Passagem para rio

Passagem para rio

O Acre é um daqueles estados-curinga brasileiros: por conta da fronteira com outros países da América Latina, é um local disputado para quem quer passar férias quase internacionais sem gastar muito. Conhecida também por RBR, Rio Branco é uma das cidades brasileiras que fazem parte da região Pan-Amazônica, tendo grande parte do seu solo ainda coberta pela mata brasileira nativa – que permite o turismo de aventura e natureza, sendo um dos lugares perfeitos para exploradores amadores e experientes.

É muito simples aproveitar o passeio nos países andinos Peru e Bolívia. Para chegar até o primeiro, basta pegar a BR 317 até a cidade Assis Brasil, onde fica a fronteira. É uma viagem de aproximadamente quatro horas feita da capital acreana, apenas 310 km sobre uma estrada nova e com boa sinalização. A Alfândega abre às 8 horas da manhã, o que torna a viagem ainda mais prática – já que ela pode, assim, durar apenas um dia.

Se você preferir visitar a Bolívia, basta seguir para a cidade chamada Brasiléia, na mesma BR. O trajeto leva em torno de três horas e meia de carro, com 236 km percorridos. De lá até Cobija, cidade boliviana mais próxima, são apenas doze minutos de carro e meia hora a pé. Você também pode fazer o trajeto com ônibus internacionais locais ou de avião. Para os dias que for passear em Rio Branco e estiver em busca do turismo verde, o ideal é se dirigir para os vales do Juruá e do Acre, que oferecem rotas turísticas diferentes, mas igualmente emocionantes.

O roteiro Caminho das Aldeias e Biodiversidade, por exemplo, fica no Vale do Juruá e constitui uma verdadeira imersão na cultura e história local. Você pode optar pelo roteiro de meio dia para conhecer prédios históricos, de um dia inteiro para se banhar nos belos balneários da região ou passar uma semana vivenciando a cultura indígena do Povo da Queixada, no Festival Yawanawá.

Já o Vale do Acre possui três roteiros principais, com diversas opções de desmembramento: Caminhos da Revolução (com passeios sobre o território da histórica Revolução Acreana), Caminhos de Chico Mendes (onde o turista pode conhecer e vivenciar o dia-a-dia de um seringal tradicional da metade do século 1920) e o Caminhos do Pacífico – oportunidade perfeita para quem quer um dia de paz em um ambiente rodeado por flora e fauna. Este último roteiro possibilita conexão com rotas turísticas internacionais, pois passa pelas tríplices fronteiras dos municípios de Epitaciolândia, Brasileia e Assis Brasil.

Promoção relâmpago para Rio Branco de.

Source: http://www.skyscanner.com.br/passagens-aereas-para/rbr/passagens-aereas-promocionais-destino-rio-branco-aeroporto.html


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Passagem para rio

A Azul está próxima de completar 20 milhões de clientes transportados e para comemorar lançou uma promoção de passagens para o Rio de Janeiro por R$ 20! Isso mesmo dá para ir e voltar da Cidade Maravilhosa por apenas R$ 40 saindo de Belo Horizonte (Confins) ou Campinas, de onde a companhia oferece ônibus gratuitos para várias parte de São Paulo ou cidades próximas.

Segundo a companhia, a promoção é válida para comprar apenas até a próxima quinta-feira (30/08/2012) e as viagens precisam ser feitas até o dia 30/10/2012, com restrição nos períodos de 05/09 a 07/09/2012, 09/09 a 10/09/2012 e de 10/10 a 15/10/2012. As viagens devem ser realizadas as terças, quartas e sábados.  Além disso, a promoção é vinculada à compra das passagens de ida e volta.

Fizemos uma pesquisa e encontramos as passagens com facilidade, até mais barato do que anunciado: R$ 37 ida e volta! Abaixo listamos alguns links, mas se você preferir pode fazer a consulta diretamente no site da Azul. Não se esqueça que este valor não inclui a taxa de embarque e encargos. Para quem não conhece a Azul oferece poltronas espaçosas e um dos melhores serviços de bordo do país.

Confira os trechos promocionais: 

Source: http://www.melhoresdestinos.com.br/promocao-passagens-azul-7.html


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Passagem para rio

Links e sites oficiais:

Dados do Municнpio de Sгo Josй do Rio Preto

Apelido - Rio Preto

Aniversбrio - 19 de marзo

Fundaзгo - 1852

Gentнlico - rio-pretano

Estado - Sгo Paulo

Mesorregiгo - Sгo Josй do Rio Preto

PIB - R$ 2.693.209.345,00 IBGE/2003

PIB per capita - R$ 6.916,75 IBGE/2003

Dados do Municнpio de Sгo Paulo

Fundaзгo: 1554

Gentнlico: paulistano

Estado: Sгo Paulo

Mesorregiгo: Metropolitana de Sгo Paulo

Microrregiгo: Sгo Paulo

Regiгo metropolitana: Regiгo Metropolitana de Sгo Paulo

Municнpios limнtrofes: Cajamar, Cotia, Embu das Artes, Embu-Guaзu, Itapecerica da Serra, Juquitiba, Osasco, Santana de Parnaнba, Taboгo da Serra, Caieiras, Guarulhos, Mairiporг, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Poб, Diadema, Mauб, Santo Andrй, Sгo Bernardo do Campo, Sгo Caetano do Sul, Itanhaйm e Sгo Vicente.

Source: http://www.quetalviajar.com/rodoviario/passagem-de-onibus/sao-paulo-para-sao-jose-do-rio-preto.htm


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Passagem para rio

1. ORIGEM HISTУRICA. Velho tributo, dos mais antigos que se conhecem, chegou ao Brasil no comeзo do sйculo XVIII, embora tenham havido tentativas para implantб-lo na Bahia, a fim de privilegiar Lourenзo Correia de Brito, herуi da guerra contra os holandeses. A partir de 1700, porйm, as "passagens sobre os rios" comeзaram a ser cobradas e se multiplicaram com incrнvel rapidez. As necessidades geradas pelo intenso trбfego para as minas e a rentabilidade desse tributo foram as causas de sua criaзгo. O tributo continuou a ser cobrado atй depois da Independкncia, mas aos poucos entrou em decadкncia. No Segundo Impйrio, as ferrovias deram o golpe final na sua existкncia. Curiosamente, o tributo ressurgiu hб poucos anos na ponte Rio-Niterуi, com o nome genйrico de "pedбgio".

2. CARACTERНSTICAS FISCAIS. As passagens dos rios comportavam trкs modalidades de arrecadaзгo:

a) direta, por agentes do fisco;

b) arrematada, atravйs de licitaзгo, a contratadores; e

c) concedida, como recompensa a serviзos prestados а Coroa; й o caso dos passagens dos rios Jaguari, Mogi-Guaзu, Grande e Corumbб, conferidas a Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera II. O tributo incidia sobre os passageiros e as cargas transportadas, segundo tabelas variбveis de lugar para lugar. As passagens poderiam ser feitas atravйs de pontes ou de embarcaзхes e nгo podiam ser estabelecidas em rios que pudessem ser vadeados, mas sу nos chamados "rios caudais". A "arremataзгo" das passagens era uma licitaзгo promovida pelas Provedorias da Fazenda Real e, depois, pelas Juntas da Real Fazenda. O vencedor da licitaзгo se comprometia a pagar uma quantia fixa а Fazenda, ressarcindo-se atravйs da cobranзa de uma taxa aos viajantes que usassem as pontes ou barcas postas а sua disposiзгo na "passagem". Existiram passagens em quase todas as capitanias do sul do Brasil e em algumas do Nordeste. Nгo encontramos, entretanto, nenhuma que se situasse na Amazфnia. ((FONTES: BARBOSA. DE OLIVEIRA, Erбrio Rйgio, 30. - BOXER, A Idade de Ouro do Brasil. 300/305 - RIHGB/AHU/SP, 1:121; 9:217/219 e 354/360).

Passagem - CACHOEIRA

- Sobre o rio Paraнba, em Sгo Paulo, era arrematada juntamente com a Passagem - Jacareн. Й mencionada em 1764. Talvez ficasse prуxima а atual cidade de Cachoeira Paulista. (FONTE: DHBN, 2:369).

Passagem - PIEDADE

- Situada sobre o rio das Velhas, em Minas Gerais, teve origem em 1725. Sua localizaзгo precisa й desconhecida, mas й provбvel que ficasse ao pй da serra da Piedade. Existiu uma passagem com o mesmo nome na capitania de Sгo Paulo, a qual era licitada junto com a Passagem - Porto do Meira. Estas se situavam no Vale do Paraнba, nas proximidades da cidade de Lorena. (FONTES: BOXER, A Idade de Ouro do Brasil. 305. - BARREIROS, Itinerбrio da Independкncia. 68/69 (mapa) - RAPM, 1897, 471 - RIHGB/AHU/SP, 6:253).

Passagem - PONTE DO PORTO REAL

- Situava-se na comarca de Sгo Joгo del-Rei, sobre o rio das Mortes. Havia outras passagens anexas a ela. Й mencionada em 1778. (FONTE: RAPM, 1897, 471).

Passagem - GUAIPACARЙ

- Era situada nas proximidades da atual Lorena, Sгo Paulo, sobre o rio Paraнba. Na йpoca, sйculo XVIII, pertencia a Guaratinguetб. Й das mais antigas: "Provisгo da Passagem - Rio Parahyba, a Joгo de Castilhos Tinoco, da Passagem - Guaypacarк em Guaratinguetб. -3/7/1702". Аs vezes, tambйm se encontra a grafia HEPACARЙ. (FONTE: PAN, 11:94).

Passagem - GUARAН

- Situada na capitania de Sгo Paulo, foi arrematada junto com a Passagem - Una, em 1722, por Francisco Vicente. Ambas as passagens pareciam ficar nos arredores de Piracicaba. (FONTE: RIHGB/AHU/SP, 1:233).

Passagem - MACAЪBAS

- Foi arrematada em 1715 por Josй Rodrigues da Fonseca. Ficava sobre o rio das Velhas, em Minas Gerais. (FONTES: BARBOSA DE OLIVEIRA, Erбrio Rйgio, 30).

Passagem - SANTO HIPУLITO

- Localizada sobre o rio das Velhas, em Minas Gerais, era arrematada junto com as passagens do Bicudo e da Piedade, sobre o mesmo rio. Foram todas instituнdas em 1725. Santo Hipуlito й hoje sede do Municнpio do mesmo nome. (FONTES: BOXER, A Idade de Ouro do Brasil. 305 - Mapa Polivisual de Minas Gerais).

Passagem - SГO GONЗALO

- Ficava em Minas Gerais, prуximo ao arraial do Tejuco (hoje Diamantina). Й mencionada em 1796, quando Antфnio Fernandes de Oliveira era seu Administrador. (FONTE: Cуdices da Casa dos Contos, II, 2128).

- Localizava-se na capitania de Sгo Paulo. Foi arrematada em 1722, junto com a Passagem - Guaraн, por Francisco Vicente. (FONTE: RIHGB/AHU/SP, 1:223).

Passagem - BICUDO

- "Contrato das Passagens do Rio das Velhas, chamado Santo Hipуlito, Piedade e Bicudo - Teve sua origem este contrato no ano de 1725, e costuma pagar qualquer pessoa 4 vintйns de prata e 6 vintйns cada cavalo; e a da carga, de preto, vinte rйis, e a de cavalo 2 vintйns." (FONTES: BARBOSA DE OLIVEIRA, Erбrio Rйgio, 30/31 - BOXER, A Idade de Ouro do Brasil. 305).

- Situada no atual Estado do Rio de Janeiro, sobre o rio Couto, estava usurpada em 1764. Possivelmente, ficava nos arredores do Municнpio de Magй. (FONTE: PAN, 1:471).

Passagem - CUBATГO DE CURITIBA

- Cubatгo significa "morro pequeno ao pй de uma serra". No caso, como existia simultaneamente um Cubatгo de Paranaguб, localizado na atual cidade de Morretes, este Cubatгo de Curitiba deveria localizar-se no planalto paranaense, nas proximidades da atual capital do Estado. Essa passagem estaria estabelecida num dos rios dessa regiгo. (FONTE: Documentos Interessantes, 31:95).

Passagem - CUBATГO DE MOGI DO PILAR

- Ficava em Piaзaguera, na estrada que ligava Santos a Mogi das Cruzes, ao pй da Serra do Mar. Mencionada em 1786 e em 1792, "que sу se conservarгo abertos os dois portos intitulados Cubatгo Geral de Santos e Cubatгo de Mogy das Cruzes, a que chamam o porto do Pilar". Era uma das passagens exploradas primitivamente pelos Jesuнtas e depois confiscada pela Fazenda Real. Nгo pode ser confundida com a Passagem - CUBATГO DE SANTOS. (FONTES: RIHGB/AHU/SP, 9:14 e 360 - Documentos Interessantes, 31:140/141).

Passagem - CUBATГO DE PARANAGUБ

- Й bastante provбvel que se localizasse nos arredores da atual cidade de Morretes. Й mencionada em 1783. (FONTE: Documentos Interessantes, 31:95).

Passagem - CUBATГO DE SANTOS

- Jб existia em 1717, quando foi objeto de uma demanda judicial entre os Jesuнtas e a Fazenda Real. Ainda existia em 1786 e em 1795, quando foi arrematada por contratadores particulares. Ela se localizava sobre o rio (ou baнa) Canium, um braзo de mar no estuбrio santista. Isso provocou grandes discussхes, pois as passagens sу podiam ser estabelecidas sobre бgua doce. Os Jesuнtas alegavam que tinham uma concessгo rйgia para tal, mas nunca a exibiram. Quando Pombal os expulsou, a passagem foi confiscada para a Fazenda Real, sem que a questгo da sua legalidade houvesse sido decidida. Apesar dos veementes apelos dos moradores, a Fazenda Real manteve a cobranзa dessa taxa sobre todos os que se dirigissem para o planalto ou dele para o litoral. Seu arrematante em 1786 foi o coronel Bonifбcio Josй de Andrada, servidor fazendбrio e pai do Patriarca da Independкncia, Josй Bonifбcio de Andrada e Silva. (FONTES: RIGHB/AHU/SP, 1:121 - 9:217/219 e 354/360. - Documentos Interessantes, 31:140/141).

Passagem - JEQUITINHONHA

- Instituнda em 1725 sobre o rio do mesmo nome. Nгo durou muito, pela falta de afluкncia de passantes. Mas voltou a existir no perнodo de 1736 a 1787. Teixeira Coelho, porйm, informa que ela foi criada em 1745 e abolida em 1747. Certamente ela se localizava no trecho do Jequitinhonha compreendido entre a Demarcaзгo Diamantina e a confluкncia com o rio Araзuaн, em Minas Gerais. (FONTES: BOXER, A Idade de Ouro do Brasil. 305 - TEIXEIRA COELHO, in RIHGB, 15:416 - Cуdices da Casa dos Contos, 007).

Passagem - JUAZEIRO

- Criada em 1730, por ordem do governador Duarte Sodrй Pereira, "no sнtio chamado Joazeiro", sobre o rio Sгo Francisco, onde um morador colocara uma barca para passagem. Ainda existia em 1761. Deu origem а cidade baiana de Juazeiro. (FONTES: CARNEIRO DE MENDONЗA, O Erбrio Rйgio no Brasil, 191/192 - ABN, 28:297).

Passagem - PARБ DE PITANGUI

- Criada em 1715, sobre o rio Paraopeba, nas proximidades de Pitangui-MG. Foi abolida em 1719. (FONTE: TEIXEIRA COELHO, in RIHGB, 15:416).

Passagem - PORTO DE PITANGUI

- Durou de 1715 a 1718, quando foi abolida. Situava-se, certamente, em Pitangui, sobre o rio Parб, em Minas Gerais. (FONTE: TEIXEIRA COELHO, Instrucзгo para o Governo da Capitania de Minas Gerais. 1780, 15:416).

Passagem - PORTO DO CUNHA

- Localizada na divisa de Minas Gerais com o Rio de Janeiro, sobre o rio Paraнba, й hoje um bairro da cidade de Alйm Paraнba, conhecido como Porto Novo (do Cunha). Й mencionada de 1820 a 1828. Teria sido sede de um Registro, ali instituнdo em 1784. (FONTES: BARBOSA, Dicionбrio Histуrico-Geogrбfico de Minas Gerais. 382 - Catбlogo dos Documentos Integrantes do Segmento do Antigo Arquivo Casa dos Contos, 084).

Passagem - PORTO DO MEIRA

- Passagem sobre o rio da Piedade, na capitania de Sгo Paulo, mencionada em 1783, quando foi arrematada junto com a Passagem - PIEDADE (tambйm em Sгo Paulo), pelo preзo de 1:851$000 (um conto, oitocentos e cinqьenta e um mil rйis), pelo triкnio. Igualmente й mencionada em 1801, em texto referente a mercadorias saнdas de Sгo Paulo para Minas Gerais. Й referida tambйm em 1762, 1763 e 1764, perнodo em que foi administrada pela Fazenda Real. Em 1765 voltou a ser arrematada por particulares, mas em Novembro de 1767 passou a ser gerida pela Junta da Fazenda Real. Em 1768 e 1769 novamente foi arrematada por particulares. Й certo que ficava no Vale do Paraнba, nas proximidades da atual cidade de Lorena. (FONTES: BARREIROS, Itinerбrio da Independкncia. 68/69 (mapa) - RIHGB/AHU/SP, 10:386 e 6:253/254 e 9:214 - Documentos Interessantes, 31:97).

Passagem - PORTO DOS PINHEIROS

- Deve ser uma das "passagens antigas de Sгo Paulo", referidas em documentos posteriores. Esta ficava sobre o rio Pinheiros, dentro do Municнpio de Sгo Paulo e й mencionada em 1710. (FONTE: Documentos Interessantes, 14:265).

Passagem - RIO APIAН

- Situada sobre esse rio, no sul de Sгo Paulo, foi arrematada em 1783, junto com outras da regiгo. Mas, jб existia em 1762, quando foi administrada pela Fazenda Real, por falta de arrematantes. Voltou a ser arrematada em 1797, desta vez pelo capitгo mor de Sorocaba, Clбudio de Madureira Calheiros. (FONTES: RIHGB/AHU/SP, 6:253; 9:216 - Documentos Interessantes, 31:97).

Passagem - RIO ARAЗUAН

- Sobre o rio Araзuaн, em Minas Gerais, й mencionada no perнodo de 1736 a 1787. (FONTE: Cуdices da Casa dos Contos, 007).

Passagem - RIO ARARANGUБ

- Existia em 1788, quando o governador de Santa Catarina reclamou que "injustamente se cobram direitos das passagens dos rios Araringuб e Manpituba (sic) pela Provedoria da Fazenda Real do Rio Grande, devendo-se cobrar pela provedoria daquela ilha (Santa Catarina) por onde antigamente se cobravam e aonde pertencem". O rio Araranguб fica na regiгo limнtrofe entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul. (FONTE: PAN, 6:44).

Passagem - RIO ATIBAIA - Uma das que foram concedidas ao Anhanguera II, como recompensa pela descoberta das minas de Goiбs. Situava-se sobre esse rio, no caminho que levava de Sгo Paulo a Vila Boa de Goiбs. Veja Passagem - RIO JAGUARI-MIRIM. (FONTE: RIHGB/AHU/SP, 7:177).

Passagem - RIO CURITIBA - Localizada nas proximidades da atual capital do Paranб, й mencionada em 1782, quando jб existia hб pelo menos trкs anos. (FONTE: Documentos Interessantes, 31:96).

Passagem - RIO DA CAPELA

- Situada sobre o rio desse nome, cuja denominaзгo atual nгo conseguimos apurar, mas cuja localizaзгo й no Vale do Paraнba, em Sгo Paulo, foi arrematada, em 1722, por Francisco Pinheiro de Cepeda. Junto com ela, foi arrematada pelo mesmo indivнduo a Passagem - rio Jacareн. (FONTES: RIHGB/AHU/SP, 1:233).

Passagem - RIO DAS CANOAS

- Situada prуximo а cidade catarinense de Lajes, sobre o rio do mesmo nome (afluente do rio Pelotas), foi arrematada por Manuel da Silva Rios, no perнodo de 1770 a 1772. (FONTE: RIHGB/AHU/SP, 6:258).

Passagem - RIO DAS MORTES

- Esse conjunto de passagens teve inнcio em 1716 e ainda era arrematado em 1760. Nelas, cada passageiro pagava $80 (oitenta rйis), enquanto cada cavalo pagava $160 (cento e sessenta rйis). Possivelmente, abrangia as passagens prуximas a Sгo Joгo del-Rei, inclusive sobre afluentes do rio das Mortes. (FONTES: BOXER, A Idade de Ouro do Brasil. 304 - DHBN, 2:227).

Passagem - RIO INHUMIRIM

- Sobre o rio do mesmo nome, que desemboca na Baнa da Guanabara, estava, em 1744, usurpada а Fazenda Real por particulares. Possivelmente, ficava no cйlebre "Porto da Estrela", caminho obrigatуrio para quem ia do Rio de Janeiro para Minas Gerais. (FONTE: BARREIROS, D. Pedro. Jornada a Minas Gerais em 1822. mapas 1 e 2 - PAN, 1;471).

Passagem - RIO ITAPETININGA

- Sobre o rio do mesmo nome, capitania de Sгo Paulo, foi arrematada em 1783, junto com outras. Mas, jб existia em 1762, quando foi administrada pela Fazenda Real, por falta de licitantes. (FONTES: RIHGB/AHU/SP, 6:253 - Documentos Interessantes, 31:97).

Passagem - RIO JACAREН

- Situada sobre o rio do mesmo nome, provavelmente nas proximidades da cidade paulista homфnima, foi arrematada em 1764 e 1783. Jб existia, porйm, em, 1762, quando foi arrematada por Pedro Martins de Siqueira. (FONTES: DHBN, 2:369 - RIHGB/AHU/SP, 6:253 - Documentos Interessantes, 31:96).

Passagem - RIO JAGUARI

- Situada no local onde se ergue a atual cidade paulista de Jaguariъna, sobre o rio Jaguari, foi arrematada, com outras que integravam o "caminho de Goiбs", por 206$000 (duzentos e seis mil rйis), em 1766. Em 1762 era qualificada de "nova" e administrada pela Fazenda Real. Antes fora conferida aos familiares do Anhanguera, como recompensa pela descoberta das minas de Goiбs. Com o nome de "Passagem - rio Jaguari-Guaзu", foi arrematada em 1795. Os seus arrematantes ficavam com o direito de "tapar os caminhos do rio Pardo para Jacuн e da Ressaca para Atibaia, a fim de evitar que haja pouca afluкncia de pessoas na Passagem - rio Jaguari-Guaзu". (FONTES: DHBN, 2:399 - RIHGB/AHU/SP, 6:255; 9: 216).

Passagem - RIO JAGUARI DO OURO FINO

- Situada sobre esse rio do sul paulista, foi arrematada, junto com outras dessa regiгo, por 343$000 (trezentos e quarenta e trкs mil rйis), em 1783. Arrematada tambйm em 1797. (FONTES: RIHGB/AHU/SP, 9:216 - Documentos Interessantes, 31:97).

Passagem - RIO JAGUARI MIRIM

- Uma das passagens dos rios do caminho de Sгo Paulo a Goiбs, que foram doadas a Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera II, em recompensa da descoberta das minas de ouro daquela capitania. Em 1778, por morte do ъltimo donatбrio, o coronel Bartolomeu Bueno da Silva, neto do Anhanguera II, essa passagem, e mais a do rio Atibaia, foram anexadas аs passagens dos rios Sapucaн, Pardo, Jaguari e Mogi-Guaзu, para serem licitadas em conjunto pela Fazenda Real. Quem as arrematou foi o sargento-mor Manuel Rodrigues de Araъjo Belйm, por um triкnio, pelo preзo de trinta mil rйis. (FONTE: RIHGB/AHU/SP, 7:177).

Passagem - RIO JANGADA

- Sobre o rio de igual nome, na capitania de Pernambuco, seu arrendamento, junto com a Passagem - Juazeiro, era objeto de um livro especial no Erбrio Rйgio, em 1761. (FONTE: CARNEIRO DE MENDONЗA, O Erбrio Rйgio no Brasil. 191/192).

Passagem - RIO MACAЙ

- Localizada na capitania do Rio de Janeiro, foi mencionada em 1753 e 1808. Originariamente, pertencia ao Visconde de Asseca, donatбrio da Capitania de Campos dos Goitacazes. (FONTE: ABN, 71:12 e 104:16).

Passagem - RIO MAEPENDI

- Situada sobre o rio Baependi, no sul de Minas, existiu entre 1716 e 1719, quando foi abolida por escassez de passantes. (FONTES: BOXER, A Idade de Ouro do Brasil. 305 - TEIXEIRA COELHO, Instrucзгo para o Governo da Capitania de Minas Gerais. 1780. 15:416).

Passagem - RIO MAMPITUBA

- Veja Passagem - Rio Araranguб, que era explorada junto com esta, no final do sйculo XVIII, em Santa Catarina. (FONTE: PAN, 6:44).

Passagem - RIO MOGI-GUAЗU

- Uma das passagens do "caminho de Goiбs", concedidas ao Anhanguera II e seus descendentes, e depois incorporadas а Fazenda Real. Foi arrematada em 1766, junto com as demais desse caminho, por 206$000 (duzentos e seis mil rйis). Arrematada em 1795 por Manuel Rodrigues de Araъjo Belйm. (FONTES: DHBN, 2:399 - RIHGB/AHU/SP, 9:216).

Passagem - RIO PARAНBA

- Situada entre as capitanias de Minas Gerais e Rio de Janeiro, foi arrematada, junto com a Passagem - rio Paraibuna, por Josй Ferreira da Veiga, por trкs anos, a contar de 1є de janeiro de 1760, pela quantia anual de 14:810$000 (quatorze contos e oitocentos mil rйis). Essa arremataзгo foi confirmada por alvarб de 4 de abril de 1759. A Passagem - Rio Paraнba e sua vizinha, a Passagem - Rio Paraibuna, quando foram estabelecidas por Garcia Rodrigues Paes, filho de Fernгo Dias Paes Leme, e construtor do famoso "Caminho Novo para as Minas". Uma provisгo de 25 de dezembro de 1718 mandou que sua receita fosse aplicada na obra do aqueduto da Carioca, no Rio de Janeiro. Posteriormente, a Carta Rйgia de 10 de maio de 1753, fez mercк a Pedro Dias Paes Leme, filho de Garcia Rodrigues Paes, da quantia de 5.000 cruzados anuais, tirados dos rendimentos dessas passagens. Esse privilйgio tinha a duraзгo de "trкs vidas", beneficiando atй o neto do favorecido, tambйm chamado Pedro Dias Paes Leme, Barгo de Sгo Joгo Marcos. Essa passagem ainda era fonte de receita para a Fazenda Real no triкnio 1816/1818. (FONTES: ELLIS, Contribuiзгo ao Estudo do Abastecimento das Бreas Mineradoras do Brasil no Sйculo XVIII. 52/53 - PEREIRA E SOUSA, Diccionario Juridico, Theoretico e Practico, Remissivo аs Leis Extravagantes (verbete "Passagens").

Passagem - RIO PARAIBUNA

- Era arrematada junto com a Passagem - Rio Paraнba. O rio Paraibuna й afluente do rio Paraнba, na regiгo fronteiriзa entre o Rio de Janeiro e Minas Gerais. A Passagem - Rio Paraibuna й mencionada em 1760 e no triкnio 1816/1818. Veja tambйm Passagem - RIO PARAНBA, que foi instituнda na mesma ocasiгo que esta e que era arrematada junto com ela. (FONTES: PEREIRA E SOUSA, Diccionario Juridico, Theoretico e Practico, Remissivo аs Leis Extravagantes (verbete "Passagens") - ELLIS, Contribuiзгo ao Estudo do Abastecimento. 52/53 - ABN, 104:41).

Passagem - RIO PARANAPANEMA

- Jб existia em 1762, quando, por falta de arrematantes, foi administrada pela Fazenda Real. Em 1764 foi arrematada por um ano, por Marзal Ferreira dos Santos, e em 1765 e 1766 por Salvador de Oliveira Leme. Em 1767 voltou a ser administrada pela Fazenda Real. Novamente foi arrematada por particulares em 1768 e 1769. Em 1783 foi arrematada pelo alferes Francisco Pinto Ferraz. Geralmente, era arrematada junto com as passagens dos rios Apiaн, Itapetininga e Jaguari do Ouro Fino, todas na capitania de Sгo Paulo. (FONTES: DHBN, 2:374 - RIHGB/AHU/SP, 6:253; 7:177 e 9:216. - Documentos Interessantes, 31:97).

Passagem - RIO PARAOPEBA

- Esta passagem foi instituнda em 1714. Em 1745 foi reunida а Passagem - Rio Sгo Francisco, para fins de arremataзгo. Segundo Boxer, a data de sua criaзгo teria sido 1724. Nela, cada pessoa pagava 4 vintйns de ouro ou meia pataca de prata, e cada cavalo meia pataca de ouro ou uma pataca de prata; cada carga pagava 4 vintйns de ouro. (FONTES: BOXER, A Idade de Ouro do Brasil. 305 - TEIXEIRA COELHO, Instrucзгo para o Governo da Capitania de Minas Gerais. 1780 15:415).

Passagem - RIO PARDO

- Localizada na capitania de Sгo Paulo, na estrada que levava a Goiбs. Foi arrematada em 1766, junto com as Passagens dos Rios Mogi-Guaзu, Jaguari e Sapucaн, por 206$000 (duzentos e seis mil rйis). (FONTE: DHBN, 2:399).

Passagem - RIO PELOTAS

- Situada na divisa das capitanias de Sгo Paulo e de Rio Grande de Sгo Pedro do Sul, prуximo а atual cidade catarinense de Lajes, foi arrematada em 1770 a Apolinбrio de Almeida Roriz, por 7$600 (sete mil e seiscentos rйis) anuais. (FONTE: RIHGB/AHU/SP, 6:258?259).

Passagem - RIO SГO FRANCISCO

- Foi criada em Minas Gerais, no governo de D. Pedro de Almeida, Conde de Assumar, por volta de 1720. Sua instituiзгo causou os cйlebres "motins do sertгo", especialmente no Julgado do Papagaio, hoje Curvelo, onde foi queimada a casa do coronel Martinho Afonso de Melo, que afixara os editais de licitaзгo. O Ouvidor Bernardo Pereira de Gusmгo, enviado para reprimir o tumulto, foi ameaзado e expulso do arraial. Boxer, porйm, informa que essa passagem teria sido estabelecida em 1738, quando foi arrematada por Inбcio Fagundes. Por isso, й provбvel que a passagem tenha sido abolida em 1720, para apaziguar os вnimos, e, depois, reinstituнda em 1738. (FONTES: BOXER, A Idade de Ouro do Brasil. 305 - RAPM, 1897, 476).

Passagem - RIO SГO JOГO

- Referida em 1808. Ficava na capitania do Rio de Janeiro. (FONTE: ABN, 104:16).

Passagem - RIO SAPUCAН

- Nгo deve ser confundida com a "Passagem - Sapucaн", situada em Minas Gerais. Esta era localizada na capitania de Sгo Paulo, no caminho de Goiбs, e era considerada "nova" em 1762, quando foi administrada pela Fazenda Real. Depois disso, atй 1769, foi arrematada por licitantes particulares. (FONTE: RIHGB/AHU/SP, 6:255).

Passagem - RIO UBБ

- Mencionada nos anos de 1816 a 1818. Embora o rio Ubб corra em Minas Gerais, o rendimento desta passagem era recolhido ao Erбrio Rйgio do Rio de Janeiro. (FONTE: ABN, 104:41).

Passagem - RIO URUCUIA

- Instituнda em 1738, foi unida em 1745 а Passagem - Rio Sгo Francisco, para efeito de arremataзгo conjunta. A Passagem - Rio Urucuia tinha outras, de menor importвncia, em anexo. (FONTE: TEIXEIRA COELHO, Instrucзгo para o Governo da Capitania de Minas Gerais. 1780. 15:415).

Passagem - RIO URURAН

- Й referida no ano de 1808. Ficava na capitania do Rio de Janeiro. (FONTE: ABN, 104:16).

Passagem - RIO VERDE

- Situada sobre o rio desse nome, na Comarca do Rio das Mortes, em Minas Gerais, foi estabelecida em 1749, quando foi arrematada por trкs anos a Manuel de Sousa Vieira. Sua tarifa era de 80 rйis por pessoa e 160 rйis por cavalo. (FONTES: BOXER, A Idade de Ouro do Brasil. 305 - RAPM, 1897, 471).

Passagem - SAPUCAН

- Situada em Minas Gerais, existiu entre 1736 e 1787, pelo menos. Nгo deve ser confundida com a "Passagem - Rio Sapucaн", que ficava em Sгo Paulo. Esta ficava na Comarca do Rio das Mortes e era licitada em conjunto com outras passagens de Minas Gerais. (FONTES: DHBN, 2:399 - RAPM, 1897, 471 - Cуdices da Casa dos Contos, 007).

PASSAGEM NOVA DA CARREIRA COMPRIDA

- Foi arrematada em 1740 por Antфnio Bernardo de Moraes Dantas. Ficava sobre rio nгo identificado, em Minas Gerais. Burton, entretanto, menciona a "Fazenda da Carreira Comprida", аs margens do rio das Velhas, entre Santa Luzia e Jaguara. (FONTE: BARBOSA DE OLIVEIRA, Erбrio Rйgio, 31. - BURTON, Viagem de Canoa de Sabarб ao Oceano Atlвntico. 23).

PASSAGENS DE MINAS NOVAS

- Expressгo que abrangia diversas passagens sobre os rios Jequitinhonha e Araзuaн, em Minas Gerais. Essas passagens existiam no sйculo XVIII. (FONTE: TEIXEIRA COELHO, in RIHGB, 15:268).

PASSAGENS DO RIO DAS VELHAS

- As passagens do Rio das Velhas e suas anexas (Passagem - Bicudo, Passagem - Santo Hipуlito e Passagem - Piedade) foram instituнdas em 1721. Em 1745 foram reunidas, para efeito de arremataзгo, а Passagem - Rio Sгo Francisco. Ainda eram cobradas em 1776. (FONTES: BOXER, A Idade de Ouro do Brasil. 305 - RAPM, 1897, 476).

PASSAGENS DO RIO GRANDE

- Grupo de vбrias passagens em Minas Gerais, sobre esse rio. Sua criaзгo data de 1714, e nelas se cobravam 4 vintйns por pessoa e meia pataca por cavalo, com ou sem carga, e para cada boi. Cargas dobradas pagavam dois vintйns. Elas existiam ainda em 1760 e 1777. Pertenciam а comarca do Rio das Mortes. Apesar das informaзхes sobre a sua criaзгo, existe uma provisгo muito anterior, datada de 20 de dezembro de 1701, concedendo a Josй Pompeu Taques "as passagens do Rio Grande". (FONTES: BOXER, A Idade de Ouro do Brasil. 304 - TEIXEIRA COELHO, Instrucзгo para o Governo da Capitania de Minas Gerais. 1780, 15:267 - DHBN, 2:277 - PAN, 11:94 - RAPM, 1897, 471).

A Receita Federal agradece a sua visita.

Source: http://www.receita.fazenda.gov.br/Memoria/administracao/reparticoes/colonia/passagens.asp

15.07.2024

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