Vasp linhas aereas

Vasp linhas aereas

Em 4 de novembro de 1933 nascia, em Sгo Paulo, a VASP - Viaзгo Aйrea Sгo Paulo. A companhia era privada e possuнa dois Monospar 6AL/MKII de fabricaзгo inglesa, adquiridas antes mesmo da empresa ser fundada. No dia 12 de novembro os dois Monospar decolaram do aerуdromo Campo de Marte, na capital paulista, com destino a Ribeirгo Preto e Uberaba. Apуs os voos inaugurais, a Vasp sу voltou a voar, e dessa vez em definitivo, em 31 de marзo de 1934. As primeira linhas da companhia eram: Sгo Paulo - Ribeirгo Preto - Uberaba e Sгo Paulo - Sгo Carlos - Rio Preto. Em novembro do mesmo ano a companhia tambйm recebeu um De Havilland DH-84, tambйm de fabricaзгo inglesa. Mas a empresa acumulava prejuнzos operacionais e acabou pedindo ajuda do governo paulista antes mesmo de completar um ano de operaзгo. Sendo assim, em 10 de marзo de 1935, a Vasp foi comprada pelo governo paulista e se tornou uma empresa estatal.

Nas mгos do governo, a companhia recebeu investimentos e adquiriu dois Junkers JU-52/3. de fabricaзгo alemг, em agosto de 1936. Os Junkers fizeram histуria inaugurando o aeroporto de Congonhas. Em 5 de agosto de 1936 um Junkers decolou de Congonhas rumo ao Santos Dumont. no Rio, e o outro do Santos Dumont rumo а Congonhas. Com isso estava inaugurada a famosa Ponte Aйrea Rio de Janeiro - Sгo Paulo. A Vasp era tгo presente em Congonhas. que o local ficou conhecido como "Campo da Vasp".

Em 1939 a companhia chegou ao sul do Brasil, voando para Curitiba e Florianуpolis. No ano seguinte a Vasp chegou a Porto Alegre.

Com a Segunda Guerra Mundial, a Vasp teve as entregas de mais Junkers adiada para 1944 e encontrava dificuldades para obter peзas para as suas aeronaves, todas de fabricaзгo europйia. No final da guerra, a companhia passou a utilizar aeronaves americanas como o famoso DC-3. Os DC-3 acabaram substituindo todas as outras aeronaves da frota e a Vasp adquiriu um total de vinte e sete unidades.

A estrela da dйcada de 50 na Vasp foi o Saab 90. A Vasp operou simplesmente TODOS os Saab 90 produzidos no mundo! A empresa escolheu o Saab 90 porque ele era capaz de decolar do Santos Dumont sem nenhuma restriзгo e tinha um preзo menor do que o Convair 240. O Saab foi homologado em novembro de 1946 e utilizado pela AB Aerotransport of Sueden (empresa sueca), em 1948. Em 21 de junho de 1950 a Vasp adquiriu o primeiro e atй 1958 a companhia jб havia comprado todos eles, num total de dezoito unidades. Com o Saab a Vasp passou a operar quinze vezes por dia entre Rio e Sгo Paulo e chegou a Campo Grande, Cuiabб, Belo Horizonte, Vitуria, Salvador, Recife e Natal.

Na dйcada de 60 a estrela foi o Viscount. Em 1955 a Vasp havia encomendado o Viscount 800. a primeira aeronave а turbina do Brasil. A companhia comprou um total de cinco Viscount 800 e dez Viscount 700. Com o Viscount. a Vasp comeзou a voar para Brasнlia e foi a primeira a fazer a rota Rio de Janeiro - Manaus em apenas um dia. Na dйcada de 60 a companhia tambйm comprou o YS-11. de fabricaзгo japonesa, e por esse motivo a aeronave ficou conhecida como "Samurai".

Em 7 de janeiro de 1962 a Vasp comprou o grupo Lloyd Aйreo e incorporou na frota o Curtiss C-46. DC-4 e DC-6 .

Com a "falкncia" da Panair do Brasil. em 1965, a Vasp tentou ganhar suas linhas internacionais, mas nгo obteve sucesso.

A Vasp entrou na era а jato em 1967, com a incorporaзгo de dois BAC 1-11. porйm eles duraram pouco na frota (atй 1969).

Em 1969 a Vasp adquiriu o primeiro Boeing 737 do Brasil. O 737-200 chegou em 21 de abril de 1969 e fez um enorme sucesso entre os passageiros. A Vasp entгo adquiriu mais unidades, chegando a um total de 23 exemplares, na йpoca a maior frota de 737 da Amйrica Latina. Alйm do Boeing 737-200. a Vasp tambйm foi a pioneira em trazer o Boeing 737-300. que se tornou a principal aeronave para voos nacionais no Brasil na dйcada de 90. O 737-300 tambйm foi sucesso absoluto entre os passageiros e a Varig rapidamente tambйm os encomendou para fazer frente а Vasp.

Em novembro de 1982 chegaram os dois Airbus A300B2 da Vasp, a primeira aeronave "wide-body" da empresa. Em janeiro de 1983 chegou o terceiro e a Vasp colocou os trкs Airbus nas rotas de maior demanda. Aeronave fez grande sucesso entre os passageiros, pois era mais confortбvel que os Boeing 727 e 737. com cabine mais ampla e silenciosa.

Em 1988 o governo paulista assumiu o compromisso de privatizar a Vasp e para isso tentou melhorar a situaзгo financeira da companhia, que vinha dando prejuнzos.

Em 1 de outubro de 1990 a segunda maior companhia aйrea do Brasil foi comprada pelo consуrcio Voe/Canhedo. Nesse ano a companhia passou por uma grande reestruturaзгo e alugou um dos seus A300 para a LAB. Com a privatizaзгo, a frota da companhia mais que dobrou! Chegaram novos Boeing 737-300. Boeing 737-400 e DC-8. DC-10-30 e em apenas um ano a Vasp passou de pouco mais de trinta para quase sessenta aeronaves! E a Vasp nгo parou por ai. A companhia comeзou uma grande expansгo no mercado internacional e encomendou os novos MD-11 .

Em julho de 1992 a Vasp chegou а Бsia com voos para Seoul, via Los Angeles. Nesse mesmo ano a companhia tambйm comeзou a receber os seus MD-11 e iniciou voos para Bruxelas.

Porйm em 1993 grande parte da frota teve que ser devolvida, pois a companhia nгo estava pagando o aluguel das aeronaves. Com isso quatorze Boeing 737-300 tiveram que ser devolvidos, alйm de todos os 737-400. DC-8 e DC-10. Quase todas as aeronaves que sobraram na frota eram de propriedade da prуpria Vasp (A300. 737-200. 737-300 ).

Em 1994 a companhia continuou a sua expansгo internacional, recebendo mais dois MD-11 e iniciando voos para Miami e Nova York.

Em 1995 inaugurou voos para Barcelona, Toronto e Zurich. Mas a grande novidade foi a formaзгo da Vasp Air System, com a compra da TAN (Argentina), LAB (Bolнvia) e Ecuatoriana (Equador). As trкs companhia ganharam uma nova pintura, idкntica a da Vasp.

Em 1996 a Vasp chegou а Atenas, Casablanca, Frankfurt e Osaka. A companhia investia em destinos internacionais nгo servidos pelas outras companhias e tambйm oferecia preзos baixos para atrair os passageiros. Nesse ano a companhia tambйm criou a subsidiбria cargueira Vaspex.

Em 1998 a Vasp й ultrapassada pela Tam no mercado nacional.

Em 1999 a companhia sofreu com a desvalorizaзгo do Dуlar e foi obrigada a devolver todos os MD-11. por falta de pagamento de leasing. A Vasp entгo foi obrigada a cancelar todos os voos internacionais, menos para Buenos Aires. A frota da companhia ficou somente com as aeronaves que pertenciam a ela: os 737-200. A300. 727 e quatro 737-300. Com isso a Vasp passou a ser a terceira maior companhia aйrea do Brasil, sendo ultrapassada pela Tam .

Em 2001 a companhia passou a operar somente voos nacionais e desfez o Vasp Air System. A Vasp se gabava por nгo pagar leasing, pois era dona de toda a sua frota. Porйm a frota da companhia estava ficando cada vez mais velha. Nesse ano tambйm a Vasp comeзou a enfrentar forte concorrкncia da novata Gol .

A partir daн a companhia ficou estagnada, sem dinheiro para renovar ou atй mesmo aumentar a frota. Em 2003 foi ultrapassada pela Gol (que tinha somente dois anos de vida) e passou a ser a quarta maior do Brasil.

Em setembro de 2004 o DAC impediu que oito 737-200 da companhia voassem atй que fosse realizado a manutenзгo exigida pelo fabricante. Sem dinheiro, a Vasp teve que aposentar as aeronaves. Mas a situaзгo foi ficando cada vez pior. As aeronaves da companhia tinham em mйdia trinta anos e a companhia nгo tinha dinheiro para realizar a manutenзгo. Sendo assim a Vasp comeзou a canibalizar as aeronaves, ou seja, desmontar algumas aeronaves para pegar peзas e colocar em outras.

A Vasp entrou em 2005 com apenas quatorze aeronaves em operaзгo e sу decolava se a ocupaзгo ficasse acima de 50%. Por causa disso menos de 20% dos voos programados eram operados.

Em fevereiro de 2005 o DAC cassou o certificado de operaзгo da companhia e ela foi obrigada a suspender as atividades. A companhia entrou em recuperaзгo judicial e pretendia voltar a opera como uma "low cost, low fare".

Em 2006 o seu centro de manutenзгo voltou a operar.

No dia 4 de setembro de 2008 foi decretada a falкncia da empresa.

A VaspEx foi criada em 1996 como uma subsidiбria cargueira da Vasp. A empresa surgiu com um conceito inйdito de entrega "porta a porta". Nos autos e baixos da Vasp na dйcada de 90, a Vaspex chegou a operar um DC-10-30F. mas por pouco tempo. A sua frota ficou mantida em dois Boeing 727-200F e dois Boeing 737-200F. A companhia sentiu forte concorrкncia com a criaзгo da Varig Log e Tam Express. Em 2005 a companhia parou de voar, junto com a Vasp.

Em 22 de dezembro de 1947 foi fundada a TCA (Transporte Carga Aйrea), em Goiбs. A companhia tinha trкs Douglas C-47. Em agosto de 1949 a companhia passou a se chamar Lуide Aйreo Nacional, incorporou nove Curtiss C-46 e iniciou voos para Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Sгo Luis, Fortaleza, Carolina, Formosa e Bom Jesus da Lapa.

Em 1953 a companhia jб atendia quase todas as capitais brasileiras.

Em junho de 1959 a Lуide comeзou a realizar voos cargueiros para Miami e jб possuнa quatro DC-6 .

Em 1962 a companhia foi comprada pela Vasp.

A TAN (Transportes Aйreos Neuquen) foi criada em 1960, mas sу comeзou a voar em 1972 com aeronaves Piper Navajo. Cinco anos depois, adquiriu o Turbocommander 690D e, em 1982, dois Faichild Metro II. No final dos anos 80 recebeu um Saab SF-340. Em 1995 a empresa foi privatizada e adquirida pela Vasp. Na йpoca a empresa contava com uma frota de dois Rockwell 690B, trкs Fairchild Metro III e dois Saab SF-340. Em 1999 a TAN contava apenas com trкs aeronaves e poucos funcionбrios, dando sinais de inнcio do fim da empresa. Em 2001 encerrou operaзхes.

Saiba mais sobre as outras companhias do Vasp Air System: LAB .

Em 1957 um grupo de empresбrios americanos e equatorianos fundaram a Ecuatoriana de Aviaciуn, em Quito. Os voos comeзaram com um Curtiss C-46 Commando. que foi usado em voos nacionais e para Lima, Panamб e Miami. Depois vieram os DC-4 e DC-6 e a companhia se expandiu para Santiago e Bogotб.

Em 1974 a companhia foi estatizada e iniciou a operaзгo de jatos com os Boeing 720 e Boeing 707 .

Em 1988 a Ecuatoriana deixou de operar o Boeing 720 e jб possuнa um DC-10-30 na frota. Tambйm atendia as cidades de Bogotб, Buenos Aires, Caracas, Santiago, Guayaquil, Lima, Cali, Panamб, Chicago, Los Angeles, Miami, Nova York, Mйxico e Rio de Janeiro.

Em outubro de 1991 a empresa adquiriu dois A310-300. mas no ano seguinte as aeronaves foram embargadas por falta de pagamento.

Em 1993 os seus Boeing 707 tiveram problemas de corrosгo e tiveram que ser retirados de operaзгo. Para cobri-los, a companhia arrendou dois Boeing 727-200. que voaram para os destinos da Amйrica do Sul. Mas a situaзгo da companhia foi ficando cada vez pior atй que a sua ъltima aeronave em condiзхes de voar, o DC-10-30. foi retido no Panamб por falta de pagamento. Entгo a companhia paralisou todas as suas operaзхes.

Em 1995 a Vasp e o grupo El Juri compraram a companhia e em julho de 1996 a Ecuatoriana voltou a voar. A companhia passou a fazer parte do Vasp Air System, que tinha a Vasp como principal empresa, a LAB e a Tan. A Ecuatoriana tambйm ganhou novas cores (idкntica as da Vasp ). A frota da companhia, no momento, era composta por um Boeing 727-200 e um DC-10-30. E as rotas ligavam Quito e Guayaquil а Miami e Sгo Paulo.

Em 1997 a frota foi ampliada com a chegada em um A310-300 e mais um Boeing 727. A companhia entгo passou a voar para Bogotб, Caracas, Buenos Aires, Lima, Santiago e Manaus. O DC-10-30 e o A310-300 foram matriculados com prefixos brasileiros, pois o Equador nгo pode usar aeronaves registradas em seu paнs em voos para os EUA, pois o paнs й considerado "categoria 2" no padrгo de seguranзa norte-americano.

Em 1998 mais um Boeing 727 foi adicionado na frota.

Em 1999 o governo e o grupo El Juri expulsaram a Vasp do controle da companhia, devido a acusaзхes de fraudes financeiras. Nesse ano a companhia devolveu um de seus Boeing 727 .

Em 2000 a companhia suspendeu novamente as operaзхes.

Em julho de 2004 a LAB comprou 51% da companhia, que voltou a voar com um Boeing 727 da prуpria LAB. Porйm com a paralisaзгo da LAB. anos depois, a companhia tambйm encerrou atividades.

Ecuatoriana

Fundaзгo: 1957

Encerrou Atividades: 1993/2000/2009

Paнs: Equador

Principais Aeroportos: Aeroporto Internacional Mariscal Sucre e Aeroporto Internacional Josй Joaquнn de Olmedo

Source: http://www.aviacaocomercial.net/vasp.htm


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Vasp linhas aereas

Histуria - A VASP - Viaзгo Aйrea Sгo Paulo -, foi fundada em 04 de Novembro de 1933, por 72 empresбrios que tomaram a decisгo de subscrever o capital inicial. Em 12 de Novembro do mesmo ano, 8 dias apуs, a empresa comeзou a operar efetivamente. Os dois primeiros aviхes da empresa, foram os ingleses bimotores Monospar, batizados numa cerimфnia simples no Campo de Marte, em Sгo Paulo. Eles tinham capacidade para trкs passageiros e tiveram como madrinhas, a DЄ Olнvia Guedes Penteado que batizou o VASP-1 (denominado Bartholomeu de Gusmгo) e a DЄ Antonieta Caio Prado que batizou o VASP-2 (denominado Edu Chaves).

As duas rotas iniciais foram Sгo Paulo - Rio Preto, com escala em Sгo Carlos e Sгo Paulo - Uberaba, com escala em Ribeirгo Preto. Cada um fazia trкs frequкncias semanais em cada rota - eram os primeiros voos regulares da empresa. Mas a empresa crescia e os pequenos Monospar nгo davam conta do recado. Logo depois foi adquirido um De Havilland Dragon, com capacidade para dois tripulantes e oito passageiros, que tinha 8 metros de comprimento e 18 metros de envergadura. Era o maior aviгo a operar no paнs em campos de pouso terrestre (os demais eram hidroaviхes).

A VASP precisava investir, o aerуdromo Campo de Marte precisava de uma reforma - as enchentes e outros problemas dificultavam a operaзгo de aviхes maiores. Acionado o Governo do Estado de Sгo Paulo, a VASP conseguiu que ele se interessasse pela empresa e o interventor Armando Salles de Oliveira, vislumbrou na companhia um уtimo negуcio para o futuro e resolveu investir nela. Foi assim, que o Governo do Estado subscreveu 21 milhхes de cruzeiros em aзхes, passando a deter 91,6% do capital da VASP - agora estatal. Paralelamente, esse mesmo governo, desapropriou uma grande бrea no Parque de Congonhas e iniciou a construзгo do Aeroporto de Sгo Paulo, onde hoje estб localizado o Aeroporto Internacional de Congonhas.

Construнda a primeira pista e levantada provisoriamente uma edificaзгo para servir como estaзгo de passageiros, a VASP mudou imediatamente para o novo aeroporto, que passou a ser chamado durante muito tempo de "Campo da VASP". O novo campo virou atraзгo turнstica e o dono de uma fazenda prуxima, abriu uma estrada de chгo batido dentro de sua propriedade a que chamou de "Autoestrada Washington Luнs" e passou a cobrar pedбgio de 400 rйis por pessoa, para quem quisesse chegar atй perto do aeroporto para ver os aviхes.

No final de 1935, contando com um campo mais adequado, de pista maior e jб com infraestrutura melhor, a empresa comprou o mais moderno aviгo de passageiros da йpoca, o Junker JU-52, fabricado na Alemanha. Tinha a capacidade para trкs tripulantes e 17 passageiros, tinha grande autonomia de voo e atingia 250 km/hora. Nesta йpoca a empresa decidiu voar tambйm para o sul (jб voava para o oeste) e tambйm jб estava decidido voar para o Rio de Janeiro. Em meados de 1936 chegaram mais dois novos Junker de uma encomenda total de oito, ampliando muito os horizontes da empresa. Os dois novos aviхes, batizados de "Cidade de Sгo Paulo" e "Cidade do Rio de Janeiro", entraram logo em serviзo entre Rio de Janeiro e Sгo Paulo, com um vфo diбrio em cada sentido. A viagem durava 1 hora e 40 minutos, depois foi reduzida a pontuais 1 hora e 15 minutos - uma viagem de trem no mesmo percurso, quando nгo ocorria atrasos era de 15 horas e as estradas para carros praticamente nгo existiam. Estava assim, inaugurada, verdadeiramente, a ponte-aйrea Rio-Sгo Paulo.

Dois anos mais tarde, em 1938 chegou o terceiro Junker da encomenda de oito, e suas rotas chegavam agora a todos os estados da regiгo sul, enquanto o De Havilland Dragon, fazia voos para Goiвnia. Os Junkers JU-52 eram trimotores (nas asas e no bico) e tinham 18,9 metros de comprimento por 29,25 metros de envergadura. Foram os primeiros a chegar no Brasil equipados com sistemas para voos com instrumentos, os chamados "voos cegos" e vieram acompanhados por trкs comandantes alemгes que deram uma contribuiзгo bastante valiosa para a aviaзгo comercial brasileira.

Chegava o final de 1939, quando estourou a II Guerra Mundial e a VASP, como todas empresas do setor, sofreram graves problemas, pois suas aeronaves de maioria alemг, nгo teriam mais peзas de reposiзгo. A VASP nгo teve outra alternativa a nгo ser comeзar a fabricar suas prуprias peзas de reposiзгo, que contava com a valiosa ajuda do Instituto de Pesquisas Tecnolуgicas - IPT. As peзas produzidas eram de tal perfeiзгo e qualidade que comeзaram a ser exportadas para outros paнses da Amйrica Latina, iniciando-se assim, a exportaзгo de peзas aeronбuticas produzidas no Brasil.

Assim que terminou a II Guerra Mundial, a VASP encomendou а fбbrica norte-americana Mc Donnell Douglas (hoje absorvida pela Boeing), novos aviхes Douglas DC-3. Apesar da guerra, a VASP havia se planejado. Eram aeronaves extremamente resistentes e muito testadas durante a segunda guerra mundial, expandindo suas rotas entгo para o norte e nordeste do paнs. O DC-3 tinha capacidade para 28 passageiros e era equipado com duas turbinas de 1.200 HP cada uma. Aos poucos os valiosos Junker JU-52 foram sendo substituнdos pelos DC-3, chegando a VASP em determinado perнodo a possuir 28 dessas aeronaves.

Na dйcada de 50, a VASP jб era uma das maiores empresas aйreas do paнs e resolveu modernizar sua frota com novas e modernas aeronaves Scandia A-90, produzidas na Suйcia. Era o primeiro fabricado no pуs-guerra, destinado ao uso de passageiros. Era um bimotor com 1.650 HP de potкncia em cada motor com capacidade para 36 passageiros e autonomia de 5 horas de voo a uma velocidade mбxima de 330 km/hora. Essas aeronaves chegaram a fazer 15 (quinze) voos diбrios entre o Rio de Janeiro e Sгo Paulo. E justamente com esses aviхes, a VASP comeзou a voar, em 1957, para a nova capital em construзгo - Brasнlia, onde a primeira coisa a ser construнda foi uma pista para pousos e decolagens.

Em 11 de Novembro de 1958, a VASP comeзou a operar os turbohйlices ingleses Vickers Viscount, com quatro reatores de 2 mil HP cada, capacidade para 56 passageiros e seis tripulantes, cabina pressurizada, mъsica a bordo e 600 km/hora. Com esses Viscount, a VASP iniciou suas linhas regulares para Brasнlia. A companhia tambйm foi a primeira a efetuar rotas Rio de Janeiro - Manaus, em apenas um dia de viagem, utilizando essa aeronave. Posteriormente a VASP operou o Viscount 701, o Viscount 827, Convair e o YS-11 "Samurai" japoneses. O Viscount foi o primeiro aviгo a jato a voar no Brasil (nгo de jato puro, mas sim turbohйlice).

Em 1962, a VASP assumiu o controle do Grupo Lloyd, constituнdo pelo Lloyd Aйreo Nacional, Navegaзгo Aйrea Brasileira, Lemke S.A. (empresa especializada em revisгo de motores) e a Transportes Aйreos Bandeirante. Essa operaзгo, considerada muito vantajosa para a empresa, custou cerca de Cr$ 600 mil а йpoca. Com essa compra a VASP recebeu toda frota de aviхes que pertencia ao grupo Lloyd que era constituнda de oito DC-4 de quatro motores, quatro DC-6, seis DC-3 e 13 Curtiss Comander C-46. A empresa passou a servir, 72 cidades de 21 estados e dois territуrios, respondendo por mais de 25% de todo trбfego aйreo interno no Brasil.

A impressionante expansгo da demanda que ocorreu no Brasil no final dos anos 60, obrigou a VASP a comprar dois BAC One Eleven modelo 400, puro jato, de fabricaзгo inglesa. Eles entraram em serviзo em dezembro de 1967 e voaram pela empresa atй 1973. Em novembro de 1973, a VASP iniciou os vфos com a aeronave brasileira EMB-110 Bandeirante, fabricados pela Embraer, num total de 10 (dez) aeronaves.

Os primeiros Boeing voados pela VASP foram os Boeing 737-100, que iniciaram seus voos no paнs em 1969 (5 aeronaves, com capacidade para 109 passageiros - de prefixos PP-SMA, SMB, SMC, SMD e SME). Atй 1973 a VASP jб voava com nove B-737 em voos internos. Entretanto, um estudo desenvolvido pela VASP demonstrava que as turbinas perdiam rendimento onde a temperatura mйdia era bastante elevada e a sustentaзгo oferecida pelo ar era bem menor, criando problemas para a estabilidade do aviгo. Baseado nesses estudos, a Boeing alterou suas aeronaves que receberam turbinas mais potentes, sistemas de freios mais adequados e outras modificaзхes de menor porte. Surgia o Boeing 737.200 Super Advanced, especialmente para atender ao mercado brasileiro aos paнses tropicais. Em 1976, a VASP era uma das maiores operadoras do mundo de B-737, num total de 22 aeronaves - a maior frota da Amйrica do Sul para esse tipo de aviгo.

Em 1975, a VASP adquiriu os novнssimos Boeing 727-200 Super, com capacidade para 152 passageiros e alta performance. Eram trijatos e faziam rotas densas e algumas longas como Sгo Paulo-Brasнlia-Manaus. Um pouco depois, em 1977, a VASP desativou os YS-11A Samurai.

A VASP queria mais e apуs diversos estudos entre os novos B-767, 757 e Airbus A-300, a empresa optou por esse ъltimo modelo, adquirindo trкs do modelo A-300/B4-200, que foram entregues em 1982 e 1983, aeronaves com capacidade para 234 passageiros em duas classes, de cabina larga "wide-body".

Posteriormente, a mudanзa dos rumos polнticos, a necessidade da "desestatizaзгo" de empresas com a consequente transferкncia para a iniciativa privada, mais competitiva e menos burocrбtica, fez com que a empresa fosse vendida, adquirida pelo Grupo Canhedo, de Brasнlia, que, pelas mгos do Dr. Wagner Canhedo, assumiu a administraзгo da empresa, trazendo consigo administradores de fora do entгo quadro da companhia. Uma parte do capital foi adquirida pela fundaзгo dos funcionбrios da empresa, a "VOE". Isso ocorreu em 01 de Outubro de 1990.

A empresa conseguiu autorizaзгo para rotas internacionais (iniciou realizando voos para Seul na Corйia do Sul, Toronto (Canadб), Bruxelas na Bйlgica e para os Estados Unidos), estando bastante atuante tambйm no mercado de carga aйrea, tendo implantado um excelente projeto, denominado de VASPEX, para pequenas encomendas de entrega urgente porta a porta com um custo bastante competitivo. A sede da VASP continua em Sгo Paulo e hoje a empresa vem trabalhando de forma a equilibrar seu passivo - apesar de jб ter obtido lucro operacional em 2000 e 2001 - problemas enfrentados por todas as empresas do setor no Brasil e no exterior. Um dos maiores problemas da VASP, que era de faturar em moeda brasileira e dever em moeda estrangeira (dуlar), foi em parte regularizado com a implantaзгo dos voos internacionais e com a estabilizaзгo do Real. Entretanto, novamente a empresa viu-se obrigada a retrair para sobreviver e suspendeu os voos internacionais. Em 2003 perdeu mercado para a GOL e se tornou a 4Є maior empresa aйrea brasileira (apуs VARIG, TAM e GOL).

A VASP paralisou suas atividades em fevereiro de 2005, com intervenзгo federal em razгo de dнvidas trabalhistas e fiscais e hoje negocia um retorno as atividades. Quando a companhia paralisou ela possuнa uma frota composta por 02 Airbus A300-B2-203, 04 Boeing 737.3L9 (sйrie 300) e 18 Boeing 737.200 de passageiros, alйm de mais 04 cargueiros, sendo 02 Boeing 737.200F e 02 Boeing 727.200F, num total de 28 aeronaves. As rotas foram suspensas e parte de sua malha aйrea absorvida pela GOL, TAM e VARIG.

Source: http://www.portalbrasil.net/aviacao_vasp.htm


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Vasp linhas aereas

Memorial - VASP Linhas Aéreas

A história da Vasp começou a ser escrita nos anos seguintes à Revolução de 1932. Em 12 de novembro de 1933 um grupo de empresários e pilotos reuniu-se e criou a Viação Aérea São Paulo, apresentando ao público na sua base do Campo de Marte seus primeiros aviões, dois Monospar ST-4 ingleses, com capacidade para três passageiros. Em 16 de abril de 1934 decolaram os primeiros vôos comerciais, entre São Paulo, Ribeirão Preto e Uberaba e Rio Preto, via São Carlos. As condições precárias da infraestrutura aeroportuária dificultavam a operação. Nos primeiros meses de atividades, teve suas operações suspensas devido a fortes chuvas, que inundaram o Campo de Marte. Tais dificuldades foram decisivas para a empresa participar do desenvolvimento de aeroportos e campos de pouso no interior paulista. A empresa transferiu suas operações para o recém inaugurado Aeroporto de Congonhas, conhecido como "Campo da Vasp".

Em janeiro de 1935, a sua frágil saúde financeira fez com que a diretoria pedisse oficialmente ajuda ao Governo do Estado. A Vasp foi estatizada e recebeu novo aporte de capital para a compra de 2 Junkers Ju-52-3M. O lado negativo, como só pode acontecer nesta terra de samba e pandeiro, foi "aculturar" a empresa com todas as mazelas de nossa (des)administração pública: alta rotatividade na direção, apadrinhamentos,etc. Muitas vezes, a própria presidência da empresa foi entregue à pessoas sem o mínimo conhecimento de aviação, nomeadas por razões políticas.

Em 1936 a Vasp estabeleceu a primeira linha comercial entre São Paulo e Rio de Janeiro, e em 1937 recebeu seu terceiro Junkers. Tragicamente, este avião, matriculado PP-SPF, sofreu o primeiro grande acidente de nossa aviação comercial: Em 8 de novembro de 1939 chocou-se, após a decolagem do aeroporto Santos Dumont, com um de Havilland 90 Dragonfly argentino.

No início da década de 90, a Vasp foi privatizada. Seu novo presidente, Wagner Canhedo, iniciou uma agressiva expansão internacional: Ásia, Estados Unidos, Europa e até mesmo o Marrocos entraram no mapa da empresa. Aumentou a frota, trazendo entre outros três DC-10-30 e depois nove MD-11. Criou o Vasp Air System, após adquirir o controle acionário da LAB, Ecuatoriana e da argentina TAN.

Não conseguiu sustentar o crescimento. Deixou de pagar obrigações, salários, leasings e até taxas de navegação. Canibalizou os MD-11 a céu aberto em Guarulhos e foi cancelando as rotas internacionais. A frota foi reduzida, restando os pré-diluvianos 737-200 e os cansados A300 para servir uma rede doméstica menor do que a empresa operava em 1990. O Vasp Air System foi desfeito. Não foi apenas uma década perdida: foi uma década em marcha-à-ré.

Source: http://aeroportosbrasil.blogspot.com/2010/12/memorial-vasp-linhas-aereas.html


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Vasp linhas aereas

Em 4 de Novembro de 1933, nascia a VASP – VIAÇÃO AÉREA SÃO PAULO, 72 empresários (entre eles um sobrinho do Santos Dumont) criavam uma empresa com 2 bimotores ingleses MONOSPAR. Eram 144 mãos dadas para impulsionar uma empresa aérea. Os aviões efetuaram ao dia 12 de Novembro os primeiros vôos nas rotas São Paulo – Rio Preto e São Paulo – Ribeirão Preto – Uberaba.

Monospar

Logo a demanda se mostrou atraente e a empresa partiu para o De Havilland Dragon Rapide. A empresa operava em Campo de Marte, porém um fato curioso acontecia: enchentes, faziam a companhia simplesmente ficar sem voar e assim um terreno de teste de canhões do exercito foi adquirido para a construção do CAMPO DA VASP.

De Havilland Dragon Rapide - Fonte Wikipedia

Nesta época o Governo do Estado de São Paulo adquiriu 91,6% da VASP. Bem, depois disso a VASP se mudou imediatamente para o referido CAMPO DA VASP, cujo acesso se dava por uma fazenda, e o dono nomeou o caminho como Auto-Estrada Washington Luis e passou a cobrar pedágio para quem quisesse ir ver os aviões no CAMPO DA VASP. Hoje o CAMPO DA VASP é nada mais nada menos que o Aeroporto de Congonhas.

Para sustentar seu crescimento a VASP optou pelos trimotores JUNKERS JU52/3m de fabricação alemã durante 1936 até o fim da segunda-guerra. Estes aviões tiveram o pioneirismos de criar a rota mais disputada do país, que é Congonhas/SP – Santos Dumont/RJ.

Como a maioria das empresas, após a segunda guerra a VASP adotou o DC3 como aeronave padrão, incorporando nos anos 50 os SAAB SCANDIA, a qual acabou sendo a operadora de todos aviões construídos.

Nota do Lito: Foto de André Bonacin do SAAB Scandia, único remanescente no mundo, que está apodrecendo no museu de Bebedouro no interior de São Paulo. Como seria bom se se o Brasil cuidasse mais de seu acervo histórico.

Voou também o VICKERS VISCOUNT e o NAMC YS11, ao qual deu o nome de Samurai. As demais empresas avançavam em equipamentos e em pleno final dos anos 60 a VASP não possuia jatos em sua frota. Trouxe temporariamente um par de BAC ONE ELEVEN e iria adquirir 4 Boeing 727-200, mas análises de performance fizeram a empresa mudar de idéia e mudar seu destino.

Em Julho de 1969 recebeu 4 Boeing 737-200 matriculados PP-SMA, PP-SMB, PP-SMC, PP-SMD. Foi o maior operador de 737 da America Latina ao final dos anos 70, e em 1977 recebeu os Boeing 727 Super 200. Em 1982 recebeu seu primeiro widebody que foi o Airbus A300. Em 1983 a VASP completou 50 anos, operando uma rede nacional respeitável e vôos charters para Aruba, Orlando e Bariloche. Até então ela era a pioneira no uso de 737-200 e 727-200 no país. Em 1986 foi pioneira mais uma vez ao ser a primeira usuária de Boeing 737-300 do Brasil, porém a VASP era um fardo para o Governo Paulista e assim iniciou um programa de privatização, onde entrou em cena o grupo VOE/CANHEDO, formado por funcionários e o empresário de transportes urbanos em Brasilia Wagner Canhedo.

A VASP então cresceu de forma agressiva e espantosa, trouxe 3 DC10-30 e iniciou vôos para América, Europa, Ásia, adquiriu empresas ao redor do Brasil como o Lloyd Aéreo Boliviano, Ecuatoriana e TAN, operou 9 MD-11, expandiu a frota de 737-300 e 737-400 e não sustentou o crescimento. Em 1992 metade da sua frota foi retomada pelos arrendadores.

Lembram do fato de 1969 acima? Pois bem a VASP se manteve no ar graças aos seus primeiros 737-200, não apenas o SMA, SMB, SMC, mas o SMF, SMG, SMH, SMP, SMQ, SMS, SMT, SMU, SMZ, SNA, SNB entre outros que voaram a vida inteira na companhia paulista. Em 2000 devolveu os MD11 e se concentrou no mercado doméstico com uma malha de alta capilaridade de conexões no Nordeste Brasileiro.

PP-SMR, Boeing 737-200 - Foto do autor

No entanto em Setembro de 2004, sua frota que já não contava com os A300, parados por manutenção, teve um golpe: 8 aviões (SMA, SMB, SMC, SMP, SMQ, SMR, SMS, SMT) tiveram suas licenças de vôo caçadas pelo DAC por falta de cumprimento de modificações obrigatórias (AD – Airworthiness Directives) estabelecidas pelo fabricante. As aeronaves foram encostadas e serviram de estoque para a combalida frota que restou voando. A VASP se arrastou até 27 de Janeiro de 2005, quando o Boeing 737-300 PP-SFN ao pousar em Guarulhos completando o vôo 4265 Fortaleza – Recife – Maceió – Salvador – Guarulhos, encerrou a história de vôos da VASP.

PP-SFN, foto de Carlos M Doria via Airliners.net

A companhia ainda tentou se reinventar como MRO, como charteira, não deu certo e toda uma estrutura magnífica que a companhia possuía foi sucateada, até que em 17 de Julho de 2008 a companhia teve sua falência decretada. Em Agosto de 2011 o governo iniciou o retalhamento dos aviões abandonados ao redor do país .

A companhia utilizou as seguintes aeronaves no seu auge:

Airbus A300 (1982-2005 / 240 passageiros)

Boeing 727-200 (1977-1989 / 152 passageiros)

O fim da VASP decretou o fim de uma grande empresa aérea nacional, uma empresa pioneira em diversos ângulos, uma verdadeira escola que proporcionou ao mercado profissionais de alta qualidade. Em próxima oportunidade falaremos de outras grandes companhias que desapareceram com o tempo como a PANAIR, VARIG, CRUZEIRO .

Source: http://www.avioesemusicas.com/uma-breve-historia-da-vasp-flag-carrier-paulista.html

26.04.2018

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