Transbrasil

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T R A N S B R A S I L

Histуria - Em 05 de janeiro de 1955, foi fundada a entгo Sadia S.A. Transportes Aйreos. Entretanto o inнcio regular de seus serviзos ocorreu no dia 15 de Marзo do mesmo ano, com 35 funcionбrios e cinco aviхes (trкs Douglas DC-3 e dois Curtiss Commander C-46), em duas linhas: Joaзaba - Londrina - Baurъ - Ribeirгo Preto e Joaзaba - Sгo Paulo - Videira - Florianуpolis, com trкs frequкncias semanais cada uma. Naquela йpoca, haviam 11 (onze) empresas aйreas regulares em funcionamento no paнs, transportando cargas e passageiros.

Confira abaixo os passos da Transbrasil S.A. Linhas Aйreas, atй os dias de hoje:

1959 - O processo de seleзгo natural e a necessidade de substituir os aviхes adquiridos no fim da dйcada de 1940 gradualmente, reduz o nъmero das empresas ativas no setor da aviгo comercial regular. Agora elas sгo apenas 7 (Varig, Vasp, Panair, Sadia, Cruzeiro, Sava e Nacional). Mas a Sadia continua crescendo, aumentando sua frota e ampliando suas rotas.

1962 - A Sadia dб um salto quantitativo importante: adquire a empresa "Transportes Aйreos Salvador" e fica assim de posse de 15 bimotores DC-3 e 12 bimotores C-46, com linhas servindo a 53 cidades e 15 capitais.

1967 - A Sadia dб um salto qualitativo, padronizando sua frota com aeronaves de propulsгo turbohйlice, cabina pressurizada e equipadas com radar meteorolуgico. O modelo escolhido foi o "Dart Herald" - inglкs, de asa alta. Assim agindo, a empresa adiantou-se cerca de cinco anos em relaзгo as demais companhias brasileiras de aviaзгo comercial.

1968 - A Sadia abre seu capital e distribui aзхes entre seus funcionбrios. Rapidamente adquire a condiзгo de empresa de capital aberto, com mais de 800 acionistas e registro no Banco do Brasil.

1970 - A Sadia coloca em operaзгo o jato bimotor BAC "One Eleven" modelo 500 e, com ele, introduz no Brasil novos padrхes de atendimento aos passageiros. Quebra, tambйm, vбrios recordes mundiais de utilizaзгo mбxima de aeronaves para curto e mйdio trajetos.

1972 - A Assembleia Geral da empresa toma duas importantes deliberaзхes: mudar a razгo social de "Sadia S.A. Transportes Aйreos", para "TransBrasil S.A. linhas Aйreas" e transferir sua sede para Brasнlia.

1973 - Outra iniciativa pioneira: a Transbrasil torna-se a primeira empresa aйrea comercial a operar o aviгo nacional "Bandeirante" EMB-110, fabricado pela Embraer, em substituiзгo aos ingleses Dart Herald.

1974 - A TransBrasil recebe seu primeiro Bandeirante e inicia a devoluзгo dos aviхes ingleses.

1974 - A TransBrasil recebe seu primeiro Boeing 727-100, seguido por outras aeronaves semelhantes, como parte de um amplo programa de reequipamento e modernizaзгo da frota. Nesse mesmo ano, o Ministro das Comunicaзхes preside o inнcio oficial da "Rede Postal Noturna", com trкs jatos da TransBrasil levantando vфo ao mesmo tempo de Brasнlia para Porto Alegre, de Porto Alegre para Brasнlia e de Recife para Salvador e Rio de Janeiro.

1975 - Apenas trкs grandes empresas aйreas sobrevivem: Varig/Cruzeiro (internacional), Vasp (ainda estatal) e a TransBrasil (inteiramente privada e atй entгo apenas para vфos domйsticos). Substitui todos One-Eleven por Boeing 727-100, de menor custo operacional e maior rendimento. Enquanto isso, o Departamento de Aviaзгo Civil, cria oficialmente cinco novas empresas de transporte aйreo regional, com finalidade de assegurar a ligaзгo regular entre as capitais e as pequenas cidades do interior. Uma delas, й a Nordeste Linhas Aйreas Regionais, formada com participaзгo acionбria da TransBrasil e do Governo do Estado da Bahia, que recebe os bimotores Bandeirante que pertenciam а TransBrasil.

1977 - Й inaugurado em Brasнlia, o novo edifнcio-sede e hangar da TransBrasil. Quatro jatos Boeing 727-100, pintados com cores representativas das riquezas brasileiras, taxiam, em formaзгo, diante dos convidados. O maior acionista da empresa neste momento й o Comandante Omar Fontana, Diretor-Presidente da companhia.

1978 - A TransBrasil torna-se a maior operadora de jatos Boeing 727 da Amйrica do Sul e retira de serviзo seu derradeiro BAC One-Eleven 500. A padronizaзгo da frota, possibilita atingir novos нndices de pontualidade e uniformizar os estoques de peзas sobressalentes, reduzindo assim seus custos de manutenзгo.

A Transbrasil do sйculo XX - Como todas empresas do segmento de aviaзгo civil, a empresa acumulou grande dнvida no decorrer dos ъltimos anos do sйculo XX. A alta do petrуleo, a oscilaзгo do dуlar em relaзгo а moeda brasileira, os diversos planos econфmicos, que fizeram aumentar e diminuir o volume de cargas e passageiros transportados a todo o momento, levaram a empresa a situaзгo crнtica. O Comandante Fontana foi retirado da administraзгo da empresa, o governo interviu na mesma no inнcio dos anos 90 para saneб-la e, atualmente a empresa opera de forma satisfatуria, tentando reduzir custos e sair do vermelho.

A empresa operava atй o final de Outubro/2001, apenas aeronaves de ъltima geraзгo, possuindo 03 Boeing 767-200, 02 Boeing 767-300ER (longo alcance) e 05 Boeing 737-300, num total de 10 aeronaves de baixo consumo. Isso ajuda no reequilнbrio das contas e facilita a empresa a encontrar seu lucro operacional, mas por outro lado deixa a empresa endividada com leasing de valores bastante altos. As rotas para o exterior, principalmente Estados Unidos, facilitaram o equilнbrio do caixa, visto que a mesma anteriormente dependia de moeda brasileira, para pagamento em moeda estrangeira, que eram a grande maioria de suas contas. A Sadia nгo mantйm hoje participaзгo acionбria na empresa e nem mesmo ingerкncia na administraзгo e decisхes do conselho de administraзгo.

A entrada no mercado brasileiro de pequenas empresas para voos charters e tambйm da Gol - Linhas Aйreas Inteligentes, em Janeiro de 2001, que voa sem passivo, modernas aeronaves e menor custo operacional dificultam ainda mais, pois as mesmas podem praticar tarifas mais baratas, jб que as mesmas foram liberadas pelo DAC.

A Paralisaзгo da TransBrasil - Em meados de dezembro de 2001, a TransBrasil encerrou provisoriamente suas atividades. Dificuldades econфmicas tais como falta de capital de giro, dнvidas e falta de crйdito abalaram de forma fulminante a empresa, que era administrada por um genro do Comandante Omar Fontana, mais preocupado com seus prуprios negуcios como uma mineradora em Minas Gerais e outras atividades pessoais.

A Shell suspendeu o fornecimento de combustнvel e, como as demais tambйm se negaram a abastecer as aeronaves, a empresa nгo viu outra forma a nгo ser suspender seus voos, por enquanto de forma provisуria. A empresa tem cinco meses para voltar a operar e corre o risco de perder diversas de suas rotas, а medida que outras companhias forem solicitando ao DAC - Departamento de Aviaзгo Civil.

O leasing das aeronaves estгo suspensos e as aeronaves devolvidas. Para piorar a situaзгo a TransBrasil fez uma promoзгo entre os meses de novembro de dezembro de 2001, concedendo descontos de atй 50% nas suas passagens, deixando milhares de passageiros sem outra alternativa - muitos acreditam que foi mб fй, visto que a companhia jб estava "com seus dias contados". A Gol e o Grupo Varig atenderam milhares de passageiros, mas temendo outro calote tambйm cancelaram essa parceria.

Em 22 de janeiro de 2002, a TransBrasil em nota oficial, informou que o controle acionбrio da empresa foi adquirido pelo empresбrio Dнlson Prado, proprietбrio da Fly Brasil, radicado em Goiвnia. O empresбrio pagou o valor simbуlico de R$ 1,00 (Hum Real), assumiu R$ 910 milhхes em dнvidas e se comprometeu a investir perto de US$ 30 milhхes para reestruturar a empresa alйm de trazer, para operaзгo imediata, mais 07 (sete) aeronaves. Mas a operaзгo foi posteriormente anulada com a nгo concordвncia da viъva do Comandante Omar Fontana - fundador da companhia. Por fim o consultor de empresas paulista Afonso de Oliva Coelho assumiu a presidкncia do conselho de administraзгo da empresa e tentou viabilizar ajustes e operaзхes financeiras e comerciais para a companhia, tambйm sem sucesso.

A empresa manteve, no final, 03 (trкs) aeronaves Boeing 767-200 (modelo 2Q4) fora de operaзгo (PT-TAA, TAB e TAC), sem turbinas (retomadas pela General Electric) para garantia de dнvidas. A de prefixo PT-TAB foi dada em garantia para a associaзгo dos funcionбrios da empresa que sгo credores de algo prуximo a R$ 10 milhхes em salбrios atrasados (valores de 2003). A empresa tinha tambйm direito a um crйdito de ICMS, pago a maior em anos passados, da ordem de R$ 380 milhхes que nгo deram em nada. Por fim, negociaзхes com o Banco Opportunity, tentaram viabilizar a companhia e nгo deram resultados positivos. Em 2003 a Infraero retomou os hangares e o sonho da companhia voltar a operar foi encerrado definitivamente.

Source: http://www.portalbrasil.net/aviacao_transbrasil.htm


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Transbrasil

RIO — A prefeitura bateu o martelo e fechou o traçado do BRT Transbrasil pelo Centro do Rio. A previsão é que a primeira fase — que seguirá do Caju, via Rodrigues Alves, para a Avenida Presidente Vargas até a altura da Rua Uruguaiana, onde será construído um terminal — fique pronta no segundo semestre de 2016. Mas, sob o argumento de que se trata de uma obra complexa, não há garantias de que o serviço opere até as Olimpíadas. A segunda etapa, ligando a Presidente Vargas e o Caju pela Avenida Francisco Bicalho, ainda não tem data para sair do papel.

. - Editoria de arte

Os dois itinerários terão como ponto de partida um futuro terminal, que será construído entre o Gasômetro e a Rodoviária Novo Rio e que servirá também como ponto de integração de uma das futuras linhas de VLT do Centro. Conforme acordo fechado com o município, o Consórcio Porto Novo — responsável pelas intervenções no Porto Maravilha numa parceria público-privada — assumiu a execução das obras da primeira etapa do BRT rumo ao Centro. Para chegar à Presidente Vargas, o corredor atravessará ainda as ruas Rivadávia Corrêa (imediações da Cidade do Samba) e Bento Ribeiro.

TÚNEL SÓ PARA ÔNIBUS ARTICULADOS

As intervenções ocasionarão mais mudanças no trânsito do Centro da cidade, para a implantação do Transbrasil, inclusive com a proibição de circulação de carros de passeio em algumas vias. No futuro, com a conclusão do corredor, o Túnel João Ricardo, que liga a Central do Brasil à Gamboa, ficará exclusivo para o serviço de ônibus articulados.

— Na primeira etapa, a partir do terminal de integração do Caju, o Transbrasil não terá estações até chegar ao Centro, pelo Túnel João Ricardo. Os terminais Américo Fontenelle (intermunicipal) e Procópio Ferreira (municipal), nas imediações da Central, serão adaptados para receber os BRTs. O objetivo nesse caso é permitir integrar o Transbrasil com algumas linhas que operam nesses terminais e que passariam a cumprir o papel de alimentadoras. Na Avenida Presidente Vargas, haverá um novo terminal nas pistas centrais na altura da Rua Uruguaiana — detalhou o secretário municipal de Transportes, Rafael Picciani.

Localizado sob o Morro da Providência, o Túnel João Ricardo tem 293 metros de extensão por 13 metros de largura e foi inaugurado em 1921, depois de dois anos de obras. A abertura da via tinha como objetivo facilitar os deslocamentos entre a Central do Brasil e a Zona Portuária.

Há dois anos, a prefeitura chegou a anunciar que o BRT Transbrasil ficaria pronto até os Jogos Olímpicos e a incluir o projeto no site oficial Cidade Olímpica. Mas, em meio a disputas judiciais com empreiteiras, reviu os prazos e projetos, e a maior parte do traçado só será entregue em 2017.

A estimativa é que o projeto completo do Transbrasil passe dos R$ 2 bilhões. Desse total, R$ 1,4 bilhão estão sendo gastos no trecho inicial do corredor, entre Deodoro e Caju, que está sendo implantado. As obras, a serem executadas por etapas, começaram no fim do ano passado, nas imediações do Caju. Uma das intervenções prevê a construção de um acesso comum ao Transcarioca, com a construção de um viaduto de acesso à ponte estaiada Prefeito Pedro Ernesto, na altura de Bonsucesso.

— A expectativa é que ano que vem as obras nas imediações do Caju já estejam prontas, permitindo a integração com o traçado do Centro. Isso permitirá ainda a criação de novos serviços integrados ao BRT Transcarioca (Barra-Aeroporto Internacional Tom Jobim). Veículos articulados do Transcarioca poderão, por exemplo, seguir viagem até o Centro do Rio, caso haja demanda pelo serviço — explicou Picciani.

O subsecretário de Projetos Estratégicos e Concessões de Serviços Públicos e Parcerias Público-Privadas da prefeitura, Jorge Arraes, prevê que, em maio de 2016, boa parte da pavimentação do novo BRT no trecho do Centro esteja pronta. Ele disse que as obras começaram, mas ainda estão em fase inicial. A primeira frente de obras fica na Avenida Rodrigo Alves, na altura da Rua Cordeiro da Graça, onde foram feitas escavações para reassentar cabos de concessionárias de serviços públicos.

Já o segundo itinerário do BRT Transbrasil rumo à Cidade Nova, explicou Arraes, será tocado com recursos da própria prefeitura. O projeto ainda está em fase inicial e não tem data para sair do papel. O plano prevê a implantação de duas estações: Sambódromo e Cidade Nova, na altura do prédio da sede da prefeitura. As obras também são bastante complexas: exigirão, por exemplo, a construção de uma nova ponte na altura da Cidade Nova para ligar as avenidas Presidente Vargas e Francisco Bicalho, com uma faixa por sentido.

Os traçados de cada trecho serão independentes: conforme seu destino, o usuário poderá optar por um veículo via Central do Brasil ou Presidente Vargas. Ao todo, o BRT Transbrasil prevê a implantação de 32 quilômetros de corredores exclusivos de ônibus entre Deodoro e o Centro, por onde deverão circular 820 mil passageiros por dia.

O corredor terá 30 estações, 17 passarelas e cinco terminais exclusivos (Deodoro, Trevo das Margaridas, Trevo das Missões, Ilha do Fundão e Presidente Vargas). Em Deodoro, haverá uma integração com o futuro BRT Transbrasil, que segue até a Barra da Tijuca e o Recreio dos Bandeirantes. A conta não inclui os terminais onde haverá integração de serviços com o VLT do Centro e também as linhas municipais e intermunicipais.

PRAZOS DO VLT SÃO REVISTOS

As outras cinco linhas do VLT do Centro, conforme o cronograma original, seriam entregues em março do ano que vem. As linhas são as seguintes: Central-Praça Mauá (Rua da América, Praça Santo Cristo, Cidade do Samba); Saara (Praça da República, Praça Tiradentes, Largo da Carioca, Praça Quinze); Central-Fórum (Marechal Floriano, Candelária, Avenida Rio Branco); Central-Francisco Bicalho (Rua da América e Leopoldina); Praça Mauá-Francisco Bicalho (Cidade do Samba, Praça Santo Cristo, Rua da América e Leopoldina).

Source: http://oglobo.globo.com/rio/prefeitura-define-tracado-do-corredor-brt-transbrasil-que-tera-trecho-entregue-em-2016-15099919


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Transbrasil

Rio - Motoristas e passageiros precisarão ter ainda mais paciência para circular pela Avenida Brasil a partir deste mês de novembro, mas por um bom motivo. A via, uma das mais importantes e saturadas da cidade, terá trechos parcialmente interditados para o início da construção do corredor exclusivo de ônibus articulados que ligará Deodoro, na Zona Oeste, ao Centro: o Transbrasil, pelo qual devem passar 820 mil passageiros por dia.

A Prefeitura do Rio ainda não especificou, no entanto, o trecho da via que será interditado inicialmente nem o dia deste mês em que as obras vão começar. A primeira etapa do empreendimento terá obras de Deodoro até o Caju, totalizando 23 quilômetros dos 30 previstos. A construção do trecho, que custará R$ 1,4 bilhão aos cofres públicos, chegou a ser adiada quatro vezes por questionamentos durante o processo licitatório.

As empresas OAS, Odebrecht e Queiroz Galvão venceram o certame, finalizado no início de outubro. O financiamento será feito em parceria com o governo federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade Urbana.

Confira o traçado do BRT Transbrasil

Foto: Arte: O Dia

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, demonstrou preocupação com os reflexos no trânsito: “É uma obra muito complexa. A gente tem que ir devagar para não ser tão traumático o impacto dela na cidade. Pode até ser que demore um pouco mais. Vou dizer que deixo meu governo com ela quase totalmente pronta”, disse ontem, em compromisso de agenda. Como Paes exerce o mandato até o final de 2016, a declaração pôs fim à especulação de que o empreendimento poderia ficar pronto para as Olimpíadas, mesmo não sendo um compromisso olímpico.

“Será um superbanho de loja. A Avenida Brasil se degradou muito ao longo dos anos”, completou Paes.

Os sete quilômetros restantes do Transbrasil, do Caju até o Centro, passando pelas avenidas Presidente Vargas e Francisco Bicalho, estão a cargo da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto (Cdurp). A empresa da prefeitura informou que ainda não há previsão para o início dessas obras.

Linha Vermelha e Dom Hélder Câmara prejudicadas

As obras na Avenida Brasil ainda nem começaram mas já ligaram o alerta de especialistas em mobilidade urbana. Para o professor Alexandre Rojas, da UERJ, vias que servem como alternativa à Brasil serão prejudicadas com o aumento de fluxo. “A Linha Vermelha vai ficar ainda mais saturada, e o trânsito na Avenida Dom Hélder Câmara também deve piorar. A previsão é que, com o início das obras, haja enorme dificuldade para quem usa a Brasil e, desta forma, tente escapar dela”, pontuou.

Construção do Transbrasil é dificultada pela complexidade de se interditar faixas da Avenida Brasil, que tem intenso fluxo de veículos

Foto: Severino Silva / Agência O Dia

Para Eva Vider, professora da Escola Politécnica da UFRJ, o ideal é que o primeiro trecho da obra comece o mais afastado do Centro possível. “Quanto mais longe do Centro, melhor, porque a região já está bastante impactada pelas obras da Zona Portuária”, disse. “As obras de Bonsucesso até o Centro só devem começar após o término das intervenções no porto, mas a população ainda não sabe se isso vai ocorrer”, afirmou.

Ambos os especialistas cobraram mais transparência da Prefeitura do Rio na divulgação do cronograma de obras e no que diz respeito às medidas adotadas pelo município para amenizar os temidos reflexos na cidade.

Corredores Transoeste e Transcarioca já transportam 400 mil por dia

Quando o Transbrasil for concluído, fechará o anel viário de 155 quilômetros composto também pelos corredores expressos Transcarioca, Transoeste e Transolímpica. Os corredores BRT Transoeste e Transcarioca, já inaugurados, transportam juntos 400 mil passageiros por dia. O Transcarioca, aberto em junho, começou a funcionar por etapas e atualmente transporta 216 mil passageiros por dia em 39 quilômetros. Ele conta com 47 estações e passa por 17 bairros.

O BRT Transoeste foi inaugurado há dois anos, tem 52 quilômetros de extensão, e liga Campo Grande e Santa Cruz à Barra da Tijuca. O tempo de viagem com o empreendimento, que transporta 184 mil passageiros por dia, caiu 40%.

O Transolímpica, que ligará Deodoro ao Recreio dos Bandeirantes, por um túnel que está sendo perfurado no Maciço da Pedra Branca, terá 26 quilômetros de extensão. O empreendimento, que fará ligação com o Transcarioca e o Transoeste, custará R$ 1,6 bilhão e tem previsão para ficar pronto em dezembro de 2015. Faz parte do ‘pacote olímpicos’.

Quatro terminais e 28 estações

Quando o BRT Transbrasil estiver totalmente pronto, contará com quatro terminais — Deodoro, Trevo das Margaridas, Trevo das Missões e Centro — e 28 estações no trecho entre Deodoro e a região central da cidade. O intervalo entre cada estação terá cerca de 1,3 quilômetros, e também serão construídas 15 passarelas para a travessia de pedestres.

O Transbrasil será atendido por dois terminais intermediários (Margaridas e Missões), conectando o corredor às rodovias federais BR-116 (Rio - São Paulo) e BR-040 (Rio - Juiz de Fora). O primeiro trecho, que começa a ser construído este mês, contará com 16 estações e cinco novos viadutos. Outros seis viadutos e quatro pontes já existentes serão alargados para que possam suportar mais veículos.

A velocidade média dos ônibus da Avenida Brasil vai passar dos atuais 23 para 36 quilômetros por hora, segundo previsões da prefeitura. Um aumento de 56%.

Source: http://odia.ig.com.br/noticia/observatorio/2014-11-01/obras-do-brt-transbrasil-comecam-ainda-neste-mes.html


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Transbrasil

Posso ir além quando adquiro

A TransBrasil Virtual Airlines é uma companhia aérea virtual. Somos uma organização sem fins lucrativos operando nas redes IVAO e VATSIM. Temos como objetivo a simulação das operações de transporte de passageiros e carga no território brasileiro e no estrangeiro.

O comandante Mário Sérgio Ferreira ultrapassou em abril passado as cinco mil horas de voo virtual ao serviço da Transbrasil Virtual Airlines.

É muito bom termos como colaborador o comandante Mário Sérgio Ferreira. É para ele esta singela homenagem.

O nosso muito obrigado e feliz aniversário!

Source: http://www.tbav.org/

24.10.2020

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