas, levou duas horas em atendimento até conseguir um chip para seu iPhone.

"Fui a uma loja da Vivo em São Paulo, mas eles não vendiam microchips pré-pagos naquela loja. Eu tive que ir à banca de revistas diante da loja para comprar o chip, depois ir até outra loja para cortá-lo, porque não havia chips pré-pagos que coubessem no iPhone 4. Depois voltei à Vivo para que ativassem o número", explica.

Americano teve problemas com a compra de passagens aéreas e de um chip há uma semana

"Primeiro me disseram que eu poderia ativar o chip com meu passaporte, mas quando ligaram para o centro de ativação, foram informados de que não seria possível. Então acabei mandando uma mensagem para meu amigo e usei o CPF dele para terminar o processo."

A BBC Brasil visitou lojas das quatro maiores operadoras do país - Vivo, TIM, Oi e Claro - em São Paulo. Em duas delas, na Vivo e na Claro, a reportagem foi informada de que ainda não é possível para um estrangeiro comprar e ativar um chip pré-pago sem um CPF.

A Vivo, no entanto, afirmou que estrangeiros podem, sim, comprar chips pré-pagos em lojas oficiais ou revendedoras, com o passaporte. "A empresa está reforçando a orientação com os atendentes, em especial nas lojas citadas pela reportagem", disse à BBC Brasil, por e-mail.

A Claro afirmou que "todos os atendentes dos pontos de venda da operadora no País, incluindo lojas próprias e agentes autorizados, estão instruídos a efetivar a venda a estes cidadãos (estrangeiros), mediante apresentação do passaporte".

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) disse à BBC Brasil por e-mail ter detectado que "cerca de 60% das lojas das prestadoras não adaptaram seus procedimentos operacionais a este entendimento – ou seja, continuam exigindo CPF e, em alguns casos, estão recusando o passaporte".

O órgão disse ainda que, na maioria dos caos, o estrangeiro consegue habilitar o chip ligando para o call center da prestadora e fornecendo o número do passaporte. Mas que considera "inaceitável que o procedimento não seja efetivo em lojas físicas". O assunto deverá ser discutido em reunião do órgão com as empresas.

Source: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/12/131224_estrangeiros_problemas_brasil_cc

24.11.2020

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