Pacotes de viagens bahia

Pacotes de viagens bahia

MORRO DO PAI INÁCIO – CARTÃO POSTAL DA CHAPADA DIAMANTINA.

Para você que tem 4 dias para conhecer a Chapada Diamantina, preparamos um pacote de passeios especial e completo, onde conhecerá as famosas grutas, a maior cachoeira do Brasil em queda d’água, uma das mais belas paisagens da Chapada Diamantina – Morro do Pai Inácio e até um mini pantanal irá visitar. Venha viver esta experiência! Neste pacote incluímos as taxas de entrada dos atrativos, almoço (na cachoeira da Fumaça não há restaurante, então incluímos lanche de trilha), transporte, guia de turismo, seguro viagem .

– 1º DIA: 8h30h PARQUE DA MURITIBA  E CACHOEIRA DO MOSOQUITO!

Incluso: transporte, almoço, taxas de entrada, seguro viagem e Guia.

Source: http://www.chapadaadventure.com/chapadadiamantina/


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Pacotes de viagens bahia

Aeroporto Internacional de Salvador. Economista

aconselha que passageiros suspendam viagens

até, pelo menos, o segundo semestre (Foto: Mila

Cordeiro/Creative Commons)

A alta do dólar tem afetado a comercialização de pacotes para viagens internacionais em agências de Salvador. Segundo José Alves, presidente da Associação Brasileira dos Agentes de Viagem (Abav-BA), houve uma queda de cerca de 50% nas vendas das empresas que trabalham no ramo, na capital baiana.

Nesta quarta-feira (11), a moeda norte-americana fechou cotada em R$ R$ 3,10. Na segunda-feira (9), o dólar fechou em alta de 2,39%, o maior valor desde 22 de junho de 2004.

 

“Caiu aproximadamente 50% da venda internacional. Estamos reprogramando todo o nosso calendário e a tendência é que haja agora venda nacional, porque o valor subiu tanto que houve um remanejamento dos próprios passageiros nas viagens de lazer. A tendência é que as empresas façam pacotes por preços menores para que possa valer à pena que o turista viaje para o exterior”, explica Alves.

 

Na agência de viagens Bahia Travel, em Salvador, apenas um pacote internacional - dos quatro que normalmente estariam à venda - foi colocado à disposição dos clientes que pretendem deixar a capital baiana para curtir o feriado da Semana Santa, no mês de abril. A unidade trabalharia com Lisboa, Santiago, Miami e Argentina, mas apenas a viagem para Buenos Aires foi mantida na "prateleira", já que a empresa conseguiu uma boa negociação com a empresa aérea, o que garantiu uma margem de economia capaz de ser redirecionada para a manutenção da taxa de câmbio para os clientes.

Com os demais destinos oferecidos pela Bahia Travel, a negociação não foi possível, o que levou à "medida de segurança" de suspender a comercialização dos demais pacotes de viagens. A ação representou 40% de perdas em vendas no período de 30 dias.

Mesmo com instabilidade do dólar, médico Bruno

Nachef confirmou viagem para os EUA com

namorada (Foto: Arquivo Pessoal)

Busca por economia

Com uma viagem para Miami, nos Estados Unidos, marcada para o dia 31 de março, o médico Bruno Nachef afirma que a alta do dólar fez com que ele repensasse os gastos do passeio. "O que eu penso bastante é em uma forma de replanejar as coisas: em relação a compras o que vale a pena, tentar evitar gastar o dinheiro com certas coisas. Mas não acredito que por causa dessa alta vá mudar muita coisa. Apenas estou replanejando", afirma.

Bruno também viajou para os Estados Unidos em dezembro de 2014. Segundo ele, na ocasião, o dólar estava cotado em torno de R$ 2,7. Ele estima que a viagem de 2015 já tenha custado entre 10% e 15% a mais. "Ano passado gastei mais com compras do que planejo nesse ano. Mas mesmo assim eu não costumo fazer com que isso estrague a viagem ou que faça com que aproveite menos. Vou somente fazer compras que valham à pena", garante.

Diante do cenário desfavorável, a tendência das empresas aéreas e redes hoteleiras tem sido baixar os preços das passagens e hospedagens. “As companhias aéreas internacionais estão revendo seus preços para que essa alta do dólar não seja sentida. Estão reduzindo o valor em dólar para continuar com valor como antes. A expectativa é de que haja promoções na área internacional”, pontua o presidente da Abav, José Alves.

 

José Alves afirma que, embora a alta do dólar tenha inibido as viagens para o exterior, a comercialização de pacotes para dentro Brasil tem sido positiva.“Estamos preocupados em conscientizar os empresários que não aumentem os preços por causa da demanda. Senão você vai afugentar os brasileiros que não estão indo para exterior. Tem que ter o bom senso de praticar preços acessíveis”. 

Para o diretor financeiro da Bahia Travel, Marcos Almeida, com a redução das vendas, a situação da variação de câmbio é considerada "preocupante", mas foi possível manter os empregos dos funcionários da agência. Segundo ele, foi realizado um planejamento e um "recuo" nos pacotes oferecidos, pensando no momento delicado para o setor desde que a câmbio se mostrou "galopante", ainda na virada de ano.

Contraponto

Mesmo com o cenário desfavorável, outras empresas de viagens apontam que conseguiram manter as vendas e não chegaram a sofrer grandes perdas. No caso da Conquest Operadora de Turismo, o operador Mario Bruni afirma que houve, inclusive, crescimento de 5% a 10% na comercialização, em relação ao mesmo período de 2014.

“Nós estamos vendo algumas mudanças, uma nova demanda de passagens. Muitos brasileiros estão colocando seus filhos no exterior e viajando para vê-los. Outra demanda que está havendo é que muita gente está comprando casa fora, no EUA, Europa. Obviamente, que se esse dólar estivesse mais baixo, teríamos mais viagens, mas a gente está percebendo que houve crescimento. Em março, estamos alcançando níveis muito altos de dólar e eu estou percebendo que um certo tipo de passageiro está deixando de viajar, mas outro não. Nós estamos tendo de 5% a 10% de crescimento em relação ao ano passado”, pontua.

 

Situação semelhante foi notada por Mariza Peixoto, operadora da agência Pedra Bonita. Mas ela acredita que ainda não é possível mensurar os efeitos da alta do dólar. “Isso tudo começou agora. Acho que no próximo mês possamos ter um cenário mais real. Não diria que agora está tão dinâmico, mas está bem. Não estou vendo gente não viajar porque o dólar está alto”, avalia.

Para Bruni, embora o dólar esteja em alta, os custos com lazer no exterior ainda são mais baratos que os praticados no Brasil. "Você tem passagens com os mesmos preços das do Brasil, mas com uma gama de hotéis, não necessariamente de cinco ou quatro estrelas, com preços altamente competitivos. Há hotéis em Lisboa de quatro estrelas por € 70, com os preços que equivalem a hotéis de três estrelas no Brasil. No exterior também há jantares, passeios muitos mais baratos. Ainda com esse câmbio viajar para o exterior é melhor”, acredita.

Conforme Bruni, mesmo com o crescimento, a alta do dólar ainda impede um desenvolvimento maior do setor. Por isso, ele acredita que seja necessário que as empresas procurem proporcionar pacotes mais acessíveis para os clientes. "Se o dólar se estabelecer em R$ 3, tudo bem. A partir do momento que fica essa inconstância, fico um pouco receoso. Mas, ao mesmo tempo, o perfil do brasileiro está mudando. Não digo que a situação está boa, está razoável ainda. Uma forma agora que teremos que fazer é a divulgação de produtos com preços inferiores, e não só  pacotes com hotelaria três estrelas ou quatro estrelas".

O que fazer

Para o economista, mestre em Administração e educador financeiro Marcelo Ferreira, as pessoas que pretendem não gastar tanto em viagens para o exterior devem aguardar um momento de maior estabilidade da moeda-norte americana. Ferreira acredita que é possível que o cenário mude no segundo semestre deste ano.

"Tive oportunidade de ir à Argentina em janeiro, e o dólar estava R$ 2, 76. Agora estão se falando mais de R$ 3. É uma alta muito significativa. Acho que esse não é momento propício para essas viagens. As opções são, de repente, encontrar um lugar no qual o câmbio não seja tão relevante, ou postergar a viagem para o segundo semestre ou começo do próximo ano", aconselha. "Acho também que as pessoas devem acompanhar as cotações e aproveitar a hora que o valor cair, para compra bem melhor", acrescenta.

Ferreira não é otimista em relação à crise no Brasil. Ele acredita que, na melhor das hipóteses, somente no segundo semestre deste ano seja o momento das pessoas decidirem viajar. "Acho que o ano vai ser complicado. O governo já anunciou que o país não vai ter um crescimento expressivo do PIB. Há esse clima de instabilidade, protesto, e o governo perdeu a confiabilidade de uma parcela da população. Então, é de se supor que se o quadro econômico e o político não se agravar, talvez no segundo semestre esteja melhor".

Source: http://g1.globo.com/bahia/noticia/2015/03/alta-do-dolar-afeta-viagens-da-bahia-para-exterior-queda-de-50-diz-abav.html


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Pacotes de viagens bahia

Em 2013, a venda de pacotes de viagem da CVC para os destinos turísticos da Bahia saltaram para 600 mil unidades, contra 531 mil do ano anterior.

Os 70 mil passageiros a mais representam um acréscimo de 13% em relação a 2012 e superam a soma dos tickets vendidos para dois grandes estados nordestinos.

Veja também:

As vendas da operadora representam 12% dos turistas nacionais que visitam a Bahia todos os anos. De acordo com dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o Estado recebe 5,3 milhões de visitantes de outros lugares do país, por ano.

Os principais emissores são Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. “Na Bahia, o principal destino vendido pela CVC foi Porto Seguro, com 278 mil pacotes”, ressalta o presidente interino da Bahiatursa, Fernando Ferrero.

Na comparação com 2012, o crescimento das vendas de Porto Seguro foi de 21%. Entretanto, o destino com o maior crescimento no ano passado, junto à operadora, foi o conjunto formado por Praia do Forte e Imbassaí, cuja variação foi de 26%, saindo de 58 mil pacotes em 2012, contra 74 mil do ano passado.

Costa do Sauípe avançou 8% no período e recebeu cerca de 70 mil visitantes vindos através da CVC.

Para o secretário do Turismo, Pedro Galvão, o Litoral Norte tem se consolidado como destino de lazer, e agora está se tornando um importante polo para a realização de convenções e congressos.

“Os resorts estão investindo em espaços multiuso e isso tem elevado a demanda na região”, completa.

As vendas para Salvador mantiveram-se estáveis e somaram 124 mil pacotes no período, mantendo a segunda posição entre os destinos mais vendidos pela operadora no Estado.

Source: http://www.tribunadabahia.com.br/2014/02/04/cvc-vendas-de-pacotes-de-viagem-para-bahia-cresceram-13-em-2013

18.06.2019

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