Viagem pela europa

Viagem pela europa

Este post é para você que sonha em conhecer a Europa, mas acha que é muito caro ou que não tem dinheiro para isso. É inspirado em um e-mail que recebi da Juliana, leitora do blog, e também nas diversas perguntas que amigos já fizeram sobre as minhas viagens para o velho continente. A primeira vez que pisei a lazer lá, em 2011, foi em uma viagem com o Marco, meu namorado na época, para Paris. Nós gastamos R$ 2.400 cada, com passagem da TAP via Portugal, traslados, 5 dias de hospedagem na cidade luz, mais um dia no Porto, ambos com café da manhã incluído. Ah! E para os gastos com comida e passeios nós, literalmente, juntamos as moedas que tínhamos em casa. A viagem foi inesquecível – fui pedida em casamento lá! – e não nos deixou nenhuma dívida na volta. Foi na França também que meus pais, pessoas muito simples, tiveram seu primeiro contato com a Europa, em 2012, e, desde então, voltam uma vez ao ano para o continente, sem comprometer o orçamento deles.

Contei tudo isso para mostrar que não é preciso ser rico ou ter dinheiro sobrando para viajar, basta se programar de tal forma que consiga aproveitar promoções e elaborar um roteiro econômico, sem ser desconfortável ou complicado. Como? Seguem as dicas que eu SEMPRE aplico nas minhas viagens:

1) Viaje de março a maio ou de setembro a novembro

Eu sempre tiro férias e marco as viagens da família na média/baixa temporada porque, além de ser bem mais em conta, o clima é excelente para bater perna, já que esses meses coincidem com a primavera e o outono. “Ah, mas eu tenho filhos/estudo e só posso tirar um mês de férias em dezembro/janeiro ou junho/julho”. Não é impossível encontrar tarifas promocionais nesses períodos, porém, é bem mais difícil.

2) Estipule o valor máximo que aceita pagar pela sua passagem aérea

Eu pago, no máximo, R$ 1.800 pela passagem de ida e volta para a Europa, fora as taxas, que dão uns R$ 200 a R$ 300 a mais, dependendo das conexões/aeroportos. É possível conseguir mais tarifas mais baratas que isso? Sim. Hoje, por exemplo, há passagens por menos de R$ 1.600 para voar em novembro. É Importante definir quanto você quer/pode pagar para saber se uma promoção é boa ou não. Afinal, sempre pode surgir outra passagem mais barata depois que você comprou a sua, o que não quer dizer que ela seja melhor, entendeu? Uma boa promoção é aquela que vai de encontro com o que você deseja, ou seja, tem o preço dentro do que estipulou previamente, voando com uma cia aérea boa e no período das suas férias. O Voopter, metabuscador de passagens aéreas, tem uma ferramenta muito bacana, onde você pode cadastrar um alerta para receber avisos de passagens aéreas baratas (eu escrevo para eles, porém, esse não é um post pago, viu?).

3) Tome cuidado com as taxas que não estão incluídas nas passagens aéreas

Em geral, quanto mais conexões um voo tem, mais caras serão as taxas cobradas. Porém, há exceções, como a taxa de embarque no principal aeroporto de Londres, por exemplo, que é surreal  – em um voo emitido com milhas, eu paguei mais de mil reais em taxas. Além disso, se você comprar com agências de viagem ou operadoras, terá que pagar uma taxa de serviço, que pode encarecer a passagem. Por isso, vale a pena comparar antes de finalizar a sua compra e estipular um limite para isso também, por exemplo: R$ 1.800 para a passagem + R$ 300 para taxas = R$ 2.100 preço final.

4) Aproveite conexões onde você pode passar alguns dias na cidade antes de seguir para o destino final

Na minha primeira viagem para Paris, por exemplo, aproveitei a conexão para ficar dois dias no Porto, já que a TAP oferece essa opção – através do seu telefone ou da busca multi-destinos em seu site. A passagem de São Paulo para Paris com conexão imediata custava o mesmo que a parando em Portugal por alguns dias e depois seguindo viagem. A TAP tem essa opção parando no Porto ou em Lisboa, a Air France tem ficando em Paris, a KLM em Amsterdã, a Lufthansa em Frankfurt ou Munique… Vale a pena pesquisar nas cias aéreas europeias que têm voos direto para o Brasil quais são as opções que elas oferecem.

Source: http://viagemevoo.com/2014/como-viajar-para-a-europa-gastando-pouco


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Viagem pela europa

por Ricardo Freire @riqfreire Atualizado em 08.dez.2014

Ao montar um itinerário de viagem, nosso primeiro reflexo é pegar a seqüência de cidades e programar um pernoite em cada uma. A idéia é chegar, visitar, pernoitar, sair no dia seguinte, viajar, chegar, visitar, pernoitar, e assim por diante.

Sem saber, estamos emulando o esqueminha das excursões de ônibus. Eu não gosto nadinha de excursões de ônibus, mas preciso admitir que nisso elas são insuperáveis: o timing é todo azeitado. O motorista e o guia sabem exatamente a que hora precisam partir, onde vão parar, onde fica o hotel, em que lado do palácio fica o portão, qual restaurante vai estar aberto às 21h30.

Já quando tentamos fazer roteiros parecidos para viajar de carro, sem nunca ter passado antes pelo lugar, tudo tudo tudo leva invariavelmente mais tempo do que imaginamos. É natural. Os tempos de deslocamento que simulamos são líquidos. Não estão previstas distrações, paradas, engarrafamentos, bobeiras, obras, desentendimentos com o GPS, curiosidades que aparecem pelo caminho, dificuldade de estacionamento, fila no check-out ou no check-in.

O deslocamento acaba tomando cada vez mais tempo proporcional do nosso dia, e vai ficando menos agradável -- porque existe o compromisso de chegar no próximo destino ainda naquele dia (e às vezes ainda tendo que conseguir achar um restaurante aberto, já que talvez não tenha dado tempo de comer direito durante o dia).

O abre-mala/fecha-mala vai ficando cada vez mais chato, e a gente sai de cada cidade em que dormiu sem ter conseguido aprender a se orientar.

Como alternativa a isso, eu proponho -- e pratico -- o sistema de bases.

Como funciona?

Sempre que possível, programo três noites (ou pelo menos duas) num mesmo lugar. De uma tacada só, reduzo o abre-mala/fecha-mala, e o tempo perdido em achar o hotel, fazer check-in e depois check-out todos os dias. De bônus, ganho uma certa intimidade com uma cidade que vai me acolher todos os dias depois de passear por aí. Na terceira noite, vou me sentir quase como voltando para casa.

Nos três dias (ou dois, ou quatro, ou quantos forem) em que fico baseado por ali, programo passeios, primeiro dentro da cidade, depois às redondezas. Quando dá, tento fazer esses passeios às redondezas de um modo circular, indo por um caminho e voltando por outro (claro que nem sempre será possível).

Para mim, a maior vantagem do sistema de bases é que ele permite uma readequação de ambições e expectativas. Porque no papel tudo é perto, tudo é fácil, tudo é igualmente importante. Na vida real a gente logo percebe que não é assim. Que vale  mais a pena ver menos com calma do que ver mais com pressa. Que ir atrás de algo que a gente não sabia que existia na maioria das vezes é mais divertido do que cumprir exatamente o roteiro original.

Outra sintonia fina que o esquema de bases proporciona é o da seleção de passeios conforme a meteorologia se apresenta -- ou de acordo com imprevistos (um evento do qual você não tinha informação, um feriado local). Quem está no itinerário linear não pode se dar a esse luxo.

Experimente implementar bases na sua próxima viagem. Mesmo que você ainda não tenha percebido os defeitos do itinerário linear, aposto que você vai curtir a diferença

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Source: http://www.viajenaviagem.com/2011/11/vai-por-mim-montar-bases-e-mais-eficiente-do-que-pinga-pinga


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Viagem pela europa

por Ricardo Freire @riqfreire Atualizado em 15.jul.2014

Não há dia em que não apareçam vááários pedidos para recomendar ou avalizar a quantidade de noites em cada escala dos itinerários europeus mais variados.

Infelizmente o blogueiro não tem condições de dedicar a cada viagem de leitor o tempo necessário para que seja adequadamente destrinchada. O espaço da caixa de comentários tampouco se presta a mesuras, salamaleques e relatórios detalhados, o que na maioria das vezes reduz o aconselhamento a uma penca de antipáticos imperativos, faça isso, corte aquilo, escolha entre, aumente, esqueça, nem pense em.

É evidente que eu não sou dono da verdade: o que dou é apenas a minha opinião. Pode ser que tenhamos incompatibilidades de estilos, e você faça uma viagem muito mais satisfatória seguindo a sua intuição.

À luz da minha experiência, e do que penso sobre viajar, aí vão minhas recomendações. Basta ler e aplicar -- ou não! -- ao seu roteiro.

Precisa mesmo tantas paradas assim?

Não se iluda quanto à aparente proximidade entre cidades. Qualquer deslocamento envolve mais tempo do que a gente imagina. Quando o deslocamento inclui mudança de hotel, gasta-se ainda mais tempo e energia. É preciso fechar as malas. Fazer check-out. Deslocar-se com malas à estação ou ao aeroporto. Ou enfrentar a saída da cidade, se estiver de carro. Na chegada à outra cidade, é preciso encontrar o caminho do hotel. Fazer check-in, ou pelo menos deixar as malas. Só depois de tudo isso é que dá para dizer que você chegou realmente.

Em termos: você chegou, mas boa parte da sua energia se perdeu pelo caminho. Viajar com a casa nas costas -- nem que seja uma mala de quatro rodinhas -- é estressante, e no final do processo você vai se sentir mais aliviado do que propriamente louco de vontade de sair por aí.

Por isso a primeira dica geral é: não considere o dia do deslocamento na sua conta de dias no lugar. O dia da chegada é para desestressar e fazer coisas descompromissadas, que não requeiram planejamento ou reserva. No dia da chegada, tudo é lucro. Encarando assim, a chegada é mais prazerosa.

Grandes capitais: procure ficar 4 dias inteiros. Paris e Londres? 6 ou 7, se puder

Lisboa. Madri. Barcelona (capital da Catalunha. ), Roma. Berlim. Praga. Istambul -- grandes capitais merecem pelo menos quatro dias inteiros. Quatro dias costumam ser suficientes tanto para os lerês principais quanto para os bundalelês essenciais. Ao fim da estada, você deixará a cidade com algum senso de localização, e sabendo mais do que sabia antes de chegar. (Quando você passa muito rápido, só tem tempo de confirmar a existência do que já estava careca de saber antes de sair de casa.)

Paris e Londres. pelo menos da primeira vez, precisam de mais tempo. Cinco ou seis dias. Idealmente, uma semana. Você não ficaria uma semana em Orlando. Pois então.

3 dias: ideal para cidades nem tão grandes assim

Dá para ficar mais? Claro! Sempre haverá mais o que descobrir na cidade, ou passeios aos arredores.

Dá para ficar menos? Dá, ué. Mas a conta de 3 dá a você tempo para dormir, se perder, aproveitar a noite -- atividades que tornam uma viagem mais divertida.

Evite ficar apenas uma noite

De vez em quando será inevitável dormir apenas uma noite em cidades que estejam no meio do caminho e/ou que se resumam a um monumento ou atração, sem mais nada de interesse. Ainda assim, procure não fazer uma seqüência de cidades de uma noite só, para não perpetuar a rotina fechar mala/check-out/viajar com a casa nas costas/achar hotel/check-in/se livrar da mala.

Sempre que o seu roteiro acusar a necessidade de uma seqüência de pernoites picadinhos, verifique se não é possível (1) montar base numa dessas cidades e fazer as outras no esquema bate-volta ou (2) roubar no jogo e visitar alguma delas como pit-stop sem pernoite. (Mais detalhes a seguir.)

A arte e a ciência do bate-volta

Apesar do inconveniente de (quase sempre) ir e voltar pelo mesmo caminho, o bate-volta é o meu modo favorito de visitar lugares que não valham o pernoite. Você sai do hotel sem precisar fechar conta nem arrastar mala, e quando chega ao destino do dia, é só sair passeando. Dá pra usar a ida para se preparar, relendo o guia (no trem ou no banco do passageiro do carro) e a volta para descansar. Você aproveita o dia com energia total, e de repente ainda tem gás para sair à noite na cidade-base.

Para dar certo, o importante é que a viagem dure uma hora, no máximo uma hora e meia. Mais do que isso fica cansativo -- você provavelmente vai querer chegar de volta ao hotel e dormir direto.

O truque esperto do pit-stop

Visitar um lugar a caminho de outro é uma maneira interessante tanto de saciar o seu apetite de ticar lugares quanto de tornar divertido um trajeto longo e chato (Bruxelas ou Bruges entre Paris e Amsterdã; Dresden entre Berlim e Praga).

Também é um jeito inteligente de evitar um bate-volta, fazendo o caminho apenas num sentido (Córdoba entre Madri e Sevilha).

O raciocínio do pit-stop deve ser parecido com o de uma escala de cruzeiro. Você precisa ter em mente que não dá para ver e experimentar tudo. É preciso foco. Reduza, conscientemente, aquela cidade à sua principal atração e seu entorno.

O que torna o pit-stop atraente é a dinâmica de interromper a chatice de uma viagem longa por algumas horas de atividade intensa. Daí você usa a segunda parte da viagem para descansar (no trem ou no assento do passageiro). Provavelmente você vai chegar moído no seu destino final; mas, como eu disse lá em cima, o dia do deslocamento nunca conta, e no esquema pit-stop você não terá perdido esse dia.

Mas atenção: antes de programar um pit-stop, pesquise direitinho onde você vai deixar suas malas. Essa questão é fundamental. Estando de trem, google as palavras-chave "lockers" ou "left luggage" ou "luggage storage" junto com o nome da cidade (tente também com a palavra "station"). Estando de carro, deixe o carro sempre em estacionamento fechado e pago, com todas as malas, bolsas e sacolas no porta-malas, sem nada à mostra.

Ferramentas úteis

Para pesquisar horários de trem: bahn.de/international (use datas nos próximos 60 dias)

Para simular roteiros rodoviários: viamichelin.com

Para pesquisar horários de vôos: kayak.com. skyscanner.net (low-costs)

Posts básicos

Source: http://www.viajenaviagem.com/2010/07/europa-quantos-dias-em-cada-lugar


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Viagem pela europa

Quando você começa a pesquisar sua viagem para a Europa, a primeira coisa que vem em mente é que você só precisará do passaporte para entrar no continente. De certa forma, isso até é uma verdade para os voos que saem do Brasil e chegam a países nos quais o visto não é necessário. Mas será que você poderá circular por todos os países europeus sem a necessidade de visto? Tentaremos esclarecer melhor com este post.

Um dos trunfos da Europa em relação aos Estados Unidos, ao menos no quesito viagem, é que em boa parte dos países de lá não é necessário visto para fazer turismo. Isso é possível graças ao Acordo de Schengen, uma convenção entre países europeus sobre abertura de fronteiras e livre circulação de pessoas entre os países signatários.

Atualmente, os países europeus onde brasileiros não precisam de visto, por causa do Acordo de Schengen. caso fiquem até 90 dias para turismo são esses:

Vale notar que alguns dos países presentes na lista não fazem parte da União Europeia, mas estão de acordo com o tratado, como Noruega, Suíça e Islândia.

Nota. Em alguns territórios dos países mencionados o tratado não se aplica, como Ilhas Faroe, Groenlândia, Aruba, Curaçao, Saint Martiin, Antilhas Holandesas, Melilla, Celta, Svalbard e todos os territórios e dependências ultramarinos da França. Para esses lugares você deve verificar caso a caso a documentação necessária para ingresso.

Alguns pequenos países da Europa também permitem a entrada por causa do acordo, como suas fronteiras são com países participantes, basta apresentar o passaporte. São eles: Mônaco, San Marino e Vaticano.

E outros países da Europa, o que é preciso para entrar? Calma, agora iremos falar de país por país da Europa o que é necessário para entrar.

Albânia. Brasileiros não precisam de visto para permanência de até 30 dias no país para turismo. Informações para outros tipos de visto você pode ver na página do Ministério de Relações Exteriores da Albânia .

Andorra. Para entrar em Andorra, você precisará apenas o passaporte original válido. Mas os 90 dias de permanência são os mesmos. A entrada deverá ser pela França ou pela Espanha. Na página do Ministério de Relações exteriores do país. você tem as informações.

Bielorrússia. Para entrar na Bielorrússia é necessário visto, nem que seja somente para trânsito. Brasileiros precisam dos seguintes documentos para conseguir o visto:

1.        Formulário de visto preenchido e assinado;

2.        Carta-convite de uma agência de turismo bielorrussa com a informação sobre o seu nome e sobrenome, número de passaporte, data de nascimento e período da estadia na Bielorrúsia.

A carta-convite pode ser providenciada através de uma operadora turística brasileira ou contatando diretamente com uma empresa turística bielorrussa;

3.        Passaporte com validade mínima de 3 meses depois dos prazos da viagem à Bielorrússia;

4.        Uma foto 3×4;

5.        Taxa consular pelo visto (para brasileiros) – 60 euros no caso de conceder o visto em prazo normal de 3 dias úteis ou 120 euros no caso de emitir o visto urgente em 24 horas;

6.        Valor adequado para pagar serviços do despachante de volta (caso o envio dos documentos seja realizado via despachante).

Na página da Embaixada da Bielorrúsia você terá mais informações sobre outros tipos de visto.

Bósnia e Herzegovina. Cidadãos brasileiros não precisam de visto para um período de até 90 dias para turismo e negócios. Caso precise de algum outro tipo de visto, você deve procurar a embaixada da Bósnia em Washington D.C. nos Estados Unidos (lembrando que brasileiros precisam de visto para entrar nos EUA). Caso precise, entre no site da Embaixada da Bósnia nos Estados Unidos .

Bulgária. Cidadãos brasileiros não necessitam de visto para turismo ou negócios, desde que fiquem no máximo até 90 dias durante um período de 6 meses. Para outras informações, visite o site do consulado honorário da Bulgária no Brasil.

Croácia. Da mesma forma que a Bulgária, cidadãos brasileiros não precisam de visto para permanência máxima de 90 dias em um período de 6 meses, caso o motivo da visita seja turismo ou negócios. Mais informações no site do Ministério de Relações Exteriores da Croácia .

Macedônia :  Cidadãos brasileiros não necessitam de visto para entrar no país desde 2009, e as condições são as mesmas de Croácia e Bulgária: permanência máxima de 90 dias em um período de 6 meses para turismo ou negócios. No site do Ministério das Relações Exteriores da Macedônia você pode ver as informações, só com o detalhe que não estão em inglês, mas em macedônico (dá para entender se colocar no Google Translator).

Moldávia. Para entrar na Moldávia, o brasileiro precisa de visto. Ele pode ser retirado em trânsito, mas apenas em países que possuem representação diplomática. Entre eles: Alemanha, Portugal, Grécia e Itália. Lembrando que o visto é apenas para turismo. O custo do visto de curta permanência é de €60 (visto tipo C). Vale lembrar que você precisará de passaporte com validade de pelo menos 6 meses após o término do visto, foto 3,5×4,5 e o formulário de solicitação preenchido e assinado. Maiores informações podem ser obtidas no site do Ministério de Relações Exteriores da Moldávia (em inglês).

Montenegro. Para entrar em Montenegro, cidadãos brasileiros não precisam de visto para permanência de até 90 dias, basta apenas um passaporte válido. Outras informações no site do Ministério de Relações Exteriores de Montenegro (em inglês).

Reino Unido. Cidadãos brasileiros que viajam por motivo de turismo estão isentos de visto para um período de até 180 dias. Maiores inormações para saber sobre vistos veja no site da Agência de Fronteiras do Reino Unido .

Romênia. Cidadãos brasileiros estão isentos de visto para uma permanência de até 90 dias, com passaporte válido pelo menos 6 meses depois da viagem. Aqui há um PDF do governo romeno explicando a situação de visto dos brasileiros. Outras informações você pode obter nesta página do Ministério de Relações Exteriores romeno .

Rússia. Cidadãos brasileiros são isentos de visto para uma permanência de até 90 dias na Rússia. Válido tanto para turismo quanto para negócios. A informação oficial está no site da Embaixada da Rússia no Brasil .

Sérvia. É necessário visto de entrada para brasileiros. Para requisitar o visto, você precisará do passaporte válido por no mínimo 6 meses, o formulário de requisição de visto preenchido e assinado, foto 3×4 (recente) e cópia da passagem com os trechos de ida e volta. Você pode ver mais informações sobre o visto e o formulário de requisição no site do Ministério de Relações Exteriores da Sérvia.

***UPDATE: Desde o dia 21/02/2013 os brasileiros não precisam mais de visto para visitar a Sérvia, para estadias de até 90 dias.

Turquia. No país que fica parte na Europa e parte na Ásia, brasileiros estão isentos de visto para permanência de até 90 dias no país.  Isto é válido tanto para negócios quanto para turismo. Caso precise de outro tipo de visto, você pode ter mais informações na página da Embaixada da Turquia no Brasil .

Ucrânia. Brasileiros não precisam de visto para permanência de até 90 dias em um período de 6 meses na Ucrânia. Esta informação vale tanto para visto de turismo quanto para visto de negócios. Aliás, essa queda de visto aconteceu em 30 de dezembro de 2011. Até antes disso, o visto era necessário. Você pode ver a confirmação na página do Ministério de Relações Exteriores da Ucrânia .

Vale lembrar que apesar de muitos países não exigirem visto, isso nem sempre é garantia de entrada. Você deve consultar os sites das embaixadas ou consulados dos mesmos, para ver quais documentos levar em sua bagagem de mão. E não se esqueça de sempre ter cópias destes documentos com você, em seu email.

Os documentos que normalmente são pedidos, além do passaporte, são os comprovantes de ida e volta da passagem aérea, comprovantes de reserva em hotel ou carta-convite, comprovante do cartão de crédito (para mostrar que tem condições de se manter por lá durante a estada), seguro viagem (é sempre bom ter).

Também leve dinheiro vivo (euros, libras ou a moeda do país em questão) e um pouco em cartões de viagem (como Visa Travel Money ou Mastercard Cash Passport).

E você, ficou com alguma dúvida em relação aos vistos? Já teve alguma experiência na Europa e precisou de visto? Conseguiu circular pela Europa somente com o passaporte? Conte pra nós através dos comentários.

Source: http://intravelturismo.wordpress.com/2012/06/05/vistos-para-europa-guia-de-informacoes-para-brasileiros/

28.11.2020

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